Nao Existe o Belo e o Feio
Foi o passo mais belo, o rodopio mais bonito, olhar mágico, palavras clichês e repetidas, doce, envolvente, o gingado mais gostoso. Foi à dança mais linda. Foi tudo menos atração. Tudo menos amor.
Em uma noite bonita olhando as estrela e a lua lembrei do seu belo sorriso,dos seu olhos castanhos claros,dos seu cabelo preto,dos seu lábios vermelho,só deu vontade de ir ate você pra te dizer o quanto eu amo você.
Adoro me vestir de xadrez, flores, rendas e poá, mas o que realmente me cai bem é um belo sorriso no rosto.
Num belo dia acordamos e sem esperar,
alguém que já conhecemos, vem dividir com
a gente uma alegria jamais vista pelos nossos
olhos...E então percebemos quanto tempo
perdemos, longe desse alguém tão especial!
Um belo dia resolvi mudar e fazer tudo o que eu queria fazer. Me libertei daquela vida vulgar que eu levava estando junto a você. E fui andando sem pensar em voltar, e sem ligar pro que me aconteceu (...)
Eu sinto prazer de ser quem eu sou, de estar onde estou.
Um belo dia, eu acordei decidida e fiz o que meu coração mandava. Um belo dia, tudo acabou. Ainda é estranho. Parece que, há qualquer momento, meu telefone irá tocar e vou ouvir sua voz. Mas os dias passam e você se vai. Da minha vida e da minha rotina....
Embora o natural coincida com o belo, seja talvez pelo tamanho do exagero... Que tua beleza está longe de ser uma coincidência.
"A vida sem amigos é como se estivesse
no deserto, sem nada de interessante e belo,
uma verdadeira tentação".
Nunca vi um sorriso tão belo, nunca vi uma flor desabrochar, quando olho nos teus olhos, me perco no brilho do teu olhar.
Quando você estiver com dificuldades de vencer, solte um belo sorriso e dê Glórias a Deus, pois enquanto houver fôlego de Vida há esperança para uma grande Vitória...
Fé em Deus, e tenha a certeza que somente Ele é quem te faz Vencer...
“Porque a poesia purifica a alma
...e um belo poema — ainda que de Deus se aparte —
um belo poema sempre leva a Deus!”
Texto extraído do livro "Nova Antologia Poética", Editora Globo - São Paulo, 1998, pág. 105.
Epitáfio epifânico
Num belo dia acordei e descobri que nunca houvera antes acordado. A sensação de estar imerso numa realidade, e o efeito por ela causado em meu corpo, e mente, era algo assustadoramente novo. Descobrir que eu realmente possuía 5 sentidos, e que a verdade era algo absoluto (embora sujeita à perspectiva) foi algo tão quântico quanto artístico.
Não demorou muito até que eu me desse conta que, nessa realidade, eu existia em primeira pessoa. Eu não era apenas um diretor que controlava um ser correlato, a meu bel-prazer. Estava eu nessa realidade, onde só se pode cair uma vez de um prédio. Onde não se pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. Onde não sou onisciente. Onde todos necessariamente têm um rosto. Nesse mundo onde a informação não depende de você. Nesse mundo - nesse mundo, e não num simulacro de mundo.
Me dei conta também que, nesse mundo, eu havia acabado de acordar e, por isso, não seria possível acordar de novo. Esse quase belo dia foi hoje. Por isso possivelmente não estou mais aqui.
Porque tu es tão belo?
Porque tu es tão lindo?
Porque as estrelas do céu me faz enlouquecer?
Porque o Sol me faz renascer?
