Não Existe uma Pessoa Certa

Cerca de 76828 frases e pensamentos: Não Existe uma Pessoa Certa

1553
"Deus, se existe, não parece demonstrar preocupação nem sofrimento por Ateus existirem. Por que Ateus, por outro lado, não se conformam e ainda sofrem por um Deus que eles acham não existir? Como explicar isso para outras pessoas?"

1554
"Se Deus existe? Como vou saber se ninguém sabe, além dos Ateus? O que sei é que Ateus existem e eu vejo, leio e ouço os 'Argumentos' deles e por isso opino!"

1559
"Pelo tempo que dedicam (e perdem) para tentar provar que Deus não existe, Ateus bem poderiam dedicar estátua gigante ao Deus que eles não acreditam. Gratidão, né?"

"Existe uma praga destruindo o Brasil, mais nociva do que um milhão de Coronavírus mutantes. Chama-se: A Estupidez Polarizada."

Deus existe. Essa poderia ser a sentença ideal para iniciar um livro. Ou talvez: Deus não existe.
Qual delas prenderia mais a atenção do leitor?
Nada é simples assim. Nem uma, nem outra. Ambas são complexas, teses de difícil comprovação. No campo da fé, a primeira frase pode convencer com facilidade, sobretudo pessoas crédulas. Já a segunda talvez encontre terreno ainda mais fértil se o leitor for cético, agnóstico ou mesmo religioso sem convicção profunda. Em ambos os casos, não se trata de verdade ou mentira imediata, mas do lugar íntimo de onde o leitor parte. A frase inicial não prova nada; apenas revela quem lê.
Seguindo por esse caminho, este será o meu livro mais inquietante. Não porque eu nunca tenha tratado desse tema. Ao contrário, como filósofo, escrevi muitos livros que, de uma maneira ou de outra, trabalharam com essas duas possibilidades. Mas este é diferente. Ele nasce do lugar em que me encontro agora.
Para um leitor curioso, este livro será uma janela aberta para dois abismos. Duas escolhas, duas teses, duas possibilidades. Ainda assim, creio que será um trabalho penoso. Habitar o espaço entre esses dois polos, descer ao mais tenebroso caos para investigar, sob uma perspectiva dialética, questões que há milênios retiram a paz de homens e mulheres de alma profunda, exige coragem.
Se Deus não existe, estamos perdidos. Revoltados, em desespero total, sem nenhuma base para a esperança. Com essa afirmação, Deus não existe, enterramos a metafísica e já não necessitaremos buscar sentido nessa ciência frágil. Então, comamos e bebamos, surtemos e executemos todos os desejos carnais, certos de que não haverá julgamento nem punição moral após a morte, apenas o retorno ao pó.
Contudo, antes de concluir qualquer uma dessas afirmações, é preciso investigar a história de ambos os lados. As pessoas que acreditaram em cada uma dessas posições, o que as levou a sustentar tais teses e quais foram os resultados morais, sociais e históricos dessas escolhas.
Mas de onde partiremos, na corrente do tempo? Em que lugar cultural fixaremos nosso ponto de partida? Que história ou mito serviu para determinar o princípio de tudo? Seria ideal partir de uma crença específica, de uma tradição particular, ou isso seria um argumento frágil, sem credibilidade universal?
Se eu escolher o óbvio, o mito de Adão, não lograrei êxito com aqueles que não creem na tradição oral ou escrita dos judeus. Talvez, se optar por outro cerne, como a cultura africana, ainda assim enfrentarei sérios problemas para resolver essa questão inicial. O impasse persiste.
Contudo, é preciso definir um ponto de partida e seguir adiante. O atraso excessivo também é uma forma de recusa. O que me ocorre agora é outra possibilidade. Sugerir várias origens, vários mitos, várias tradições, e deixar a critério do leitor qual delas melhor lhe servirá.
Talvez não caiba a este livro impor uma origem, nem eleger uma tradição soberana, mas oferecer caminhos. Permitir que cada leitor escolha de onde olhar para o abismo. Afinal, a pergunta sobre Deus talvez diga menos respeito à resposta correta e mais à coragem de sustentar a pergunta.
Então, antes de fixarmos a mente no homem como ser racional ou como criação divina, levantemos os olhos. Olhemos para as estrelas.
Comecemos com um pouco de ciência. Observemos o universo não como metáfora, mas como fato. Sabemos hoje que ele não é estático. Expande-se. Galáxias afastam-se umas das outras, o espaço se dilata, o tempo carrega consigo a memória de um início violento e incompreensível. Houve um momento inaugural, que a ciência chama de Big Bang, no qual matéria, energia, espaço e tempo surgiram juntos, sem testemunhas, sem linguagem e sem propósito declarado.
A ciência descreve o como com rigor crescente. Fala de inflação cósmica, de forças fundamentais, de partículas elementares, de um universo que lentamente se organiza a partir do caos primordial. Mas permanece silenciosa quanto ao porquê. Ela mede, calcula, observa, mas não confere sentido. Talvez não seja essa a sua função.
É nesse ponto que a pergunta por Deus reaparece, não como afirmação, mas como hipótese extrema. Onde Deus caberia nesse projeto? Antes do início, como causa primeira? Como princípio organizador? Ou como invenção tardia de uma consciência assustada diante da vastidão e do silêncio?
Olhar para cima é um gesto filosófico. Diante da imensidão indiferente do cosmos, o homem percebe sua fragilidade e, ao mesmo tempo, sua singularidade. Somos poeira que pensa, matéria que pergunta, universo tentando compreender a si mesmo. Se Deus existe, talvez não esteja nos detalhes morais imediatos, mas nesse espanto original diante do infinito. Se não existe, o espanto permanece, talvez ainda mais cruel.
Todo evento, afirma a ciência, necessita de um observador, pois acontece em um ambiente, no espaço e no tempo. Essas condições são frágeis, mas reais. É dentro delas que algo pode ser reconhecido como acontecimento. Essa probabilidade científica, instável e limitada, talvez seja tudo o que temos para buscar algum sentido no estado das coisas físicas, materializadas. Fora disso, restam apenas hipóteses, silêncio e a vertigem de tentar compreender um universo que existe independentemente de nos perceber.

A sua ausência deixou os meus dias vazios. Existe uma tristeza profunda em viver sem o brilho do seu olhar, que iluminava os pequenos detalhes que só nós dois entendíamos. Dizem que o tempo cura tudo, mas, para mim, ele parece parado em um eterno inverno desde que nos separamos.Sinto muita saudade da simplicidade de quando éramos um só. Daquela época em que a nossa maior promessa era o próximo encontro e o meu maior tesouro era o som da sua risada. Eu me perdi em palavras que não disse e em gestos que adiei por orgulho ou medo. Hoje, com a clareza que a saudade traz, percebo que a minha vida só faz sentido se eu estiver ao seu lado.Não estou pedindo para você esquecer as mágoas ou o passado, pois eles também fazem parte da nossa história. Peço apenas que você deixe o carinho falar mais alto. Lembre-se do nosso toque, que acalmava qualquer tempestade, e da conexão única que sempre existiu entre nós.Se ainda restar um espaço pequeno no seu coração para o que fomos, me deixa provar que podemos ser ainda melhores. Não quero voltar para o mesmo lugar de antes. Quero construir um novo futuro com você, porque hoje eu entendo o valor real do nosso amor e estou pronto para cuidar dele como o meu bem mais precioso.O meu coração continua fiel e bate pensando em você. Estarei aqui, esperando o momento em que o destino decida trazer você de volta para mim.

"A ciência explica o que vê, o que não vê ela faz de conta que não existe"

A caixa de música da boneca de porcelana quebrada.




Existe uma coreografia exaustiva que aprendi a seguir: curvar os lábios em um sorriso perfeito como se a vida fosse apenas um cenário de filme onde tudo da certo sempre. É um ensaio diário onde a regra principal é dizer 'sim'. Eu digo sim para as demandas, sim para os papéis que esperam que eu interprete, enquanto, sob a superfície, meu corpo inteiro grita um 'não' desesperado.


Eu me afogo em um oceano chamado expectativa. É uma maré que sobe silenciosa, mas implacável. O 'estou bem' tornou-se a minha rotina, uma resposta automática que esvaziou de significado, enquanto a sensação de estar de fato bem virou uma memória longínqua, quase um sonho de outra pessoa.


Vou aceitando o peso de cada cobrança, uma camada sobre a outra, engolindo em seco o que deveria ser dito, o que deveria ser gritado. Mas o mar não respeita o silêncio. Ele sobe, ele pressiona, ele invade. E quando o fôlego acaba, o que eu guardei transborda, não em palavras, mas em lágrimas que carregam tudo o que me sufocou por dentro.


Contudo, a tempestade é breve, e a engrenagem é implacável. O choro é apenas uma pausa técnica antes que o mecanismo interno volte a girar. Com um suspiro que ninguém ouve, limpo o rosto, ajusto a postura e sinto a chave girar nas minhas costas mais uma vez.


O sorriso volta a se curvar, milimetricamente ensaiado. A música começa a tocar — aquela melodia doce, repetitiva e mecânica que todos esperam ouvir. Eu volto para o centro da caixa, pronta para a próxima rotação, dançando com a leveza de quem não tem escolha, enquanto, lá no fundo, a boneca de porcelana apenas observa, imóvel e partida, o mundo que continua a girar sem ela.

Os pássaros de Brasília


Certo dia, eu caminhava pela mata virgem que existe cerca da minha casa. Pássaros tamborilavam em ritmo de uma canção desconhecida de roça. Um deles, aparentemente o líder, separou-se do grupo e voou até uma árvore distante, pousando no mais baixo dos galhos. Ele parecia não gostar da canção que seu bando entoava; talvez ela fosse simples demais para seus ouvidos modernistas, ou exacerbadamente complexa a seus olhos de Brasil contemporâneo. Sentada em um banco florido de madeira desgastada pelo tempo, eu não conseguia retirar do meu campo de visão aquele interessante ser, que devagar começava a assobiar uma nova canção. Foi então que enxerguei nele um espírito renatista, russo-brasileiro, transbordando os enlouquecidos pensamentos sobre uma certa geração coca-cola. O trovador solitário se juntou a outros pássaros loucos como ele, formando uma Legião que pairava em cada alma revolucionária deste país da Brasília que não muda.

Atrás de um simples olhar
Existe um grande coração
Torcedor do Corinthians
Com amor e paixão

⁠"Depressão é saber que existe uma solução e não ser capaz de alcançá-la."

"Muitos dizem que Deus não existe, mas só porque você procurou no lugar errado não significa que o ouro não exista."

"Não existe algo no mundo que não pertença a alguém."

"Só porque existe a borracha, não quer dizer que você pode errar."

"A arte só existe por causa do artista; se dependesse de outros, jamais existiria."

"A borboleta só existe porque a lagarta passou pelo processo de transformação."

"Existe hierarquia até em um pasto de burros."
"A desigualdade social, física e mental revela nossa inteligência."
"O patrão do PJ é o CLT."

Il existe des différences structurelles entre les bijoux contemporains et les bijoux d'art signés au sein de l'histoire moderne de la joaillerie. Les bijoux contemporains sont des créations réalisées ou dessinées par des designers à partir de pierres précieuses et de métaux nobles, généralement de l'or. En revanche, les bijoux d'art signés sont des créations d'auteur réalisées par des artistes-joailliers utilisant des gemmes brutes ainsi que des matériaux organiques ou naturels rares ; ils peuvent être façonnés à partir de métaux précieux ou ordinaires, mêlant par exemple l'or, l'argent, le cuivre, l'acier chirurgical et d'autres métaux moins nobles.

📌 "Não existe liberdade e não existe determinismo. Isso foi criado pela humanidade. Existe a pura realidade — uns têm recursos, outros não. Devemos viver a realidade como ela é, sem criar dogmas. E a partir dela, cada um cria o seu próprio conceito de realidade."

O Direito existe para limitar o poder precisamente quando o poder acredita não precisar de limites.