Nao Existe o Belo e o Feio
Quem me dera ser liberto de mim Senhor,
Quem me dera perder-me em Ti;
Quem me dera não ser mais eu
Mas Cristo que vive em mim!
"Lutar e ganhar todas as batalhas não é a suprema glória, a glória suprema é quebrar o inimigo sem lutar."
Não subestime ninguém. Trate sempre com respeito. A vida é uma dança das cadeiras. Um dia sentando; noutro, de pé.
O primeiro princípio da justiça é este: Não façais aos outros o que não quereríeis que vos fizessem.
A coragem de assumir que estamos tristes, quando a tristeza chega, não implica permitir que ela nos escravize, a não ser que essa seja a nossa escolha. Ela é uma nuvem que passa, somos o céu que fica!
Viva a sua vida plenamente como se não houvesse um amanhã, permita-se se apaixonar, jamais se envergonhe dos seus erros, pois eles o conduzirão aos acertos desta vida.
Tire a expressão "se" do seu vocabulário, esqueça o: “E se eu não tivesse dito aquilo? Se eu não tivesse me apaixonado? Se eu pudesse esquecer?”
Tente trocar o “se” por: “eu posso”, “eu faço”, “eu quero”... E tudo será bem melhor.
Pois se você não tivesse dito aquilo estaria até hoje imaginando como seria se tivesse dito.
Se não tivesse se apaixonado, estaria sofrendo a dor de um coração vazio e não teria aprendido lição alguma desta vida.
Se você pudesse esquecer, como faria para poder lembrar-se de como aprendeu uma belíssima lição para não mais cometer o mesmo erro?
Não lamente por ter falado, por ter ou não se apaixonado ou até por não poder esquecer.
Porque os bons e maus momentos vividos em nossas vidas servirão no futuro de exemplo de uma grande experiência recebida, apenas guarde-a na caixinha das lembranças válidas, pois ela se tornará umas das grandes lições que você carregará para o resto de sua vida.
Relaxe e viva a vida pois o tempo não espera você pra poder passar 1 segundo mas o tempo pode fazer com que 1 segundo seja toda a vida que lhe resta
Não me diga o que você acha que eu poderia ser
Eu estou sozinho na vela, eu sou o mestre do meu mar...
É sofrido resistir à tentação de ser igual aos outros, de ansiar romances burgueses, de não coagular as feridas abertas pelos espinhos de um caminho que prometia uma paisagem botânica na adolescência, rendido em uma espécie de diabetes emocional. Não perder-se de si mesmo já é mudar o mundo e não é fácil acostumar-se em pavimentar a própria estrada com placas e leis com o próprio sobrenome.
A distância que separa um Martin Luther King, um Paulo Coelho, um Steve Jobs, um Chico Mendes, um John Lennon dos outros seis bilhões de pessoas é vasta, eu sei. Contudo, pode ser resumida em uma palavra: atrevimento. O mundo é de quem ousa, de quem ama alguma coisa, quem habita dentro do velho moço, a quem não perdeu o costume de matar as aulas inúteis.
Sério, nunca desista de seus sonhos. Desista dos sonhados por mim, pelo seu companheiro, pelos seus pais, pelo seu vizinho, pela televisão, pela Gisele Bundchen, pelo Selton Mello, pelo Barack Obama, pelo Ronaldo Fenômeno, pelo casal do Jornal Nacional. Desista dos sonhos dos outros.
Nunca dos seus, por mais bobos, românticos e impossíveis que pareçam.
Chefe que se entrega ao oportunismo dos bajuladores de plantão não sabe incentivar um bom trabalho em grupo, pois este só quer dissimular a sua insegurança, ou esconder a sua incapacidade de liderar pessoas e as suas diferenças. O puxa-saquismo é a ruína da autoestima, é o prejuízo da competência, e é a falência do profissionalismo.
Quando as pessoas aparecem em seus sonhos, não é porque querem algo de você, é porque você quer algo delas
Há um julgamento acontecendo o tempo todo.
Não na praça, nem nos tribunais,
mas dentro.
Apontamos o dedo para o mundo
e, quando ninguém vê,
erguemos o martelo contra nós mesmos.
Condenamos erros, falhas, atrasos, silêncios,
como se fôssemos obrigados a acertar sempre.
Mas que sociedade se constrói
quando cada um aprende a ser
o próprio algoz?
Que mudança é possível
se a primeira relação consigo,
já nasce em guerra?
Talvez transformar o mundo
comece por um gesto quase invisível:
diminuir a dureza do julgamento interno,
reconhecer a humanidade no outro
porque ela foi, antes, reconhecida em si.
Mudar a si não é se absolver de tudo.
É aprender a julgar com consciência
e viver com mais responsabilidade
e menos crueldade.
