Nao Controlamos o que Sentimos
carta aberta para mim
você entra em uma sala como quem procura saídas de emergência.
não porque queira fugir de mim, mas porque alguém fez do amor um incêndio e, desde então, qualquer faísca parece suficiente para reduzir tudo às cinzas.
eu percebo isso na maneira como você demora para acreditar em um elogio, como transforma carinho em coincidência, como espera que eu vá embora mesmo quando acabei de chegar.
quem foi que te ensinou que afeto sempre cobra um preço?
quem foi que fez você acreditar que toda gentileza esconde uma intenção e que toda promessa nasce com prazo de validade?
às vezes eu tenho vontade de pedir que você descanse.
não nos meus braços.
na ideia de que, desta vez, talvez ninguém esteja tentando vencer uma disputa invisível. talvez ninguém queira moldar você até caber nas próprias expectativas. talvez existir ao lado de alguém não precise ser um jogo onde sempre há um perdedor.
você não precisa me amar hoje.
nem amanhã.
eu só queria que, por um instante, você parasse de conversar com o passado como se ele ainda tivesse direito de responder pelo presente.
porque eu não sou as portas que bateram.
não sou as palavras que diminuíram você.
não sou os silêncios usados como castigo.
e seria uma injustiça comigo carregar a culpa por mãos que nunca foram minhas.
é estranho…
às vezes quem mais precisa de amor é justamente quem menos consegue reconhecê-lo quando ele chega. não por falta de coração, mas porque passou tempo demais aprendendo a sobreviver. e quem vive sobrevivendo esquece que carinho não precisa ser uma negociação.
eu não quero convencer você de nada.
o amor que precisa de provas o tempo inteiro acaba se tornando um tribunal.
eu só queria que um dia você olhasse para mim sem esperar a parte em que eu decepciono.
como quem finalmente entende que nem toda história precisa repetir o mesmo final.
e, quando esse dia chegar, talvez a pergunta deixe de ser “quem foi que te machucou?”
e passe a ser:
quem foi o primeiro que fez você acreditar que ainda era possível não se machucar?
Nas sombras do conhecimento somos ignorante, preconceituosos e cegos para verdade que não se pode calar.
Ouvimos nada dizemos ate que o amanhã seja tarde num único momento.
Seria a verdade de mentira na falácia de tantos argumentos são privilégio...
Nas minhas sombras de madrugada não vejo mais meu rosto.
No espelho vejo meu reflexo buscando um paradigma neste imenso mundo.
Assassinos da gramática...
....escrevo tudo sei ate não saber nada mais...
Não sei escrever apenas copio o que escreveu!
As palavras estão mortas....!
Somos cegos e analfabetos funcionais?
E alguém diz analfabeto político asas da liberdade esta em chamas...
Pois a declaração de pobreza intelectual sera superarada pelos momentos mortos...
Algoz atroz, mundo sem palavras ou fonemas...
Seria possível um percentual absurdo instante.
Voltaria num tempo da inocência...
As palavras era pequeno mundo numa mente vazia...
As chamas dos desenho rupestres elevam sonhos de futuro melhor.
Voto de cabresto ainda vemos as palavras tomarem formas.
Maldizer para o cantor que se perdeu no tempo.
A escuridão sem semântica se torna a deriva a que o abismo da palavras sejam instante de lágrimas de quem aprendeu a ler catando milhos..
A cópia ganha contraste de um abismo.
Não é preciso de palavras apenas olhares.
As palavras perdem o sentido entre sentimentos.
Breves sussurros é o vento lançando palavras ao infinito.
Ao titubear seus lábios os sentimentos são expostos no verbo vulgar.
Tantos são poucos e um não é o bastante....
Apenas mais profundo do que acha ou pensa...
Pois impensável é responsável.....
Às vezes não somos vistos como apenas mais um na multidão, pois não tenho rosto lindo nem sou apenas relevo o conhecimento e busco aprender.
Conhecido apenas pelo meu ser, sigo meu ser num caminho solitário. Não busco a Glória daqueles que são obras do ocaso, tendo o simbolismo sua dádiva.
Arremeto cada sonho num mundo atroz.
No lucidez o cego vê formas numa fogueira imaginaria.
Sua cegueira não é mais uma muralha.
E sim uma oportunidade de vivência novas experiências embora sua limitação seja sombras.
Num mundo caótico tenha apenas dentro de um sonha a liberdade de viver,
Suas escolhas estão tão perto da realidade que as correntes da cegueira só sejam sombras da desconexão esses lapsos são exposição a fogueira.
A caverna escura se opressão política.
Seu sonho é envolto de dias melhores...
No dia a dia seja repleto de dificuldades.
A luz no final do túnel seja apenas luzes do farol.
A diferença social seja mais capítulo do dia a dia, a fome e cansaço seja um gole de vinho seco.
Paralisado num estado fumegante tenho certeza que atormenta a mente no final do mês as contas a pagar,
Nos atos insanos façam amor
Esqueça a guerra...
Mais não esqueçam das pessoas,
Todos atos insanos pela ganância,
Tantas lágrimas veladas pelos filhos perdidos.
Tudo é feito por louco...
Os grandiosos diluem a paz e a descoberta de novas descobertas...
De novos valores para a humanidade próspera...
Num suposto sonho de esperança vivemos em uma época remota no tempo...
No ar,
o mar,
Não há o nada,
Para o nada,
o mar ,
Ou vento que respira o nada,
Para de repente o nada,
Seria o nada ate que o mar seja o nada,
Tal como tovia de repente se via o nada,
Seria mais o profundo sentido para o nada.
Qual seria o valor do nada ?
Emblemático seria?
Pois o nada o tocou?
Belo instante em que criticamos a luz...
Num estado inerte o ar morreu diante meus olhos...
A fumaça das fábricas é carros torna se parte volumosa...
O mar remanescente é puro óleo e sujeira
nos lugares o nada não existe mais apenas mau cheiro...
O nada faz sentir saudades da época que vento respirava...
Síndrome do desespero
A verdade doi mais que a mentira.
Quando nao se acredita nas verdade
Torna se objeto num objetivo num caminho sem rumo.
Portanto todo caminho tem ter responsabilidade de um rumo mesmo para o abismo.
A felicidade de estar caindo num precipício de emoção.
Pode ser entender melhor como felicidade.
Paradoxo de existência tornasse uma parabula nas lafacias de um loucutor.
Tristeza e alegrias ao mesmo tempo são parte do paradoxo do infinito ate o caos absoluto.
Não consigo entender porquê o indivíduo trabalha doze horas por dia sem folga e tem ossos para comer.
E esta feliz por isso.
Come carne de burro e é feliz.
Acha que políticos devem comer do bom do melhor pois a riqueza é para ser desfrutada por ricos apenas.
A alienação intelectual é uma pena parte do domínio mental.
E o baixo intelectual com excesso de ignorância.
Por aonde estamos e caminhamos as escolas não tem o ensino da filosofia e sociologia assim domínio mental se torna fácil e manipulável.
A felicidade e dor a pragmática é simplicidade uma das consequências de pular num abismo político aonde ate o Caos absoluto tem uma beleza e glamour. Na onde o veneno é doce.
O veneno em pequenas doses é um calmante da ao corpo o paradoxo do alívio.
Desinformação dentro da gaiola brasileira faz ganhar eleição...
Palavras bonitas não o feijão na mesa...
Quem disse que vivemos na democracia da gaiola.
Pois não gaiola se tem vista para janela,
Logo são expostos os quatro anos passados a gaiola boa tem estar limpa...
Verdade que toma o caminho.
A esperança vivemos nao mesma orientação que seguimos.
Temos que ser o que eles querem sejamos, que pense o que eles querem que pensamos.
Mesmo nas possibilidades a probabilidade e insurgencia da revolução.
Manipulação surge com várias opções...
O louco e realizações notáveis da existência da caveira.
Ossos para quem tem fome
Não alimente os frutos da sociedade.
Transformação do ambiente social .
Pois centro estendido é retrato do relativismo brasileiro.
A insanidade não é simplicidade criar novos campos de abandono.
É cuidar da mente da sociedade
Mesmo caótica da metáfora o louco é o alienado e suas grandezas na gaiola.
Porque somos objetos?
Porque somos números edificado e desguinado.
O algoritmo não vê como seres animados sem senso crítico...
Somos vistos como consumidores de protudos...
Para uma elite o sistema prospera seu caminho é um reino de ilusão. Mediando o lucro e riqueza.
O capitalismo é simplicidade a crueldade explícita ao mais pobres.
* conjunto do ser ou utópico do não ser ate que o ser seja o ser*
No provérbio a palavra tem vida num sopro o sussurro sāo apenas palavras jogadas no vento.
No conjunto do ser a família ate sociedade em si o modelo arcaico,
No prefácio o julgo é simplicidade o temor da solidão nos espaço translúcido obtemos a famia como apoio, navegantes de mares desconhecido desbravar o sentido é aprimorando pela percepção...
Os sentimentos grandiosos pairam na superfície ate que o amanhã toque coração dos bravos,
Seja quem é o queira ser no submundo do universo somos as palavras perdidas....
* circo e pão fakes e deepfakes*
Um povo de barriga cheia nao tem *reclamações*
Dentro das verdade escorrem palavras...
As palavras jogadas meramente no vazio. Como degetos no banheiro.
A falta de médico e segurança são dogmas da politica social.
As prática do relativismo político é trama do passado e presente.
O circo está armado o palhaço faz discurso eleitoral...? Todos vão ganhar doces privatiza que sara.
Mais ilusões chinelo no pes de quem anda descalço... novos dilemas na otupia de deveria cuidar de seu povo* (...)
Um traços da existência contemporânea...
Se não tem alma não disculta,
Pois ao criticar verá não tem espírito.
E seu conhecimento sāo palhas espalhadas ao vento...
