Nao Entendemos nada mas Continuamos Insistindo
Mas é que também não sei que forma dar ao que me aconteceu. E sem dar uma forma, nada me existe. E – e se a realidade é mesmo que nada existiu?! Quem sabe nada me aconteceu? Só posso compreender o que me acontece mas só acontece o que eu compreendo – que sei do resto? O resto não existiu. Quem sabe nada existiu! Quem sabe me aconteceu apenas uma lenta e grande dissolução? E
que minha luta contra essa desintegração está sendo esta: a de tentar agora dar-lhe uma forma? Uma forma contorna o caos, uma forma dá construção à substância amorfa – a visão de uma carne infinita é a visão dos loucos, mas se eu cortar a carne em pedaços e distribuí-los pelos dias e pelas fomes – então ela não será mais a perdição e a loucura: será de novo a vida humanizada.
Não adianta nada ficar do lado de fora, vendo fantasmas, imaginando coisas que não existem. Melhor entrar de uma vez.
Por Dentro
Não era nada com você. Ou quase nada. Estou tão desintegrado. Atravessei o resto da noite encarando minha desintegração. Joguei sobre você tantos medos, tanta coisa travada, tanto medo de rejeição, tanta dor. Difícil explicar. Muitas coisas duras por dentro. Farpas. Uma pressa, uma urgência. E uma compulsão horrível de quebrar imediatamente qualquer relação bonita que mal comece a acontecer. Destruir antes que cresça. Com requintes, com sofreguidão, com textos que me vêm prontos e faces que se sobrepõem às outras. Para que não me firam, minto. E tomo a providência cuidadosa de eu mesmo me ferir, sem prestar atenção se estou ferindo o outro também. Não queria fazer mal a você. Não queria que você chorasse. Não queria cobrar absolutamente nada. Por que o Zen de repente escapa e se transforma em Sem? Sem que se consiga controlar.
Existem pessoas fiéis em atribuir as coisas suas posições de status.
Algumas exibem folhas de arruda na orelha, outras cultivam plantas e fazem uso de sal grosso, outras mais, fazem sinal de cruz e rezam.
Não sei se todo esse encejo é pra livrar, cuidar, ou evoluir.
Somos seres ritualistas de culto ao que muitas vezes nem entendemos.
Somos apenas imitadores de alguém que praticou.
Afinal tudo oque chamamos de mal ou bem emerge de nós alertando-nos.
Mesmo assim, só entendemos que é pro nosso fim ou morte.
Porém foi pra isto que nascemos, então porque toda essa luta?!.
Algumas coisas dentre as pessoas fazem sentido, porém ainda são pressupostos.
Conhecimento é algo profundo e separado de tudo oque julgamos.
Inevitavelmente conceitos e entendimento sobre pessoas e coisas apesar de toda onisciência, ainda há que se ter cautela.
Engana-se quem acha autentica aquela frase que diz que
“nós entendemos as coisas como as vemos”.
Ledo engano, pois nossa mente sempre esta voltada
para o histórico que a formou.
Muitas vezes, vemos a mesma situação de maneira
diferente, eu a minha e você a sua.
O certo seria dizer que, entendemos a vida sim, mas,
como somos e não como a vemos.
(teorilang)
“Muitos são chamados, mas poucos escolhidos”.
Ou seja, o número de chamados é muito grande, assim como o número daqueles que negligenciaram.
Com isso entendemos que os poucos escolhidos deram ouvidos, atenderam ao chamado e creram naquele que os convocou.
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Mateus 22.14
A alienação que sofremos, está intimamente ligada a nossa necessidade de nos alienar.
E as causas que por conseguinte, cegamente defendemos, tanto quanto as que julgamos, refletem sobre nós mesmos a hipocrisia que temos, em detrimento da razão que esquecemos, nos pondo a julgar o que sequer entendemos.
É estranho escrever coisas que nem mesmo nós vimos ou entendemos,mas que por um minuto nos passou pela cabeça,como tudo poderia ser diferente um dia ..
Quem precisa de um tempo para viver um amor talvez precise de um tempo para entender um pouco mais a vida em si.
Ou eles são viajantes intergalácticos em busca de paz ou seres humanos do futuro voltando no tempo para nos impedir de destruir o planeta.
Para quem está de fora, é bem mais fácil perceber quando alguém está insistindo numa história que, muito provavelmente, não tem futuro. Mas para quem está envolvido diretamente nesta tal história, tentando simplesmente ser feliz no amor, parece que sempre vale a pena tentar mais uma vez.
Afinal, quase sempre o outro dá alguns sinais. Em geral, não são exatamente sinais verdes, mas amarelos, com certeza. Ou seja, deixa brechas que fazem com que a pessoa se encha de esperança, crie expectativas e fortaleça a ideia de que, quem sabe, talvez, se persistir mais um pouquinho, dê certo e engatem um encontro de verdade.
Acontece que, entre uma esperança e outra, sempre vêm duas ou três frustrações, mais furos, mais desencontros, menos sintonia. E assim segue o ritmo desgastante e doloroso que só não vê quem não quer: quando um não está disponível, dois não podem viver uma história de amor!
Se você se identifica com algo parecido, se tem se sentido derrapando na estrada que acredita que te levará ao encontro da tão desejada felicidade, lembre-se do sábio dito popular: “para um bom entendedor, meia palavra basta”. Isto é, pare de dar “murro em ponta de faca”, reveja suas escolhas, olhe para a realidade tal qual ela se mostra e pare de viver de ilusões seguidas de desastrosas desilusões!
Você merece bem mais do que isso, mas só vai viver, de fato, algo que realmente te faça crescer e se sentir feliz quando acreditar nesta possibilidade e acender, você mesmo, todos os sinais vermelhos para esta história morna, sem intensidade, sem profundidade e sem coração na qual você vem insistindo em investir.
Em primeiro lugar, perdoe tudo isso, todo o seu passado e todo o seu presente. Compreenda que todos nós erramos para, então, finalmente, acertar! Agora, convicto do que quer, talvez você se dê conta de que a pessoa que está procurando, a que você realmente quer encontrar, não é esta com quem vem lutando e se machucando há tempos. A que você realmente merece encontrar é aquela que estará tão envolvida quanto você.
Sim, isso mesmo, você precisa de um novo amor, mas não de um amor que só existe no seu mundo ou nas suas expectativas vazias. A partir de hoje, portanto, vai investir na busca ou mesmo na espera (consciente e equilibrada) de um amor recíproco, intenso, inteiro, entregue, que esteja tão disposto quanto você a experimentar todos os sentimentos e a superar qualquer dificuldade.
Um relacionamento que lhe renda sonhos realizados, desejos vivenciados e uma história consistente entre duas pessoas que reconhecem que vale a pena insistir, sim, num amor, desde que os dois corações estejam seguindo o mesmo caminho, na mesma direção. E assim, quem sabe, você nunca mais se deixe consumir numa insistência masoquista, esvaziada de qualquer criatividade ou reciprocidade...
Isto é amar e ser livre. Amar e ser feliz!
Sem forçar a barra, sem ter que ficar insistindo para dar certo. Tô topando só o que é natural, que vai fluindo sem que a gente se dê conta que está acontecendo.
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