Nao Entendemos nada mas Continuamos Insistindo
Alguns escritores não criam nada sem a tecnologia. Deve ser por isso que escrevem como um algoritmo.
Nada é inatingível para quem sabe o quer. O que não alcanço com as mãos, alcanço com o coração. O que não realizo hoje, posso realizar amanhã; e o que parece impossível, transformo em sonhos. Mas nunca desisto do que me faz feliz.
SONETO INTRÍNSECO
Não quero te comparar a nada breve,
Poderia te comparar com uma noite de estrelas,
Pra quê? Não sobrevive,
Ela termina com os primeiros raios de sol.
Poderia te comparar com o outono,
Com a sutileza que carrega o amanhecer,
Pra quê? Sonha a abandono,
Ele termina com a frieza e tristeza do inverno.
Vou te comparar com o oceano,
Ele é belo e não se esvai,
Mas se perde em giros infinitos azuis.
Gira com a Terra em devaneios mil,
Não para! Ondeia, ondeia, ondeia...
Assim és tu no interior da minha poesia
As cidades, as verdades e os muros.
Era manhã de abril e o céu não se cobriu de nada, e nas
cercanias da cidade descortinaram a estampa de seu amor fraseado,
pregado em todos os muros da cidade.
Diziam que era amor, mas tanto amor era resguardado, não
era arregalado e na boca de todos cingiam frases recortadas de
verdades que moram no absoluto julgamento de todos.
O que era velado, surdo, intransponível, efervesceu e tingiu
os muros de toda a cidade.
Agora não tinha mais vestes, arrancaram seus sentimentos
e dependuraram seus trapos pelos muros da cidade como
interpretavam.
Ela virou só lamento, andava quase seminua e todos
desviavam de sua presença. Diziam que nos muros cuspiam as
estações gravadas, onde sua boca pousou, o que dela suspirou e
com quem dançou.
Como se atrevera a tanto?
Não havia nela talento para o mal, arrombaram e viram a
folia de seu coração.
A chave se perdeu e o preconceito nasceu das reentrâncias
dos muros que circundam as cercanias das cidades.
Nos trapos as verdades despiram-se, como se fossem
realidades nunca realizadas, onde o leviano é sentinela de quem
não sabe nada de verdades e sentimentos.
Livro Pó de Anjo
Autora: Rosana Fleury
Não foi fácil, demorou, mas consegui...
-Consegui ignorar quem nada me acrescentou, além de desagrados, criticas e falsidades.
-Consegui relevar tantas trapaças disfarçadas de mal entendidos, e tantos mal entendidos achando serem trapaças.
-Consegui ignorar de vez tantas abordagens por simples interesses disfarçados de solidariedade ou simpatia.
-Consegui decifrar todas as tentativas veladas de autopromoção de quem nada tinha a se orgulhar e nem a oferecer.
-Consegui apaziguar meu coração diante tantas injustiças e ingratidões pela vida afora.
- Consegui ignorar as expectativas e valorizar as surpresas, pois são elas que formam e dão conteúdo ás nossas emoções.
-Consegui desfazer-me daquele fardo pesado de um passado, tornando-o mais leve com o tempo.
-Consegui transformar em gratidão, todas as revoltas que amargavam minha alma, fazendo delas um
balsamo para meus conhecimentos.
-Consegui fazer dos erros e enganos, degraus para
aguçar os acertos e a sabedoria.
-Consegui, finalmente, entender que Deus não é só um símbolo de paz onde depositamos nossas mais diversas agonias, ou pedidos de graças, mas sim a razão essencial de todos nós.
(teorilang)
Veja que o futuro não te diz nada
Não tem como saber quando vai chegar
Com o tempo o próprio tempo vai ceder as falhas
E você vai usar luzes para te guiar
Desabafo
Não sei nada
Mas tenho me questionado
Porque sou escolhido para escrever no Pensador
E no Escrito org .
E tenho lá 17.000 curtidas
E até mesmo no meu blog
E aqui não passo de no máximo de 30
...Deve ser que não peguei no conselho
do meu filho...
Escreva nas suas páginas
E não aqui
E depois envie para cá!
Você tá certo Virgílio Portes...
Acho que ainda não entendo nada sobre amor. Mas, na minha opinião, se tiver medo de perder, não vai jogar bem.
problemas e discussão acontece?sim! Mas nada melhor que uma boa conversa resultando no perdão não resolva no final.
"Muitas vezes sou tomado pelo pensamento de que a poesia e a literatura não me servem de nada, que meus textos são pura insignificância e perda de tempo.
E é logo após tal pensamento que mais me ponho a escrever. Primeiro rejeito a mim mesmo, depois rejeito minha própria rejeição. Sem escrever, não sou. Se não pudesse escrever para fora de mim, o faria dentro de minha própria cabeça."
