Nao Existe o Belo e o Feio
Feliz é quem possui amizades sinceras, pois amigo é um sentimento mais leal que existe.
O amor de um amigo não se pede não se compra e não se vende é a fidelidade que acalenta um coração ferido.
Sem questionamentos entende o caí de uma lagrima e consola sem pedir nada em troca.
Benditos os amigos sinceros e reais que não se rende e faz com que os sentimos dentro do coração.
É racional dizer, que a vida é passageira, temporária, porém, existe a possibilidade dela ser estendida eternamente e isso, é emocionante.
Mesmo nos recantos mais sombrios da mente humana, existe uma lógica curiosa e instigante, que revela a complexidade e a profundidade da condição humana, convidando-nos a explorar e compreender as profundezas da nossa própria natureza.
O Amor existe ? Sim , Começa com uma Amizade .
Floresce Paixão e desabrocha num lindo e Verdadeiro Amor .
As vezes preciso dos olhos de Deus para enxergar a beleza da vida,pois a maldade que existe as vezes me cega.
Existe algo mais forte do que a morte; a lembrança dos ausentes na memória dos vivos.
"Não existe neutralidade nas companhias ou nos ambientes, tudo está sempre exercendo uma força sobre nós: ou para o bem, ou para o mal."
Existe uma luxúria na autocensura. Quando nos culpamos, sentimos que ninguém mais tem o direito de nos culpar.
Se existe um "deus amoroso", então ele destruirá primeiro os "fanáticos religiosos", pois são eles os que mais espalham ódio!
MÃE(MEU ANJO)
Na minha vida existe um anjo que oferecia seu colo nos momentos de angústia,um anjo que me dava conselhos quando eu não sabia mais o que fazer,um anjo que não poupava esforços pra me ajudar,um anjo que passou por muitas dificuldades pra me ver protegido e forte,um anjo que me mostrou um caminho onde só o sol tocava e tudo era puro,um anjo que me pegava nos braços e voava para longe do frio e da escuridão que eu tanto temia,um anjo que transformava meu medo em coragem sem nunca me deixar sozinho,esse anjo me deu sonhos para sonhar e forças para continuar e a cada batalha perdida esse anjo me tirava das ruínas e do seu devaneio silêncioso e mesmo ferido lutava sem parar para me ver vencedor,tudo que hoje sou devo a esse anjo que tudo me ensinou.
BOM DIA!
DEUS É TUDO E ESTÁ EM TUDO!
BASTA AMÁ-LO DE CORAÇÃO E
TER FÉ VIVA NELE!
MAS, EXISTE UMA COISA MUITO ESPECIAL QUE DEUS AMA NAS PESSOAS:
HUMILDADE & SIMPLICIDADE DA VIDA!
O MAIS DEUS ACOLHE BASTA ACREDITAR & TER DEUS VERDADEIRAMENTE EM TI!
Crônica: O Mapa dos Textos Inacabados
Existe uma tirania da página completa. A exigência de que o pensamento seja redondo, a frase, lapidada, a ideia, finalizada e assinada com um ponto inquestionável. Mas a vida, convenhamos, não é feita de tratados; é feita de sussurros interrompidos, de notas de rodapé que nunca chegaram ao livro e de rascunhos rasgados.
Aqui reside o poder dos pequenos textos inacabados e eficazes, intrépidos e vorazes que falam sobre você.
Eles são a nossa verdade mais bruta, a confissão não autorizada pelo censor interno. Pense nas listas de supermercado rabiscadas, que revelam não apenas a fome, mas a pressa, a desorganização charmosa, a prioridade daquele dia. Pense nas mensagens de texto digitadas e apagadas, aqueles dez segundos de fúria ou de amor inarticulado, que morreram no limbo digital, mas que continham a essência do que a sua alma gritava.
Esses fragmentos são eficazes porque ignoram a burocracia do bom-tom. Eles não têm tempo para introdução, desenvolvimento e conclusão. Vão direto ao ponto nevrálgico: o desejo, a dúvida, o pico de alegria. Um haicai mental que, por sua incompletude, nos força a preencher as lacunas, convidando-nos à intimidade.
São intrépidos porque ousam ser feios. Ousam ser mal escritos, gramaticalmente incorretos, ou até mesmo incompreensíveis para qualquer um que não seja o seu criador. Eles quebram a regra de que a arte deve ser perfeita. São a prova de que a vida é um borrão maravilhoso, e não uma aquarela de precisão cirúrgica.
E são vorazes. Devoram a máscara social. Enquanto o seu currículo, sua biografia e seus posts cuidadosamente filtrados buscam construir a imagem de quem você gostaria de ser, o texto inacabado revela quem você é. Ele carrega o cheiro da ansiedade que o fez acordar às três da manhã e o arrepio do insight que durou apenas um instante.
O Ser Humano, afinal, é um projeto inacabado. Somos a eterna promessa, nunca a realização total. E é por isso que esses pequenos textos, que não pedem licença e não esperam aplausos, são os mapas mais honestos. Eles são os vestígios da sua mente em estado de fluxo, a prova de que a maior poesia está no que não foi dito por inteiro.
Portanto, olhe para os seus fragmentos. Eles não são falhas. São o seu diário mais íntimo, a crônica mais verdadeira de quem você ousou ser, mesmo que por apenas um instante e meia linha. A incompletude é a sua assinatura mais autêntica.
Esta incompletude é também um ato de resistência contra o "culto do impecável". Vivemos na era da curadoria da vida, onde tudo deve ser filtrado, editado e exibido como uma peça de museu. O fragmento, no entanto, recusa o palco; ele reside na margem do caderno, no verso do guardanapo manchado, na nota de voz que é cortada pelo barulho de um carro. Esse é o seu território sagrado: o não-lugar da performance.
Nesses nichos de verdade, a clareza chega como um raio, intrépida, e se esvai antes que possamos vesti-la com palavras adequadas. O texto inacabado é o registro exato desse instante fugaz de lucidez, antes que a razão o domestique. Ele é um pacto consigo mesmo: a promessa de uma ideia que talvez nunca se concretize, mas que foi, no seu nascimento, absolutamente vital. É o seu código secreto, a sua língua franca com o seu próprio inconsciente. E é justamente por serem inacabados que eles permanecem vivos. Se estivessem completos, seriam memória; como fragmentos, são eternas possibilidades. Somos todos, no fundo, a soma voraz desses pequenos textos à espera de um final que, poeticamente, nunca chegará.
E é nessa espera, nessa promessa suspensa, que encontramos a liberdade mais pura. O texto completo é um corpo fechado; ele não pode mais mudar, não pode mais se contradizer. Sua verdade é finita. Já o fragmento, o pequeno texto voraz, mantém todas as suas portas e janelas abertas. Ele carrega consigo o peso do "ainda não", a energia do "e se". Essa incompletude nos obriga a voltar, a tentar de novo, a continuar o diálogo com a página, com a vida. No fundo, a crônica da nossa existência é apenas uma coleção de começos brilhantes e meios confusos. E o maior ato de autoconhecimento é amar esse caos, reconhecendo que a única forma de o Ser Humano não se tornar um objeto de museu, frio e intocável, é permanecer, para sempre, um rascunho apaixonado.
O nosso legado, quando partirmos, não será a obra terminada que deixamos sobre a mesa, mas sim a pilha de papéis a meio. Não é o livro publicado, mas a anotação na margem que revela a dúvida mais íntima do autor. O que fala verdadeiramente sobre nós é o conjunto de pontos de interrogação que não conseguimos resolver, as ideias que foram grandes demais para caber numa única frase. São esses fragmentos de pensamento, carregados de vida não vivida e intenção pura, que se tornam convites para quem vier depois. São a nossa maneira de dizer: "Continue, a história não é minha, mas nossa". E assim, nesse mapa voraz e intrépido de textos inacabados, encontramos a nossa mais profunda e mais humana imortalidade: a de sermos possibilidade até ao último suspiro.
Existe uma linha tênue entre amar e se perder.
Se eu amo, amo pela forma que sou tratada ou pela forma na qual me desprendi de mim mesma para me entregar a esse amor?
Será que o amor que sentem por mim e pelo meu amor ou a falsa ilusão de quem posso ou não ser?
Amar é projeção, espelhamento.
Eu amo o que me vejo ou amo como me veem?
