Nao Esperava me Apaixonar
"Não posso deixar que um erro tão tosco de um passado meio bos..., que nem foi meu, atrapalhar o meu presente, que sás meu futuro"
Quantas vezes paramos para agradeçer a Deus, ao Universo, a está dádiva chamada olhos... Se não tem.nada mais a agradeçer, agradece o fato de enxergar.... A gratidão é sinônimo de felicidade.. Pessoas gratas são pessoas felizes... Seja feliz! Como disse o pieta: " Tudo vale a pena quando a alma não é pequena"
A vida é bastante breve. A existência é breve. Minha essência e o amor que tenho, não! Nina Lee Magalhães
Ser fraco não é não saber brigar. Ser fraco não é não conseguir vencer. é desistir antes de ao menos ter tentado
Tenho tantas coisas pra te falar, um bocado pra desabafar, não posso lhe dar a lua pra te fazer chorar, mas posso te dar o meu amor que te faz descansar.
"Nao vivo para os outros,vivo pra mim e assim vou construindo meu fim, a única certeza que temos é a morte,mas que falta de sorte".
Para o amor não existir barreiras, muito menos explicação. A não ser a de amar de coração; amar, amar e nada mais a se importar. Porque o amor é a única coisa que realmente importa.
O amor não é apenas a compensação da morte, mas também a transcendência da mesma que perpassa através de inúmeras gerações, que inevitavelmente irão sofrer, porém o sofrimento não é páreo diante de uma potência tão alta como o amor.
Reflexão diária 07/07
Não tenho saudades das coisas que perdi, porém hoje luto para manter o que busco conquistar.
... Estou muito cheio de segredos, que nem ninguém capaz será de disvendar-me, se não tanto estudares! Prestes atenção na insignificação de tudo... Me encontrarás.
<<Meu heterônimo: Fernando Pessoa desde 2010>>
Não importa porque ou de que....
Há dias, horas, momentos de inércia ou fulgor
Que aprendemos que não temos o controle
Não somos donos de nós, de nossas vidas
Descobrimos ser peças em num tabuleiro
Num jogo de Santos, Milagres e solidão
Seguindo em frente num sem fim que fim não tem... ou tem!
Mas aí, já percebemos nós estarmos quase à margem
Da estrada, do jogo, da vida, de nós mesmos
A caminhada é mais que longa e sempre apressada
Quão poucas são as ferramentas prestantes ao alcance
Que cumprem a função de ajudar nesse insano trajeto
Por onde passam também os insones, os lúcidos
Temerosos delirante ou desatentos de alma pura
Que cansados de cada passo dado nessa rota
Nos descortinando, para sermos vistos como somos
E nada e ninguém: nem sejam Santos nem folhas secas
Caídas se um outono cruzando a contramão da ida
Tem olhos pra notar que há mais passantes que passos
E depois de tanto seguir, ultrapassar, sem descanso
O coração se cansa, desiste por nós, sangra abatido
E se assossega, se cala, simplesmente para
E sai de cena sem importar mais com a via que vê à frente
Não há mais o que sofrer, a alegrar, ser frio ou quente
