Não Existe uma Pessoa Certa
"Na batida certa e no ritmo da vida, sigo transformando sonhos em som. Ser DJ é mais que tocar música — é sentir, viver e emocionar!"
🎧
Deus está o tempo todo com você, mostrando a direção certa para seguir pelo melhor caminho. Ele te abençoa e te protege com mãos poderosas. Tudo o que você pede, Ele providencia. E quanto mais demora, maior é a bênção que você recebe. (Código 2004)
Nelson Locatelli, escritor de Foz do Iguaçu
Eu acredito que as coisas que você faz amadurecem no tempo certo e chegam na hora certa.
Sinto uma certa felicidade quando penso que, como mulher, há infinitamente mais coisas sobre as quais posso escrever do que um homem.
Certa vez, um homem, perdido entre suas necessidades e esperanças, encontrou abrigo em um trabalho como coveiro na prefeitura. Entre lápides e silêncios, o destino, caprichoso, o presenteou com um encontro improvável: uma mulher belíssima, uma advogada de sorriso sereno e olhar que acalmava a alma. Estar perto dela era como repousar sob a sombra de uma árvore num dia quente um alívio, uma paz que ele nunca soube que precisava.
O tempo, com sua delicadeza invisível, passou. O homem deixou de ser coveiro, mas não deixou de ser amigo daquela mulher que, dia após dia, o encantava ainda mais. Ela tinha algo inexplicável o brilho do olhar, o jeito de falar, o sorriso que iluminava mesmo os cantos mais escuros do seu coração.
Sem que percebesse, dentro dele algo brotou, tímido no início, mas agora florescendo em silêncio, como uma primavera que ninguém anuncia. E ele se vê tomado por pensamentos que não cessam: será que ela está bem? O que estará fazendo agora? Ela invade seus dias, repousa em suas noites, habita seus sonhos.
O tempo segue, impassível, enquanto ele, refém desse sentimento, apenas observa e sente guarda no peito a beleza do que nasceu sem pedir licença. E, quem sabe, um dia, o destino, esse mesmo que os aproximou, possa revelar o desfecho dessa história que, por ora, se alimenta apenas de esperança e ternura.
Sobre sorte e azar
prefiro acreditar estar
no lugar certoe na hora certa
ou simplesmente merecimento
Certa vez, vi uma mulher sentada sobre um trono feito de espelhos estilhaçados. Ela vestia branco, mas suas mãos estavam manchadas de tinta dourada, e sua boca proclamava nomes que não eram o dela. Ela se dizia noiva, mas já havia se deitado com reis demais, cada um deixando nela uma semente, e de cada semente, nascia um novo nome, um novo credo, um novo dogma, todos clamando por serem filhos legítimos de um mesmo Pai. Mas quanto mais filhos ela gerava,mais distante parecia daquele que lhe prometera o altar. Alguns desses filhos ergueram templos de ouro, outros, púlpitos de ódio. Uns gritavam "graça", outros sussurravam "poder", e muitos aprenderam a vender milagres como se fossem especiarias. Os mandamentos foram escritos em rolos de marketing. As virtudes cardeais tornaram-se decorações de vitral. A caridade tornou-se performance. A temperança, um texto esquecido. A prudência, uma ameaça. A justiça… silenciada. E o Pai? O Pai foi reduzido a slogan. Um nome jogado em guerras políticas, um refém de interpretações convenientes, um pretexto para se construir impérios sobre a fragilidade do rebanho. Quem era a mulher que dizia gerar o sagrado, mas paria o profano? Quem multiplicava em nome do Uno, mas diluía sua essência a cada parto? Quem prostituiu as virtudes e quebrou os mandamentos sem sequer corar?
É somente uma fase ruim.
Mas uma coisa é certa.
Ao longo de sua caminhada.
Você vai ter muitas vitórias.
Não há libido sem uma certa distância. Mas também não há libido possível no silêncio absoluto da ausência.
No mundo de hoje, é sábio casar-se com a mulher certa, buscar a direção de Deus e manter a fé firme, mesmo quando tudo parecer desmoronar.
Certa vez, ouvi um orador diante de uma multidão dizer:
‘Não sei a quem você machucou, decepcionou ou feriu. Mas hoje, eu lhe digo: siga em paz.’
Naquele instante, algo explodiu dentro de mim.
Que tipo de facilidade é essa que concede perdão a quem talvez nunca reconheceu o próprio erro?
Será que perdoar tão prontamente — sem uma reflexão, sem um pedido de desculpas — não alimenta uma geração que evita a responsabilidade?
Uma geração que acolhe argumentos vazios, que prefere o conforto de um perdão automático a encarar a dor da culpa e a necessidade do arrependimento?
O perdão é nobre, mas não pode ser banalizado.
Declarar “eu te perdoo” sem consciência pode impedir a evolução de quem precisa amadurecer.
E negar esse processo, em nome de uma falsa paz, é enfraquecer o pensamento crítico, é sufocar o aprendizado que nasce da dor.
Perdoar não é esquecer.
É entender, é aceitar, é permitir seguir…
mas sem ignorar a responsabilidade que cada um carrega pelas marcas que deixou.
Escolha certa
É um dever lutar por quem amamos, desde que aja equilíbrio entre o que é conexão e migalhas,
aonde a alegria a um alívio, a uma bela manhã de sol,
aonde a dor, a um vazio estranho a um dia sem cor,
escolher é uma arte , vivenciar é a construção de uma obra,
os meus pedidos foram tão repetitivos que se tornaram uma oração, as minhas palavras ganharam tanta força que entraram no processo de ebulição,
se o intenso é um desejo dos dois, o propósito de jogar os pratos gregos deve ser cumprido,
cartas na mesa, vestido de debutante, vinho nas taças, que comece o sagrado momento.
