Não Existe uma Pessoa Certa
Suprimos as carências. Aproveitamos as chances. Andamos perto do limite e, na hora certa, pulamos de cabeça.
Às vezes só falo que sinto uma certa tristeza, alegria ou um tanto de outros sentimentos só para suprir a falta dos mesmo, já que eu nem sei o que sinto de verdade, se é que sinto alguma coisa ultimamente.
Não sei o que anda acontecendo, choro muitas das vezes sem saber porque, outras são por motivos bobos ou nem tão tontos assim..., mas sempre esqueço já que a minha memória não anda tão boa talvez por causa do cansaço ou até pela dúvida.
não sei o que anda acontecendo, não sei o que sinto
Às vezes me sinto tão calma, e do nada choro, do nada fico com raiva, do nada me cresce ânimo, do nada eu desanimo, do nada eu me frustro com esse nada e, ao mesmo tempo com esse tudo... um tudo que eu nem sei se existe, nem sei se eu finjo que esse nada é um tudo, só por não aguentar mais sentir esse nada, esse vazio
quero sentir tudo!
Porém não quero sentir o tudo de uma vez, quero senti-lo com mais leveza e com mais calma,, pois existem momentos que me sinto sobrecarregada
Mas como pode? uma pessoa se sentir sobrecarregada com nada
na verdade, eu me sinto uma boba
ou até uma fracassada... por não sentir nada
O sentimento de não pertencer à determinado grupo pode parecer algo fútil e, de certa forma, simples. Porém, a capacidadede entendimento dos mecanismos mentais, seja do grupo em questão, seja do indivíduo com tal sentimento, se mostra extremamente complexo e de extrema dificuldade de compreensão, sendo, de determinado modo, impossível de determinar razões certas para tal sensação de falta de pertencimento.
A Literatura Engajada, como hoje se dá, exige certa renúncia artística, algo que nem todos os escritores estão dispostos a fazer.
Depois de uma certa idade, ser prático se torna o imperativo
dos imperativos porque sabemos muito bem que o tempo urge.
De certa maneira, a visão de mundo do Partido era adotada com maior convicção entre as pessoas incapazes de entendê-la. Essas pessoas podiam ser levadas a acreditar nas violações mais flagrantes da realidade porque nunca entendiam por inteiro a enormidade do que se solicitava delas, e não estavam suficientemente interessadas nos acontecimentos públicos para perceber o que se passava. Graças ao fato de não entenderem, conservavam a saúde mental. Limitavam-se a engolir tudo, e o que engoliam não lhes fazia mal, porque não deixava nenhum resíduo, exatamente como um grão de milho passa pelo corpo de uma ave sem ser digerido.
Mas o leão, reagindo rapidamente, evitou as presas venenosas da mamba com um salto na hora certa. O ataque da mamba errou o alvo, deixando o leão ileso.
Não sei a resposta certa para as adversidades da vida.
Mas seja você mesmo o protagonista da sua história.
É hora de agarrar as rédeas do seu destino, e ser o autor da sua trajetória.
Beijou a boca errada, lembrou da boca certa
Entrou numa gelada, lembrou da minha coberta
Sabe esse alguém perfeito que você tanto espera?
Eu era, eu era
Certa vez alguém falou:
"Congregue mas proximo da sua Bíblia, ela quis dizer: se sua Igreja caminha na Palavra, não importa a distância, vale qualquer caminho para até ela!"
Eu Sou o Obstáculo
Certa vez um cão estava quase morto de sede, parado junto à água. Toda vez que ele olhava o seu reflexo na água, ficava assustado e recuava, porque pensava ser outro cão.
Finalmente, era tamanha a sua sede, que abandonou o medo e se atirou para dentro da água. Com isto, o reflexo desapareceu.
O cão descobriu que o obstáculo - que era ele próprio -, a barreira entre ele e o que buscava, havia desaparecido.
Nós estamos parados no meio do nosso próprio caminho. E, a menos que compreendamos isso, nada será possível em direção ao nosso crescimento.
Se a barreira fosse alguma outra pessoa, poderíamos nos desviar. Mas nós somos a barreira. Nós não podemos nos desviar – quem vai desviar-se de quem? Nossa barreira somos nós e nos seguirá como uma sombra. (...) Esse é o ponto onde nós estamos – juntos da água, quase mortos de sede. Mas alguma coisa nos impede, porque nós não estamos saltando para dentro. Alguma coisa nos segura. O que é? É uma espécie de medo. Porque a margem é conhecida, é familiar e pular no rio é ir em direção ao desconhecido. (...) O medo sempre diz: “agarre-se àquilo que é familiar, ao que é conhecido”. (...)
E as nossas misérias são habituais. (...) Nós vivemos com elas por tanto tempo e nos agarramos a elas como se fosse um tesouro. O que nós temos conseguido com isso? Será que não podemos renunciar às nossas misérias? Já não vivemos o bastante com elas? Será que já não nos mutilaram demais? O que nós estamos esperando? (...)
Esse é o caso de todos nós. Ninguém nos está impedindo. Apenas o próprio reflexo entre nós e o nosso destino, entre nós como uma semente e nós como uma flor. Não há ninguém nos impedindo, criando qualquer obstáculo. Portanto, não continuemos a jogar a responsabilidade nos outros. Essa é uma forma de nos consolar. Deixemos de nos consolar, deixemos de ter autopiedade. Fiquemos atentos. Abramos os olhos.
Pode-se no momento estar incapacitado para trabalhar, mas essa é a hora certa para se lembrar das realizações passadas e para se pensar que mais tarde, uma vez superados os obstáculos, sem dúvida se vai trabalhar com mais afinco e forças mais concentradas.
CORDEL DA DESCONHECIDA
Contam uma história
De uma moça granfina
Que apareceu certa vez
Com a sua cintura fina
As pernas eram tortas
Seu nome era Josefina.
Gostava de um forró
Apaixonada por um vaqueiro
Com o sangue nordestino
O moço era forasteiro
Ela chegava, se apresentava
Como filha de fazendeiro.
O homem era conhecido
Como aventureiro José
Certo dia sem avisar
Na estrada meteu o pé
Foi viver na capital
Levou na bagagem a fé.
Josefina se lamentava
Por ter sido abandonada
O amor lhe dominou
Estava apaixonada
O mais triste da vida
Não podia fazer nada.
Chorava de noite a dia
Pior não tinha dinheiro
Parabéns correr o mundo
Atrás do seu vaqueiro
A alegria foi embora
Seu amor era verdadeiro.
O tempo foi passando
A moça era só tristeza
Desenganada do amor
Saiu pela redondeza
Chorando a desilusão
Pelo destino foi presa.
Autoria Irá Rodrigues.
"Usada" seria a palavra certa pra descrever o rasgo fundo deixado no meu peito, "objeto" palavra firme do que eu me transformei depois de deixar me tocar por medo de você me deixar, "frágil" é o que eu sou por fazer tanto por tão pouco amor, amor? Amor não, afeto, talvez, sendo realista posso dizer que o que vc sentia por mim era fome, ficou claro pra mim, claro demais que quase me cegou. Tão burra, coitada, será que dói igual todas as vezes? Será que você enxerga isso em mim? É tão esperto, será que viu como é fácil me usar, gostaria que mandasse um feedback depois, mereço 4 estrelas? 5 eu sei que é demais.
