Nao Existe o Belo e o Feio
"Pobre de quem tem medo de correr os riscos...talvez não se decepcione nunca, nem sofra como aqueles que tem um sonho a seguir...quando olhar para traz...vai escutar seu coraçao dizendo...desperdiçaste tua vida...!"
Tips da Obscena Sra. T.
Não vou mais tentar me convencer do que os outros querem que eu me convença ou do que os outros julgam que seja o melhor, o mais adequado, o recomendável. Eu não me convenço de nada; eu sei e sinto. E mudo de idéia quando me der na telha, a propósito.
Tem coisas que eu quero muito e não sei bem como elas se materializariam se acontecessem. Não consigo nem de longe prever a logística. Também tô pouco me importando. Se é algo que eu quero muito, se acontecer, eu dou um jeito (nem que seja reorganizando todo o resto). O nome disso é estar vivo e manter a capacidade de viver, com todas as suas melhores e mais drásticas conseqüências.
É bem verdade que tentar é arriscar a dar tudo errado. Em compensação, tentar também é arriscar a dar tudo muito mais certo do que já deu até aqui. Entre a tentativa e a resignação, há o que se construiu de si mesmo e a confiança que se tem de que se pode fazer ainda melhor (e que se merece mais). É precisamente o caso.
Não vou desistir. Nem hoje, nem amanhã, nem depois de depois de amanhã. Porque eu sei. Dentro da cabeça, em cada neuroninho, em cada célula, em cada terminação nervosa. Eu sei até o osso. Eu soube desde o instante zero e por mais que eu tenha pensado e repensado e meditado e sopesado, eu nunca tive dúvida. Eu sei que é isso. E que isso é o começo do que eu posso fazer. Não vou desistir.
Não tenha uma visão derrotista da vida, afinal, o fracasso não é um acontecimento. E sim uma opinião momentânea.
Nós temos hoje gente com dinheiro. Isso em si mesmo não é mau. Mas esses endinheirados não são ricos. Ser rico é outra coisa. Ser rico é produzir emprego. Ser rico é produzir riqueza. Os nossos novos-ricos são quase sempre predadores, vivem da venda e revenda de recursos nacionais.
(E se Obama fosse africano?)
Hum... Sabe o que é?
Eu queria que se importasse mais comigo, mesmo sabendo
que homens não se importam com os sentimentos das mulheres
por achá-las complicadas demais. Porém, eu queria que se importasse mais comigo, mesmo sabendo que isso não é capaz.
Eu sei que você faz o que pode, me liga quando lembrar da minha existência
ou quando se sentir só e necessitar-se não se sentir mais.
Eu sei que talvez em algum momento do seu dia você lembra de me, mesmo que não seja o suficiente para demonstrar me ligando na mesma hora. Mas eu sei que lembra, nem que seja de um momento de riso que te causei... É eu sei que lembra.
Eu sei que você faz o que pode para se dividir, e conseguir me encaixar na sua agenda, que está sempre vazia para todos, menos para me. Mas eu sei que faz...
Eu sei que posso te faz feliz, mas é fazer feliz de verdade e não do jeito que você acha que me faz!
Na verdade eu só queria que você demonstrasse me amar um pouco mais, mesmo ao seu jeito...
Como sorrir se não tenho sorriso, como chorar se eu não tenho lágrima, como viver se eu não tenho você?
Nós sabemos que as noites foram feitas especialmente para dizer as coisas que não podem ser ditas no dia seguinte.
Quando o mal
Compreende que em nós ele não habita!
Ele parte sem deixar rastro algum
Porque viu que a casa já estava cheia da luz de Deus
E ali ele nunca pousaria nem se quer por um minuto.
Pois a escuridão tem medo de quem já nasceu
Com a claridade do sol!
Sou meio estranha e já me conformei com isso. A gente não pode passar a vida brigando com a gente mesmo, senão fica aquela coisa de inimigo muito íntimo e isso é bem ruim. Eu sei que de vez em quando sou a minha pior inimiga (quem não é?), mas já entendi algumas coisas sobre mim, sei que preciso aceitar que o mundo é como é. Só que ainda vejo a vida com óculos de coração.
Jesus, ensina-nos a entender a diferença entre dependência e amor. Sei que o amor não termina, nós é que nos transformamos; e, por consequência, mudamos nossa visão sobre o mundo e as pessoas. Como pode o amor - o mais nobre dos sentimentos - nos fazer mal? Como alguém pode agir sobre nós tal qual uma droga, um alucinógeno que nos exalta e ao mesmo tempo nos arrasa? Como dosar ou utilizar na proporção certa a inclinação amorosa? São essas dúvidas cruéis que nos rodeiam a mente e nos fazem às vezes sentir vontade de desistir da busca: tudo nos parece sem importância, não conseguimos avançar, não vemos com otimismo o futuro. Estamos cientes de que a paixão termina, o amor não. A paixão vence e refreia o que a razão sugere e pondera; o amor propõe liberdade. Por isso, quando amamos alguém, devemos deixá-lo livre. Se partir, é porque nunca o tivemos; se voltar, é porque o conquistamos. Hoje nosso amor não é maduro, e sim uma dependência psíquica. Somos viciados na "emoção do enamoramento" e na sensação de felicidade que ela nos proporciona; consequentemente, sempre esperamos do "bem-amado" a fonte da alegria de viver, o que nos torna seduzidos e cativos. Parece que sem "um amor" nos assemelhamos a criaturas que não sabem nadar, buscando freneticamente um tronco flutuante para não se afogarem. A paixão é um prazer que nos causa agonia, mas essa mesma agonia nos dá prazer. Isso é o paradoxo da paixão - é a etiologia dos diversos tipos de dependência. Na Terra somos muitos os viciados em relacionamentos. Essa condição, que supostamente alivia a dor de uma realidade intolerável - a de não se amar e não sentir capaz de cuidar de si mesmo - perpetua a compulsão afetiva de "ter sempre alguém por perto" e nos desvia da motivação para recuperar e valorizar a própria vida. O sentimento afetivo pode nos fazer muito mal quando o objeto de nosso amor tem efeito alucinatório sobre nós, anestesiando-nos e, ao mesmo tempo, causando-nos deslumbramento!
E se eu lhe pareço tão quieta não estranhe, não estou triste. Eu só estou um pouco mais aqui dentro.
Quando estiver caminhando sozinho, não se entristeça, muito menos se desespere. Quando menos esperar, Deus colocará a pessoa certa para caminhar contigo. Ou quem sabe não, às vezes estamos melhor só do que mal acompanhados. Sendo assim, não confunda estar sozinho com solidão.
O amor caminha em sentido anti-horário
O amor não cessa
É o sopro do vento
É o cantar do silêncio
É o caráter lendário
O amor caminha contra o tempo
É o desejo diário
É a lança que atravessa
É o passo alento
O amor caminha em consentimento
É o carmesim do calvário
É o íntimo que interessa
É o real acontecimento
O amor caminha de modo extraordinário
É o protagonista da peça
É o dom literário
É o valor 100%
É o elemento primário
O amor é a arte da vida;
Que eu sonho vivo e invento.
