Nao Controlamos o que Sentimos
(Re)acostumar
Estou me acostumando a não sentir tua ausência, a não derramar uma lágrima em sua presença e a não receber tua atenção. Estou me acostumando a ser largada, jogada e pisoteada, como se nunca houvesse sido alguém - seu alguém. Minhas promessas se tornam banais conforme o tempo passa e não as cumpro, porém continuo repetindo por vezes seguidas. Me prendi e perdi num replay em camêra lenta onde a cena que passa está longe de ser agradável. Contudo, permaneço estática como uma pedra. É, estou me reacostumando.
Não sou perfeito!
Sou humano, com tendência a falhar,
mas sigo uma ordem em minha vida:
não engane e nem se deixe enganar.
O problema não é a atitude impensada que tomamos, mas sim as consequências que cada uma delas causará aos outros e a nós mesmos.
Doce e Amargo.
Um coração que não dança conforme a música. Que não compreende os passos. Que questiona o porquê de tudo.Que não arrisca por pouco e que foge de quem demonstra tudo de uma vez só. Quero tudo aos poucos, em doses pequenas, pra não enjoar. Se me amas, não me diga no primeiro encontro. Se és meu amigo não venha com "melhor amiga" em uma semana de amizade. Meu coração não entende esse afeto todo. Tudo o que é muito doce,no meu paladar, amarga.
E pra não dizer que eu não falei do ódio
Digo, pra que falar?
Falar sobre o demônio, é igual a um convite pra ele entrar
Se queres amar a vida, eu preferiria dizer, se queres apreciá-la lucidamente, não te esqueças que morrer faz parte dela. Aceitar a morte -a sua, a dos próximos- é a única maneira de ser fiel à vida até o fim.
Mortais e amantes de mortais: é o que somos e o que nos dilacera. Mas essa dilaceração que nos faz homens ou mulheres, também é o que dá a vida o seu preço mais elevado.
Se não morrêssemos, se nossa existência não se destacasse assim contra o fundo tão escuro da morte, seria a vida tão preciosa, rara, perturbadora? “Um pensamento insuficientemente constante sobre a morte, escrevia Gide, “nunca deu valor suficiente ao mais ínfimo instante de vida.”
Portanto é preciso pensar a morte para amar melhor a vida -em todo caso, para amá-la como ela é: frágil e passageira- para apreciá-la melhor, para vivê-la melhor, o que é uma justificação suficiente para este capítulo.
Por isso que os nossos velhos dizem: "Você não pode se esquecer de onde você é e nem de onde você veio, porque assim você sabe quem você é e para onde você vai". Isso não é importante só para a pessoa do indivíduo, é importante para o coletivo.
Amar não é difícil. Difícil é relacionar-se. Já nascemos com o dom de amar, temos é que nos dedicarmos a arte de se relacionar.
"Todos me falavam que eu não podia ser
Por não ter habilidade
E nenhum tipo de poder
Num mundo onde quase
Todos nascem com um dom
Tudo o que eu tenho é um grande coração
Mas eu segui em frente e não dei ouvidos
Pois mesmo assim de
Alguma forma eu acredito
Mas só acreditar não é
O bastante pra vencer
E por não ter nenhuma força
Estava perto de morrer
Salvo por All Might
Que mudou o meu destino
Fez eu enxergar que o sonho era possível
Todos estavam errados
Quando lamentaram enfim
Pois o maior herói
Estava dentro de mim"
Quando você responde um simples não, você se posiciona de forma diferente, sobretudo daqueles que se encontram disponíveis para tudo.
Na vida adulta, também podemos nos proteger da vulnerabilidade por meio da frieza. Não queremos que nos achem espalhafatosos, muito crédulos, preocupados ou ansiosos.
A VERDADEIRA FORÇA não está no físico, mas na mente. Napoleão Bonaparte, afirmava que: "tenho mais medo de um vento pelas costas, do que de um exercito pela frente" .
Quem tem bastante luz própria não necessita apagar ou diminuir as luzes dos outros para poder brilhar.
