Não Existe uma Pessoa Certa
"Existe um tipo de neblina que mora entre o que somos e o que sentimos. Não tente caminhar nela para achar a saída; fique parado, expire fundo e deixe que a própria neblina se disperse no ar."
"Existe em você algo que percebe pensamentos, emoções e mudanças sem se tornar nenhuma delas.
Reconhecer esse observador muda sua relação com toda experiência."
A mente que se fixa somente nas provações esquece as graças recebidas ao longo da jornada. Existe escuridão na alma que não enxerga o bem, porém surge luz e força nos que cultivam gratidão pelas bênçãos, ainda que singelas.
De tudo o que existe, o mais importante está dentro de você.
São as suas qualidades de coragem, confiança e amor que querem brilhar...
Produzir resultados, dar-lhe saúde e paz.
Ponha-as em uso, visando realização, melhoria e pacificação,
E verá fluírem de dentro como os pássaros restituídos à liberdade.
Renove-se!
Trabalhe com confiança. Aja com fé no dia de hoje e no de amanhã.
Confie nas suas qualidades, porque são de Deus.
Tudo melhora por fora, para quem melhora por dentro.
Você é um pássaro preso, quando prende as suas qualidades.
Por isso, voe, mas voe bem alto e verá do que você é capaz...
Voe... voe... e Seja Feliz!
1553 📜 "Deus, se existe, não parece demonstrar preocupação nem sofrimento por causa de Ateus e por esses ainda contestarem a existência dEle, Deus. Já os Ateus, ih... Parece que padecem. Como explicar isso?"
Existe
Meu exterior não implica no meu interno
Porém, o contrário é perceptível
Trato elas como duas diferentes
Uma exige esforços físicos
A outra, portanto, exige mentais
Amar faz bem para a saúde física e mental. O ódio existe, mas o amor é eterno. Não importa quem você é ou faz, sempre haverá alguém lhe amando. Lutero dizia “Os que amam profundamente podem morrer de velhice, mas morrem jovem.”Agora, se amares… serás melhor. João escreveu: “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.” (1jo 4.8)
Se existe um "deus amoroso", então ele destruirá primeiro os "fanáticos religiosos", pois são eles os que mais espalham ódio!
Dentro da civilização
(Mauro A Evaristo)
Dentro da civilização
Existe muita maldade, perversão
Pessoas pseudos boas, religiosas
Capazes de coisas sujas, horrorosas.
Dentro da civilização
Existe o código da destruição
Manifestado por homens vis de ternos
Com a chave das portas do inferno.
Dentro da civilização
Só existe uma opção
Que é despertar pra perceber
Que a glândula pineal tem a solução
Que impulsiona acordar para entender
Que existe poder infinito em você.
feradapoesia.blogspot.com
A realização é a contrapartida do desejo; ela só existe porque antes houve algo queimando em silêncio.
Um impulso. Uma vontade. Um corpo inquieto imaginando toque, presença, entrega.
Tudo que arde demais dentro da gente procura um jeito de existir fora.
O desejo provoca, percorre a pele antes mesmo das mãos, invade pensamentos, cria cenas, acende faltas.
E a realização…
ah, ela é quando aquilo que incendiava por dentro finalmente encontra corpo, boca, calor e coragem para acontecer.
Porque existem desejos que não nasceram para permanecer imaginados.
Nasceram para serem sentidos até o fim.
AMIZADE!
Existe um dizer que fala que há amigos mais chegados que irmãos. E é verdade.
Não que irmãos não possam ser amigos, mas existem pessoas que parecem fazer parte da nossa história há muitas vidas. Pessoas que chegam e fazem a alma se sentir em casa.
E é assim que me sinto perto dos meus: meu peito se enche de gratidão e a vida fica mais bonita.
São aquelas amizades de baixa manutenção, como minha boa amiga e comadre costuma dizer. Aquelas que não precisam estar juntas todos os dias, nem se falar o tempo inteiro para saber que o carinho continua ali. Porque, quando estão juntas, fazem cada momento valer a pena. E, quando estão distantes, permanecem presentes: para celebrar as vitórias, acolher as tristezas e ajudar a enxugar as lágrimas.
Amizade verdadeira não se mede pela frequência, mas pela presença, pelo carinho e pela certeza de poder contar.
E eu sou imensamente grata por ter isso na minha vida. Especialmente por ter você.
Que a gente ainda viva muitos dos momentos que hoje só planeja. Que chore de alegria, ria até a barriga doer e também aprenda a rir do caos que nós mesmas criamos.
Que venham todas as estações da vida, e que, independentemente do tempo, da distância ou das circunstâncias, a gente continue encontrando um lugar uma na vida da outra.
Dizem que amigo é coisa para se guardar do lado esquerdo do peito. Mas você, amiga, eu guardo também na mente, na alma e em cada pedacinho de mim que reconhece o valor de uma amizade verdadeira.
Gratidão ainda é pouco para expressar o que você representa na minha vida.
Obrigada por ontem, por hoje, por todos esses anos e por tudo o que ainda vamos viver.
Que eu tenha sempre você na minha vida e que também possa continuar fazendo parte da sua.
Por ontem, por hoje e por tudo o que ainda está por vir. Que seja sempre nós!
Crônica: O Mapa dos Textos Inacabados
Existe uma tirania da página completa. A exigência de que o pensamento seja redondo, a frase, lapidada, a ideia, finalizada e assinada com um ponto inquestionável. Mas a vida, convenhamos, não é feita de tratados; é feita de sussurros interrompidos, de notas de rodapé que nunca chegaram ao livro e de rascunhos rasgados.
Aqui reside o poder dos pequenos textos inacabados e eficazes, intrépidos e vorazes que falam sobre você.
Eles são a nossa verdade mais bruta, a confissão não autorizada pelo censor interno. Pense nas listas de supermercado rabiscadas, que revelam não apenas a fome, mas a pressa, a desorganização charmosa, a prioridade daquele dia. Pense nas mensagens de texto digitadas e apagadas, aqueles dez segundos de fúria ou de amor inarticulado, que morreram no limbo digital, mas que continham a essência do que a sua alma gritava.
Esses fragmentos são eficazes porque ignoram a burocracia do bom-tom. Eles não têm tempo para introdução, desenvolvimento e conclusão. Vão direto ao ponto nevrálgico: o desejo, a dúvida, o pico de alegria. Um haicai mental que, por sua incompletude, nos força a preencher as lacunas, convidando-nos à intimidade.
São intrépidos porque ousam ser feios. Ousam ser mal escritos, gramaticalmente incorretos, ou até mesmo incompreensíveis para qualquer um que não seja o seu criador. Eles quebram a regra de que a arte deve ser perfeita. São a prova de que a vida é um borrão maravilhoso, e não uma aquarela de precisão cirúrgica.
E são vorazes. Devoram a máscara social. Enquanto o seu currículo, sua biografia e seus posts cuidadosamente filtrados buscam construir a imagem de quem você gostaria de ser, o texto inacabado revela quem você é. Ele carrega o cheiro da ansiedade que o fez acordar às três da manhã e o arrepio do insight que durou apenas um instante.
O Ser Humano, afinal, é um projeto inacabado. Somos a eterna promessa, nunca a realização total. E é por isso que esses pequenos textos, que não pedem licença e não esperam aplausos, são os mapas mais honestos. Eles são os vestígios da sua mente em estado de fluxo, a prova de que a maior poesia está no que não foi dito por inteiro.
Portanto, olhe para os seus fragmentos. Eles não são falhas. São o seu diário mais íntimo, a crônica mais verdadeira de quem você ousou ser, mesmo que por apenas um instante e meia linha. A incompletude é a sua assinatura mais autêntica.
Esta incompletude é também um ato de resistência contra o "culto do impecável". Vivemos na era da curadoria da vida, onde tudo deve ser filtrado, editado e exibido como uma peça de museu. O fragmento, no entanto, recusa o palco; ele reside na margem do caderno, no verso do guardanapo manchado, na nota de voz que é cortada pelo barulho de um carro. Esse é o seu território sagrado: o não-lugar da performance.
Nesses nichos de verdade, a clareza chega como um raio, intrépida, e se esvai antes que possamos vesti-la com palavras adequadas. O texto inacabado é o registro exato desse instante fugaz de lucidez, antes que a razão o domestique. Ele é um pacto consigo mesmo: a promessa de uma ideia que talvez nunca se concretize, mas que foi, no seu nascimento, absolutamente vital. É o seu código secreto, a sua língua franca com o seu próprio inconsciente. E é justamente por serem inacabados que eles permanecem vivos. Se estivessem completos, seriam memória; como fragmentos, são eternas possibilidades. Somos todos, no fundo, a soma voraz desses pequenos textos à espera de um final que, poeticamente, nunca chegará.
E é nessa espera, nessa promessa suspensa, que encontramos a liberdade mais pura. O texto completo é um corpo fechado; ele não pode mais mudar, não pode mais se contradizer. Sua verdade é finita. Já o fragmento, o pequeno texto voraz, mantém todas as suas portas e janelas abertas. Ele carrega consigo o peso do "ainda não", a energia do "e se". Essa incompletude nos obriga a voltar, a tentar de novo, a continuar o diálogo com a página, com a vida. No fundo, a crônica da nossa existência é apenas uma coleção de começos brilhantes e meios confusos. E o maior ato de autoconhecimento é amar esse caos, reconhecendo que a única forma de o Ser Humano não se tornar um objeto de museu, frio e intocável, é permanecer, para sempre, um rascunho apaixonado.
O nosso legado, quando partirmos, não será a obra terminada que deixamos sobre a mesa, mas sim a pilha de papéis a meio. Não é o livro publicado, mas a anotação na margem que revela a dúvida mais íntima do autor. O que fala verdadeiramente sobre nós é o conjunto de pontos de interrogação que não conseguimos resolver, as ideias que foram grandes demais para caber numa única frase. São esses fragmentos de pensamento, carregados de vida não vivida e intenção pura, que se tornam convites para quem vier depois. São a nossa maneira de dizer: "Continue, a história não é minha, mas nossa". E assim, nesse mapa voraz e intrépido de textos inacabados, encontramos a nossa mais profunda e mais humana imortalidade: a de sermos possibilidade até ao último suspiro.
"E o amor chega como uma certeza tranquila: a de que, entre tantos lugares, existe um onde a gente não quer apenas estar — quer permanecer."
"Não existe fracasso, existe desistência. Se você não tivesse desistido, certamente, teria encontrado uma maneira de lograr êxito."
☆ Haredita Angel
