Nao Controlamos o que Sentimos
É preciso desmistificar a figura do professor como super-herói. Ele não é salvador nem missionário. Seu verdadeiro superpoder é inspirar, acolher e transformar vidas por meio da educação."
Ninguém é tão ruim que não possa melhorar, da mesma forma que ninguém é tão bom que não possa piorar. A evolução e a queda são escolhas feitas todos os dias.
Não fique dizendo 'eu não consigo', seu cérebro lembrará disso sempre que tentar fazer alguma coisa.
Não seja despretensioso, mostre seu potencial. Vai ficar olhando champanhe alheio sem estourar o seu?!
A vida não para e muito menos pausa, precisamos ter atenção na vida. Coisas podem acontecer e você nem perceber.
Deus é extremamente bom, mas não espere chuva de bênção se o mal você pratica.
Deus é JUSTO, e isso já diz tudo.
Você não pode CRIAR uma nova REALIDADE enquanto estiver segurando ideias, pessoas e hábitos do passado.
O NOVO exige esforço MENTAL para ACONTECER.
Quando você para de repetir o erro não é porque aprendeu, mas sim que desenvolveu habilidade de prestar atenção nos detalhes.
Projetos derrubados, planos desfeitos, metas não atingidas...
O Negativo:
Lamentar a PERDA e ficar sem ação.
O POSITIVO:
O que você APRENDEU com essas vivências?
A maior de todas as tecnologias não é o que o homem FAZ, mas SIM o que o UNIVERSO já CRIOU;
O HOMEM que pensa.
Quando isso não precisou construir a felicidade, a manteve:
Cocriar
Manejar
Esquivar-se
Não controlar
Silenciar
Por isso, por vezes, os materiais desfocam e podem atrair alegrias passageiras e tristezas que não passam, pois felicidade é apenas consciência de um estado mentalmente acessível e ademais é invenção da mesma mente.
Amor é muito mais do que você pensa.
Pare de dizer que ama quando suas atitudes não demonstram isso. Muitas vezes, o que chamamos de amor é apenas carência.
Ser família vai muito além do que sai da boca. Família é presença, respeito, cuidado, compromisso e, acima de tudo, ações.
Porque palavras podem dizer “eu te amo”, mas são as atitudes que provam.
Não temo a agulha.
Temo o silêncio que ela não consegue romper.
Enquanto o aço atravessa minha pele, procuro, em segredo, a esperança de que alguma dor seja finalmente maior do que aquela que habita em mim.
Mas a ardência é breve.
A carne se abre.
O sangue responde.
E, ainda assim, há um lugar onde nenhuma ponta alcança.
É estranho.
O corpo insiste em sangrar como se ainda estivesse vivo,
enquanto a alma, exausta de tantas guerras, já não distingue o que é ferida e o que é memória.
Tatuei lembranças na esperança de sepultá-las sob a tinta.
Mas descobri que a pele não guarda o passado.
Ela apenas lhe oferece um novo nome.
Talvez seja esse o castigo de quem sobreviveu demais:
não sentir a dor quando o corpo é atravessado,
e perceber que o verdadeiro abismo nunca esteve na carne.
Sempre esteve naquilo que nenhuma agulha foi capaz de perfurar.
-M.S. Fieri
