Nao Controlamos o que Sentimos

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AUTO AMOR
Não se lembra mais do que é isso, né? Vou refrescar a tua memória. "AUTOAMOR" é, dentre tantas outras coisas,a certeza de que você é a pessoa mais importante da sua vida, porque sim, você é. “AUTOAMOR” é agir de acordo com essa certeza em tudo na vida, e saber que isso como pregam alguns, não é egoísmo, é bom senso.

⁠"SEU TRAUMA TE DEIXOU MAIS FORTE."
Não, meu trauma me deixou traumatizada mesmo, e até hoje rola uns gatilhos. Meu trauma me deu noites sem dormir, me deu sentimentos que eu nunca quis. Eu me tornei mais forte, me arrastando para fora desse lugar e lidando com as consequências de coisas que não eram minha culpa.
Que mania feia de medir a dor dos outros,e romantizar isso,gente!?

Aquietou-se quando enfim percebeu que não havia necessidade de correr ou atropelar-se diante da vida. Estava ali dentro de si mesmo tudo o que mais buscava: O Amor.
╰☆╮
___________FranXimenes
17*08*2013

Quem uma vez conheceu o amor não tolera o peso da solidão;
e quem longamente habitou a solidão já não alcança o sentido do amor.


O amor afasta o homem da solidão,
mas a solidão, quando profunda, obscurece o entendimento do amor.

A desigualdade social no nosso país não é tão somente problemas estruturais.
É algo mais sério e nefasto,
Quase que incorrigível.
É que a grande maioria do povo
E nossos políticos são iguais.

Saber os riscos e mesmo assim correr atrás não é idiotice; é uma virtude de crenças que as pessoas tendem a perder com o fracasso.

O exterior jamais será governado por quem não governa o interior.

Não pertenço a nenhuma tribo, mas transito em todas.

Não deixe suas dores apagarem suas belezas.

Mostrar resiliência não significa ser imune ao estresse ou não sentir a pressão; significa manter a calma, o foco e o profissionalismo mesmo quando as circunstâncias são adversas.

o luto é a única dor que lhe acompanhará pelo resto de sua vida, ele não diminui, não dá pra esquecer, apagar, ignorar, ele só adormece, pois ele carece de lembranças para vir a tona, ele e saudade são palavras distintas no dicionário mas sempre andarão lado a lado na existência humana.

Excelência não é um ato isolado, mas um hábito cultivado por meio de desempenho consistente, inteligência interpessoal, comprometimento inabalável e busca incessante por desenvolvimento.

A inovação na disseminação do conhecimento não é uma alternativa opcional para o Especialista Ocupacional; é uma exigência de um mercado que valoriza transparência, acessibilidade e rapidez da informação.

1- Chega um momento em que tudo que queremos é somente evoluir, viver em paz e não perder tempo. Lembre-se; quem escolhe crescer precisa de ser despedir de muitas coisas. Valorize que realmente importa, porque a vida é um dia a menos e não a mais. Dias bons ou ruins são temporários. Nunca deixe de ter bom coração, porque que é bom sempre volta multiplicado. Confie no processo e siga em frente que o aparte do começo, o importante é a chegada.

" As batalhas não precisam necessariamente serem vencidas, mas, enfrentadas."

"O importante não é aquilo que importa, mas a importância que damos ao que realmente é importante."

As pessoas e as coisas não são como desejamos que sejam, nem o que parecem ser. São aquilo que são.

Uma palavra não nasce de forma simples. Às vezes nasce primeiro o sentimento e depois a palavra vem para nomeá-lo. Outras vezes a palavra surge antes, como uma forma vazia que pede um sentimento para preenchê-la. E há momentos em que ambas surgem juntas, como uma única linha de extensão, uma construção inseparável em que linguagem e emoção caminham pelo mesmo trilho. A palavra nasce na linguagem e encontra o sentimento no mesmo caminho, sem que seja possível determinar qual veio antes. Há também um tipo de silêncio que não é ausência, mas excesso. Um silêncio nascido da percepção profunda. A pessoa está calada, mas filtrando tudo o que acontece ao redor: gestos, microexpressões, contextos, tensões invisíveis. Esse silêncio é denso. Ele contém mais do que palavras não ditas; contém uma atividade mental contínua, uma leitura permanente do mundo. É um silêncio cheio, carregado, um silêncio que observa. Se a lucidez tivesse temperatura, seria morna. Não fria como a inconsciência, nem quente como a loucura. Morna porque habita o meio. A lucidez não se perde em extremos: ela existe na zona intermediária entre a fervura do delírio e o gelo da ausência de percepção. É um estado de equilíbrio térmico da consciência. Perceber algo que ninguém mais na sala percebeu é uma experiência recorrente para quem vive da percepção. A percepção, muitas vezes, não é comunitária. Um olhar diferente, uma testa que se contrai, uma microexpressão de desprezo — sinais quase invisíveis que passam despercebidos pelos outros. Percebê-los gera uma solidão ontológica: saber que se viu muito e profundamente, mas não haver com quem compartilhar a percepção na mesma intensidade com que ela foi vivida. Toda inteligência paga um preço. A moeda invisível da inteligência verbal costuma ser a solidão. Quem lê camadas mais profundas da realidade percebe nuances e associações que nem sempre são compartilhadas. Enquanto alguns apenas existem no fluxo imediato da vida, a mente verbal está interpretando, analisando, cruzando sentidos. Isso cria uma distância silenciosa. Há a vantagem de ler o mundo com complexidade, mas há também o custo de raramente encontrar quem o leia da mesma forma. A linguagem pode ser pensada como um organismo vivo que escolhe onde habitar. Ela escolhe quem pode assimilá-la. Quando encontra um corpo capaz de recebê-la, estabelece uma relação de mutualismo: existe dentro do sujeito e, ao mesmo tempo, faz o sujeito existir dentro dela. Torna-se uma morada biológica e simbólica. Há espaço interno para que a linguagem habite, e, ao habitá-lo, ela estrutura a própria existência de quem a abriga. Solidão e soberania interior não são a mesma coisa. A solidão é o sentimento de abandono, a sensação de não haver um par no mundo com quem se expressar plenamente. Soberania interior é diferente: é saber quem se é, o que se quer e o que fazer com isso. Nasce do autoconhecimento. Não elimina a necessidade do outro, mas permite existir com autonomia, administrando o próprio tempo e as próprias escolhas com consciência. Se a mente fosse uma cidade noturna, às três da manhã haveria uma pergunta ainda sem resposta. Uma pergunta ruminada ao longo do dia, que na madrugada se aproxima de uma possível solução sem alcançá-la. É a insônia ontológica: a vigília provocada por questões que insistem em permanecer abertas. A cidade mental, nesse horário, é feita de espera e elaboração. Existem pensamentos que nunca podem ser ditos em voz alta. Eles não desaparecem; permanecem na mente, recalcados, em estado latente. São perigos ambulantes, pois a mente é falha e, em algum momento, o pensamento pode escapar — talvez em um ato falho, talvez em um gesto involuntário. Pensamentos não morrem; apenas mudam de volume e continuam existindo, mesmo quando não se tornam som. Estar verdadeiramente em um lugar é mais do que ocupar um espaço físico. É observar como o ambiente se constrói, quem o habita, quais forças o organizam, qual papel ele atribui a cada pessoa. É existir com consciência do contexto e de si. É estar ali com o corpo e com a mente, atento ao mundo e ao próprio lugar dentro dele. É existir de forma plena dentro do instante que acontece.

O maior desafio na gestão de segurança que um Especialista Ocupacional pode enfrentar não está nas regras governamentais ou na criação de políticas internas, mas, sim, na difícil tarefa de mudar o comportamento humano.

Fingir ser uma pessoa boa é como oferecer água a quem tem fome, é uma ação que não atinge quem recebe.
E isso não é sobre fome!