Nao Entendemos nada mas Continuamos Insistindo
Fingir que acabou, fingir que não tem mais nada haver entre nós dois, você não entenderia o que eu quero te dizer,
E não há nada que me cale, a não ser a minha própria voz dita quando não se explicam as próprias palavras, elas são infundadas demais para todos os sentidos que busco. Vivo na eterna busca de me perder lentamente, o meu desejo é deixar de ser aos poucos. Afinal, sou tão leve que não me permito parar... Vento todos os dias.
Nunca desisto de nada na minha vida... Mas não vou me indispor com o destino... Tem coisas que não é pra ser... Prefiro ser uma virgula do que um ponto final.!!!
Eu odeio quando te ofereço algo e você diz “eu quero você”. Não quer nada! Porque você já me tem e nem se dá conta disso. Mal sabe que poderia ter ainda muito mais de mim. E está me deixando ir embora dessa maneira.
NADA MELHOR QUE VOCÊ
Você é importante,
Porque você é única,
E não há nada igual.
Tu és criação divina,
Que flui o amor, a humildade,
E a caridade divinal.
Luz que ilumina e que irradia,
A felicidade de uma forma,
Simples e natural.
Você é parte,
Desta imensa humanidade,
Um ser de verdade,
Realidade,
De uma existência universal.
Você é importante!
Muito importante!
Tanto para mim,
Quanto a todos que se juntam,
Em volta do seu alto astral...
HOJE EU PRECISO DE VOCÊ.
Hoje eu não preciso de nada!
Não preciso de nada mais.
Hoje eu só preciso estar com você,
Pois com você, é que eu me sinto em paz!
Cala-te vício!
Oh vício!
Não gostava de guardar nada que lhe trouxesse miseráveis lembranças. Ela odiava abrir caixas do passado e encontrar rosas perfumadas e vagabundas por sinal. Além de espirrar feito doida, sentia náuseas. Só não sabia se era advindo da poeira ou da própria nostalgia abatedora. Costumava por fogo, literalmente em tudo. Até em sua pele. Mas isso não dependia dela... E sim de quem “acendia”. Entre um pesar e outro, lamentava-se sempre da vida, mas não angariava motivos. Então concluía que reclamava por não ter mesmo o que fazer. Costume. Metade mulher. Outra metade: também.
Oh vício! Não tomava café. Mas fumava. Fazia amor pela manhã. Vivia do mesmo se pudesse. Encontrava todos os dias “o homem de sua vida” e morria por cada um ao entardecer. Não sabia o que era alternatividade. Não gostava de pessoas estranhas, descompassadas, complicadas, amedrontadas, apáticas e pseudo-recalcadas. Não! Preferia morte a ter que suportar tais tipos. Mas sempre atraía aos montes as mais diferentes e variadas formas humanas. Todas com fardos bem maiores que o seu. Ajudava, pois, sempre a carregar.
Oh vício! Amava a luxúria. A cultivava nos jardins de sua casa. E não tinha vergonha nenhuma. Pelo contrário, orgulhava-se. As unhas vermelhas feito sangue, prolixa por natureza e com os passos largos. Tinha afobação, a vida não esperava ninguém. Entre os gostos e disparos, via a sua facilidade em ser "várias mulheres", cada uma com algo em destaque. Não se fazia única nunca. A não ser para quem realmente merecesse. Mas logo amanhecia e seus vícios... Bem, seus vícios assim repousavam e cresciam. Eles não tinham nenhuma pressa ao contrário dela, mesmo porque amanhã era outro dia. Dia de começar tudo outra vez.
Oh vício!
Se não existia nada como pôde haver uma explosão que deu inicio a todos esses planetas e etc.. Não acredito na teoria do Big-Bang, pois não existia nenhum lugar nem nada que podia fazer uma explosão, pois no nada cabe e não cabe nada..
Tudo faz parte da vida, pois sem a vida não existe nada e nada faz e não faz parte de nada, e como nós e todo o resto podemos virar nada?
É fácil falar "eu te amo", quando não se tem de sacrificar nada por esse amor. E pra onde vai todo esse amor quando os problemas surgem? Porque eles vão surgir.
