Nao Controlamos o que Sentimos

Cerca de 607592 frases e pensamentos: Nao Controlamos o que Sentimos

Amadurecer também é compreender que o amor não exige a ausência de limites.

É possível amar sem apressar compromissos. É possível cuidar sem assumir a responsabilidade pela vida do outro. É possível perdoar sem devolver o mesmo acesso ao coração. E é possível sentir carinho, gratidão e respeito por alguém, mas ainda assim dizer: “Até aqui.”

Durante muito tempo, essas atitudes podem parecer contraditórias, como se estabelecer limites fosse incompatível com o amor. Mas não é. Na verdade, essa é uma das maiores expressões de maturidade emocional: entender que o afeto não elimina a necessidade de preservar a própria paz.

Há pessoas que possuem um dom precioso: enxergam o melhor nos outros. Isso revela sensibilidade, esperança e generosidade. No entanto, essa mesma qualidade pode se tornar um risco quando faz com que idealizemos quem alguém pode ser e deixemos de observar quem essa pessoa realmente escolhe ser.

Os sentimentos revelam aquilo que o nosso coração deseja.

Mas é o tempo que revela o caráter, as intenções e a constância de alguém. São os fatos, as escolhas e os comportamentos repetidos que mostram quem uma pessoa verdadeiramente é.

Por isso, não permita que a intensidade dos seus sentimentos silencie a sabedoria da realidade.

O coração pode indicar o caminho que deseja seguir.

Mas é o tempo que confirma se vale a pena permanecer nele.

Alexsándra Duárte

Felizmente, eu aprendi a desistir das pessoas. Você não pode me esgotar, me decepcionar e me desrespeitar e ainda esperar que eu continue por perto.

Sobre o poder da murmuração




Há muito se ensina, e de forma equivocada, que Deus não se agrada da murmuração. Mas tal ensinamento é fruto de falta de observação detalhada. Então irei demostrar que existem dois tipos de murmuração, e que uma é que não O agrada. Já a outra, O agrada e muito! O primeiro tipo de murmuração, aquela que não O agrada, é a murmuração ingrata. É uma espécie de resmungo ou pirraça, levada por um impulso de não se permitir reconhecer, os favores recebidos como que, até se nunca os tivesse! Essa murmuração, encontra-se no meio do Povo Hebreu, quando fora retirado da Terra do Egito. Por vezes, O Eterno o quis matar. Mas pela intercessão de Moisés, Deus se apiedou. A segunda murmuração, é aquela baseada na Justiça racional. Onde se apresenta a Deus, queixas porque se percebe algo incompatível entre o comportamento de um indivíduo e o que ele está passando. Esta murmuração, é como uma queixa que se faz a Deus, apelando para Sua Eterna Justiça em relação a alguma injustiça sofrida. Várias foram as murmurações racionais, apresentadas por vários de Seus servos, que foram apreciadas pelo Senhor. Como muito bem se expressou o Profeta Isaías, representando Deus, ao dizer: Apresentai a vossa demanda, diz o SENHOR; trazei as vossas razões, diz o Rei de Jacó.
— Isaías 41:21


E outra vez, o Apóstolo Paulo, nestes termos: para que sejas declarado justo em tuas palavras e prevaleças quando fores julgado. Romanos 3.4




Por: Fábio Silva


Às 11:44 in 05.08.2026

Homem 🕸️


Às vezes, ele não diz nada.


Mas carrega milhares de pensamentos
e sentimentos que, muitas vezes,
ninguém consegue enxergar.


Ele aprendeu que precisa ser forte.
Que não pode desmoronar.


Porque, afinal…


“tem que ser homem, né?”


Então ele não chora.
Não desiste.
Mantém a cabeça erguida.


Mesmo quando tudo dentro dele
está desmoronando.


Ele segura.


Guarda.

Lembre-se de uma coisa: uma relação saudável não acontece quando uma pessoa salva a outra. Ela acontece quando duas pessoas, cada uma carregando a própria história, escolhem caminhar juntas. Você merece ser escolhida pelo que você é, e não pelo quanto consegue suportar ou resolver a vida de alguém.

PROCURA-SE UM AMOR PRA VIDA TODA

Não, não procure. Antes devemos amar.
Um amor deve ser pra cada momento vivido,
Pois a vida toda não tem hora pra acabar,
Por isso, a cada instante deve ser dividido,

Um amor pra vida toda deve ser aquele da cumplicidade,
Da alegria, dos olhares, dos risinhos, algumas vezes sofrido,
Outras vezes alegre como riso de criança, sincero sem maldade,
Um amor de vários momentos e em cada um deles querido.

Esse amor não é se apaixonar por diferentes seres a cada instante,
Mas a cada instante pelo mesmo ser se apaixonar,
Ainda que presente ou ausente, perto ou distante,
Fechar os olhos e lembrar...

Um amor pra vida toda se constrói,
Às vezes tijolo por tijolo, ponto a ponto,
Outras vezes por coisas que na alma dói,

E para que não haja na relação confronto,
É necessário sacrifício, paciência, resistência, resiliência,
Perseverança, esperança, altruísmo e ardor,

Mas acima de tudo muito, mas muito abnegado AMOR.

Autor: Agnaldo Borges
07/01/2016 – 03:52

LIVROS DE INFÂNCIA

Eia em marcha meu Rocinante,
Vamos em busca de sonhos, vamos avante,
Não tenho tempo para bobagens ou inimigos,
Apenas quero viver e cuidar dos amigos,

Daqueles que me cativaram,
Isto o príncipe me ensinou,
Em nossas viagens,
Ou navegando rios com perigos,
Com Huckleberry Finn,
Ou em visitas as princesas de nossos sonhos,
São muitas aventuras e estórias sem fim,
Tempos felizes e risonhos.

Ah! Branca, Cinderela e Rapunzel,
Cachinhos e minha pequena Sereia,
Brincávamos debaixo do sol com nuvens por véu,
Construindo castelos de areia,
Sonhando acordados,
Dormindo felizes e inocentes,
Sem especiais cuidados.

Aventuras mil com Simbad, João e Maria e o Gato de Botas,
Protegidos pelo Soldadinho de chumbo, em todas as rotas,
Abrigados na casa de tijolos e fazendo guerra de travesseiros,
Fomos na meninice grandes felizes e arteiros.¹
As vezes enfrentando vilões,
Como em Ali Babá e os quarenta ladrões
Em outras ficamos no meio,
Da vida do patinho feio,
Ouvimos a resposta do espelho,
Corremos com Chapeuzinho Vermelho,

E o medo do Saci, da Mula e do Caipora,
Do Curupira, da Cuca e outros bichos,
Que enfrentamos em duelos,
Dentro e fora do Sítio do Pica-pau Amarelo,
Ah! Seu Bento,
Por sua causa e de outros,
Tive muito passatempo.

Agora saímos desse cenário,
Pra trás ficam sonhos, feiticeiras e leões
Ficam também armários,
Assim como imaginações.
Ai que saudades eu tenho...²

Nós, o povo, precisamos aprender que os políticos não merecem uma segunda eleição. Às vezes nem a primeira.

Amor não se explica. Se for explicado não é amor. Amor se sente, se vive.

"As derrotas de ontem não significam que hoje você não vencerá. As vitórias de ontem nada valem para hoje. Hoje é dia de luta."— Agnaldo Joeci Borges

Você não nasceu pra sobreviver — você nasceu pra romper!

Quem anda por princípios, não é movido por pressão.

O desgosto é um silêncio pesado dentro da alma. Não grita, mas corrói devagar. É o choque entre o que esperávamos e o que a vida entregou, uma ferida que não sangra por fora, mas exige do coração uma força que ele nem sempre estava pronto para dar. O desgosto não é apenas um sentimento — é um peso que o corpo inteiro aprende a carregar.

O desgosto é o instante em que a alma descobre a fragilidade das expectativas.
Ele não nasce do mundo, mas da distância entre o que imaginamos e o que acontece. É um convite abrupto para olhar a vida sem as cores que pintamos nela.


O desgosto é um mestre duro:
mostra que nada é permanente, nem mesmo a alegria;
revela que o outro não pertence às nossas certezas;
recorda que o coração, por mais forte que seja, ainda é casa de delicadezas.


Ele desmonta ilusões, mas ao mesmo tempo amplia a visão.
No desconforto do desgosto, percebemos que a existência não é feita apenas de plenitude —
é feita de contrastes.
Sem o gosto amargo, não haveria clareza suficiente para distinguir o doce.


Paradoxalmente, o desgosto é também uma forma de despertar.
Ele corta, mas abre espaço.
Ele pesa, mas educa.
Ele derruba, mas deixa o terreno limpo para algo novo crescer.


Por isso, filosoficamente, o desgosto não é inimigo, mas um visitante incômodo que nos obriga a reorganizar a própria alma —
e a reconhecer que viver é aprender a renascer mesmo quando aquilo que amávamos desaba dentro de nós.

O Profeta em Sua Pátria Não Tem Honra**


Às vezes, Deus coloca em nós dons, visão e propósito — mas exatamente aqueles que cresceram ao nosso lado são os que menos reconhecem o que Deus está fazendo. Foi assim com Jesus: em sua própria cidade, onde todos achavam que o conheciam bem, poucos conseguiam enxergar quem Ele realmente era.


Isso nos lembra de algo importante:
**o valor que Deus colocou em você não depende do reconhecimento das pessoas ao seu redor.**


Muitas vezes, é fora da nossa “pátria”, fora do círculo habitual, que Deus abre portas, conecta corações e faz frutificar aquilo que Ele plantou em nós.


Se você sente que não é valorizado por quem está perto, não desanime:
— Continue fiel ao seu chamado.
— Continue fazendo o bem.
— Continue crescendo em silêncio.


Porque a honra que vem de Deus não pode ser impedida pela incredulidade de ninguém.
**Quem te levantou é maior do que quem não te reconhece.**
✍🏼 Bispo Ederson Dantas

A solidão não é vazio quando o absoluto permanece. É ali, entre você e Deus, que a ideia de insuficiência deixa de existir.

Deus não nos chama apenas para molhar os pés na Sua presença, nem para viver ajoelhados apenas em momentos de necessidade, mas para um ponto onde já não andamos por nós mesmos, e sim somos conduzidos totalmente pelo fluir do Espírito.

⁠Nos momentos em que a vida sangra, a verdadeira grandeza não está em aparecer, mas em amparar. A dor do outro não é palco; é chamado à humanidade.

Há fases da vida em que o lar, que deveria ser abrigo, transforma-se em tribunal. Não há juízes declarados, mas toda palavra que pronuncio parece já nascer culpada. No casamento e dentro de casa, descubro que o silêncio não é ausência de voz, é defesa. Falo e recebo o contra-ataque; calo e sou acusado de indiferença. Assim, aprendo a arte amarga de medir frases como quem pisa em vidro.
Percebo então que não estou amordaçado por cordas visíveis, mas por expectativas alheias. Cada pessoa carrega sua dor, seu cansaço, sua verdade parcial, e todas colidem no mesmo espaço estreito. O conflito não nasce do que digo, mas do que o outro escuta a partir das próprias feridas. Em casa, a palavra raramente é apenas palavra: ela carrega histórias, frustrações e cobranças antigas.
Nessas fases, amadurecer não é vencer debates, mas compreender limites. Nem toda reação é ataque, nem todo silêncio é covardia. Às vezes, resistir é escolher o momento certo de falar; outras vezes, é reconhecer que não serei entendido agora. Aprendo que liberdade interior não depende de aplauso doméstico, e que dignidade também mora na escuta de si mesmo.
Talvez a maturidade seja isso: aceitar que amar inclui desencontros, e que a minha voz não precisa gritar para existir. Mesmo quando amordaçado por circunstâncias, continuo responsável por não deixar que o silêncio me transforme em alguém que não sou.

De que adianta o esforço, se não aprendermos a servir uns aos outros e à Igreja aqui na terra?
Se o nosso coração resiste ao serviço agora, como estará preparado para servir a Deus na adoração perfeita no céu?


Servir não é um detalhe da fé, é o seu reflexo mais visível. A adoração que oferecemos a Deus começa no amor concreto ao próximo. Quem se nega a servir o irmão, fecha o coração para o próprio Deus, pois foi Ele quem nos ensinou que amar é doar-se.


A Igreja, ainda imperfeita e humana, é o lugar onde aprendemos a viver o céu desde já. Aqui somos moldados, corrigidos, chamados à humildade. Se não conseguimos amar, perdoar e servir nesse chão de fragilidade, como viveremos a plenitude do amor na eternidade?


O céu não será um lugar de espectadores, mas de servos que amam sem medida. Por isso, o serviço aqui na terra não é perda de tempo — é preparação eterna.