Nao Existe o Belo e o Feio
Ema...ema...ema...
Cada um com seus problemas.
Todo mundo sabe. Família a gente não escolhe.
No mais das vezes, a coisa anda mais do que desanda porque é sabido que quando todos são “farinha do mesmo saco”, pode ser de qual for a natureza do problema ou da solução, tá todo mundo acostumado.
Duro é quando você foi criado longe da sua família, teve uma educação diferente (melhor ou pior, tanto faz) e tem vergonha alheia daquelas patacoadas de uma tia ou primo que, apesar de ter o mesmo sobrenome, tem educação e costumes tão diversos.
Cada macaco no seu galho, cada cabeça, uma sentença. E tem gente que para armar um barraco, não precisa de pau. Um palito serve. Seria mais trágico se não fosse cômico ter uma família desse tipo. Quem acha que tudo na vida tem jeito, na verdade, costuma arranjar um jeitinho para tudo.
Não é o meu caso. Avesso a barracos, prefiro hotéis, ainda que sem estrelas.
Eu já estou aprendendo. Chorar pelos cantos não vale a pena. Ainda mais por pessoas que nem se importam com você. As cicatrizes já estão se formando.
A verdadeira amizade não se baseia em interesses.
Permanece firme também na desgraça.
Podemos dizer ainda que a amizade é por excelência o sacramento da relação humana penetrada por Deus.
Eu aprendi aos trancos que não importa o quão triste eu esteja por dentro, por fora eu devo sempre aparentar felicidade.
Não podemos nos acostumar com a injustiça. O estado de acomodação é o primeiro passo para a banalização da desigualdade.
Boa noite, meu amor! Durma bem! Não estarei do seu lado pra te abraçar, mas, se sonhar comigo, tenho certeza de que te darei todo o amor e o carinho que você merece! 😉
Eu sou o verso de um poema
Inefável, indizível, interpretável, mas não
impossível de se entender.
Alguns por fado compreenderam, outros
por disparate julgaram, infortúnio dos que julgam,
afinal, não sabem apreciar a beleza de uma epopeia.
“” Você é a novidade em um poema de amor
É o êxtase, a flor do tempo
Não sei por enquanto
O que posso pedir
Nem se devo comentar
Mas levo da eufórica realidade
O supra sumo do desejo
Raro troféu dos anjos
Que um punhado de ouro nunca comprou
E quem a conquistou,
Sorte demais pra quem tudo quis
Você é grata surpresa
E toda leveza de ser feliz
Logo mais chegará a paixão .
Rugida ao luar
Capaz de fundar a imortalidade na alma
Do acaso que nasceu pra ficar...””
"" Quando as palavras não puderem expressar o sentimento
talvez uma lágrima o faça
quando um gesto falar de doçura
pode ser que acabe a procura
ou inicie
quando em uma flor o perfume for mensagem
quando a paisagem
te lembrar de alguém
preste atenção
tudo leva a crer que é o amor
chegando em seu coração...""
Pessoas que se fazem de vítima não costumam olhar para si com crítica. Tentam manipular todos à sua volta com seus enredos cheios de uma falsa passividade.
Então me ajude a superar
esse meu medo
de te amar
Então não me deixe
a te esperar
Pois os minutos
não querem passar.
Todos nós tomamos diferentes trilhas na vida; mas, não importa aonde vamos, aproveitamos um pouco de cada uma delas em toda parte." ♪Sou gota da chuva e da areia; Fora isso.. Sou parte do infinito.♪
Sempre terão pessoas que não serão verdadeiras amigas, mas o que eu posso fazer a respeito disso? Nada. Mas isso não quer dizer que eu também me tornarei esse tipo de pessoa.
Me encante com serenidade,
mas não se esqueça,
também tem que ser com simplicidade,
não pode haver maldade.
Me encante com uma certa calma,
não tenha pressa,
tente entender a minha alma.
Nota: Trecho de "Me encante" de Silvana Duboc
Não temo mais...
os fantasmas que me perseguem.
Eles já fazem parte das minhas noite e tardes.
Convivem comigo em meu cárcere.
Fazem-me companhia
em dias de nuvens negras onde
o sol não brilha.
Na lama, onde atolo minhas poesias,
escureço meu olhar, perco minha alegria,
confesso em meus versos as tristezas dos meus dias
Não temo mais ao confrontar-me comigo,
já me vejo no espelho como assombração
admito...
ser um ser abatido, meio sem cor,
pálido e ferido.
Vou ficando frio...
sem emoções..neste meu vazio.
No oco do meu mundo
vou desfilando letras e compondo
meu absurdo.
O escuro não me aflige mais...
se não tenho estrelas fico apenas
com os vendavais.
Se nem o vento aqui passar, fico apenas
com o silêncio a me silenciar.
Não temo mais a boca seca,
nem as mãos cruzadas,
nem ao arrepio que me chega
em horas desesperadas. Ajoelho-me
e me entrego ao exílio de minhas palavras.
Durmo entre as navalhas...
Acordo entre os punhais.
Tornei-os desprezíveis,
não me cortam nunca mais.
