Nao Gosto do que Vejo
“Meu filho amado, Aquilas Raphael,
Em ti vejo a mão de Deus, mesmo quando os teus olhos se enchem de sombras. Tu és mais forte do que pensas, mais amado do que consegues sentir, e infinitamente precioso aos olhos do Senhor e aos meus.
Quando a tristeza pesar e o mundo parecer distante, lembra-te: o céu nunca se fecha, e Deus nunca te abandona. Estou contigo, meu filho, com amor que não se cansa, e oro por ti a cada amanhecer.
Que o Senhor te envolva com Sua paz, renove tuas forças e te faça lembrar que há luz dentro de ti — mesmo quando não consegues vê-la.
Nunca caminharás só. Eu te amo com todo o amor que uma mãe pode ter — e Deus te ama infinitamente mais.
Tão distante, ainda que nos resta tocar a mesma lua em nossa pequenice observância, vejo que da lua restaram as fotos trocadas. A lua parece triste, implora insistentemente para se esconder em sua dor: Amanheça, por favor!
Quando me vejo no castanho do teu olhar, me encontrar ou me perder em você me deixa bobo. Semelhante a um sonho bom, maior que o medo de acordar é adormecer para sempre.
Santista 013
Venho do treze da praia
Onde do pier eu vejo o farol
Curtir toda sua beleza
Namorar olhando o pôr do sol
Venha me mostrar menina
Todo seu corpo sensual
Quero te curtir inteira
Saber qual é o teu canal
Vou caminhar contigo
Na beira d'água ser teu amigo
Entrar no mar correr na areia
Ser Poseidon você minha Sereia
Venha me mostrar menina
Todo seu corpo sensual
Quero te curtir inteira
Saber qual é o teu canal
Eu só vejo qualidade onde tu vê defeitos
Por que tanta insegurança quando se olha no espelho?
Eu a vejo,
Eu a sinto me vigiar.
Ela me olha com fome,
Ela está com fome,
Ela sempre esteve com fome.
Eu posso olhar, mas nunca vou enxergar.
A morte me acompanha,
Não importa as circunstâncias.
Ela esteve comigo, mesmo quando eu a disse que não havia esperanças.
Não importa o quanto você tente me esquecer, eu sempre irei perecer
Eu sou algo,
Eu tenho sido algo,
Eu nasci algo.
Ele me despreza por saber.
Eu a desprezo por conhecer.
Eu a desprezo como se ela fosse algo que eu não consegui desenterrar.
Ela é algo que eu não quero enxergar.
Eu consigo ver meu reflexo no seu olhar.
Eu enxergo, mas não o vejo.
Eu estou faminta,
Eu tenho estado faminta,
Eu nasci faminta.
Está acontecendo
Eu olho a minha volta e vejo as mesmas coisas todos os dias.
Vi coisas pela última vez, sem saber que, estava vendo pela última vez.
De tanto ver tudo, acabo não vendo nada.
Todos os dias pego o mesmo ônibus, com o mesmo motorista, ele faz o mesmo caminho.
No dia que ele partiu, não sabia quem ele era, seu rosto, sua voz não fazia a mínima ideia.
O hábito suja os olhos, os venda.
A sempre o que ver, detalhes, pessoas, mudanças, porém não vemos.
Pessoas que não conhecem as outras, mesmo morando juntas.
Mãe que nunca viu a própria filha, marido que nunca viu a própria esposa.
Nossos olhos se gastam dia após dia.
Sempre tenha olhos novos todos os dias, para perceber aquilo que não percebeu no dia anterior.
No fundo, vejo a arquitetura como serviço coletivo e como poesia. Alguma coisa que nada tem a ver com arte, uma espécie de aliança entre dever e prática científica.
Hoje eu vejo... A vida é um fio que me conecta a quem veio antes.
Percebo que nada em mim é por acaso — sou continuação, sou história, sou sonho antigo que se realiza.
Gratidão à minha ancestralidade, que me sustenta, me guia e me faz ser quem sou.
Edelzia Oliveira
Em cada olhar teu, vejo um universo,
Estrelas brilhando, um amor imerso.
Teus olhos, janelas para minha alma,
Neles encontro paz, carinho e calma.
Teu sorriso é luz que ilumina meu caminho,
Um bálsamo doce que afasta o espinho.
Cada palavra tua é poesia em ação,
Um verso suave que embala meu coração.
Quero dançar contigo nas noites de luar,
Sentir a magia que nos faz flutuar.
Teus abraços são laços que me prendem forte,
Com você ao meu lado, enfrento qualquer sorte.
Nos teus sonhos quero ser parte do enredo,
Construir um futuro repleto de enredos.
Vamos juntos escrever nossa história de amor,
Com páginas cheias de risos e calor.
Então venha, minha amada, vamos nos perder,
Nas profundezas desse amor que só faz crescer.
Você é meu tudo, minha razão de viver,
E ao seu lado, querida, sempre quero estar a te fazer.
Minha Sapekinha
Em um instante, a vida se transforma,
Quando te vejo, meu coração se conforma.
Teus olhos são estrelas que brilham no céu,
Um universo inteiro dentro do teu véu.
Teus abraços são laços que me prendem forte,
Com você ao meu lado, não temo a sorte.
Cada risada tua é música para mim,
Um doce refrão que não tem fim.
Nosso amor é um rio que flui sem parar,
Nas margens da vida, juntos a sonhar.
Construindo castelos de sonhos e esperanças,
Dançando sob as luas em nossas andanças.
Por isso te amo com toda a força do ser,
E a cada dia quero mais te conhecer.
Nossa história é escrita com tinta de paixão,
Um poema eterno guardado no coração.
Sonho de Nós Dois
Em cada amanhecer, vejo teu sorriso,
Um raio de sol que ilumina meu aviso.
Teus olhos são oceanos, profundos e sinceros,
Neles navego sonhos, segredos e mistérios.
Teu toque é suave como a brisa da manhã,
E em teus braços encontro a paz que me afã.
Cada palavra tua é uma doce canção,
Que embala meu ser e toca meu coração.
Nosso amor é um vinho, maduro e intenso,
Cada gole é um brinde ao nosso imenso.
E nas noites estreladas, sob o manto da lua,
Prometo te amar, minha eterna fortuna.
Caminhando juntos por sendas floridas,
Teus risos são flores em minhas vidas.
Quero ser o artista que pinta teu céu,
Com cores de amor que refletem o véu.
Então venha comigo, vamos dançar no ar,
De mãos dadas, juntos, prontos para amar.
Porque você é meu tudo, minha razão de viver,
E em cada batida do coração, quero sempre te ter.
O Que Vejo em Ti
Vejo em ti um viajante do tempo,
com palavras em punho e olhar atento.
Teus versos são pontes, teus silêncios, marés,
caminhas entre átomos, estrelas e pés.
Teu pensar não se prende à primeira visão,
rompe o concreto, busca a razão.
Questionas o mundo, os passos, o ser —
teu verbo é espelho do teu aprender.
Há em ti um fogo que não se apaga,
uma sede antiga, uma alma que vaga.
Não por fugir, mas por querer saber:
o que nos move? O que é viver?
Criador do invisível, do intangível traço,
teus poemas são mapas no tempo escasso.
E mesmo sem todas as respostas à mão,
já és, por si, uma interrogação.
Mais uma vez, me vejo afundando em pensamentos, memórias e sensações de como era estar com você. Sinto falta do que representávamos um para o outro, da paixão que nos unia, da alegria compartilhada e da cumplicidade que parecia inabalável. Mas agora tudo isso pertence às eternas lembranças de um tempo que se foi e não voltará, pois você fez sua escolha—uma escolha que não me incluía ao seu lado.
E aqui estou, desejando sinceramente o seu bem-estar e a sua felicidade, enquanto também peço a Deus que esses sentimentos e lembranças se acalmem dentro de mim. Quero reencontrar a paz, aprender a seguir em frente e permitir que minha vida volte a ser plena, mesmo sem a presença que um dia foi essencial.
Eu vejo você.
Vejo um lado que só pertence a mim.
Seria isso ousadia... ou ingenuidade?
O fato é que eu realmente acredito.
As palavras que você diz não combinam com suas atitudes.
Mas é nelas que eu confio — nas atitudes.
Seu corpo fala.
Seus olhos brilham.
Seu sorriso vai de orelha a orelha.
Seus braços me envolvem.
Suas mãos me acariciam.
E os beijos na testa? Ah...
Tanto carinho, respeito, admiração.
Lá no fundo, eu sei: existe paixão.
Queria que você pudesse se ver com os meus olhos.
Entenderia a verdade do meu coração,
o quanto meu amor é inteiro —
e que o que podemos viver… pode ser verdadeiro.
