Nao Controlamos o que Sentimos

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Sim, as coisas loucas chamam a atenção, não por serem loucas, mas por serem autenticas!

Estou cansado de viver em um mundo onde não posso ser quem sou. Eu mereço uma grande história de amor e quero alguém com quem compartilhá-la.

⁠Se não fizer a sua melhor amiga entender que este relacionamento é importante, então acho que não temos um relacionamento.

Carta aberta: o cansaço que ninguém quer ver

Não é drama.
Não é falta de fé.
Não é preguiça.
É exaustão.
Física, mental, emocional. Uma falência silenciosa do corpo e da alma.

Tenho tentado.
Fui a médicos, psicólogos, psiquiatras, fiz exames, busquei respostas.
E ainda assim, nada muda.
Parece que estou me apagando aos poucos, como uma luz que vai perdendo força, mesmo quando alguém gira o interruptor com força.

É uma junção de tudo: depressão, ansiedade, burnout, hormônios em desordem, imunidade baixa, cansaço crônico.
Um corpo que pede socorro, e uma mente que já não tem mais fôlego pra gritar.
Às vezes, levantar da cama é uma guerra.
Tomar banho parece escalar uma montanha.
Comer, responder mensagens, existir… tudo dói.
E o pior é sentir que ninguém entende.

Vivemos em um mundo doente, onde todo mundo diz “cuide-se”, mas ninguém tem tempo pra escutar.
Os profissionais tentam, mas o sistema é frio, impessoal, repetitivo.
E a gente segue colecionando diagnósticos, receitas, e o mesmo vazio.

Escrever isso talvez seja o pouco de vida que ainda me resta.
Talvez alguém leia e se reconheça — e perceba que não está sozinho.
Talvez isso sirva pra lembrar que há uma linha muito tênue entre estar vivo e apenas continuar existindo.

Eu não sei o que vem depois.
Só sei que estou cansada.
E que, se eu ainda falo, é porque algo em mim insiste em não se calar completamente.
Mas eu queria, de verdade, só descansar — de tudo isso, de mim, do peso que é sentir demais.

Deus me enviou pessoas


Eu pedi a Deus, anjos.
E Ele me enviou pessoas.


Eu não sabia pedir ajuda.
Ainda não sei.
Não diretamente, não com palavras.
Mas eu já gritei, de todas as formas possíveis.


Gritei aos céus.
Gritei no meu quarto, trancada, abafada pelos travesseiros.
Gritei com a mão na garganta.
E gritei em silêncio, com o olhar perdido no vazio.


Mas Deus ouviu.
E me enviou pessoas.
Pessoas que eu nem imaginava,
mas que estendem as mãos e apoiam outras vidas,
inclusive a minha.


São poucas, mas conseguem me alcançar.
Cuidam de mim, mesmo sem entender tudo.
E eu… eu não tenho palavras pra agradecer.


Eu queria sorrir, gritar, voar, abraçar.
Dizer o quanto isso me faz bem, o quanto me faz feliz.
Mas ainda não consigo.
Quimicamente, meu corpo não permite.
Estou tão exausta que, às vezes, não consigo nem falar.


Quando elas estão por perto, eu me sinto perdida,
tentando apenas dar conta,
retribuir um pouco do que recebo.


Queria poder devolver o sorriso,
não deixá-las tão preocupadas.
Mas, por dentro, às vezes,
eu ainda estou gritando.
Enquanto olho pra elas,
tentando achar em mim alguma coisa
um sinal de vida,
um recomeço,
um pouco de mi

Ainda Não


Há dias em que o corpo pesa mais do que a alma.
E, mesmo sem feridas visíveis, tudo dói.
O respirar dói.
O levantar dói.
O existir... exaure.


Há algo dentro de mim que grita em silêncio,
pedindo socorro, mas sem força para pedir.
Como se eu esperasse que alguém qualquer um
ouvisse o som do que não digo.


Eu me sinto como quem tenta juntar os cacos
de um vidro que insiste em se cortar nas próprias mãos.
Tento reconstruir o que já não sei se pode ser reconstruído.
Mas, mesmo fraca, ainda espero —
porque uma parte de mim ainda acredita
que não é tarde demais.


Talvez eu não precise de promessas,
nem de frases bonitas,
só de alguém que diga: fica.
Fica mais um dia.
Mais um respiro.
Mais um pedaço de esperança.


Porque, por mais que tudo em mim peça fim,
ainda não estou pronta para morrer.
Ainda não.
Só quero que alguém me tire daqui —
desse lugar onde tudo é dor e silêncio,
onde a alma sangra e ninguém vê.


E se um dia eu não conseguir mais pedir ajuda,
que este texto grite por mim:
eu só queria viver,
mas de um jeito que não doesse tanto

Posso arder no inferno por estar na contra mão da humanidade.
Mas estarei feliz por não ter que viver a eternidade entre clones.

Não há abrigos seguros onde alguém possa esconder-se.

Zygmunt Bauman
BAUMAN, Zygmunt. Medo líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2008

Não, eu não leio mentes. Não sou Jedi.

Se você não vai me fazer feliz deixa, pelo menos, eu ser feliz!

Não olhe em volta, pois o amor é cego.

O destino conduz os que querem ser conduzidos e arrasta os que não querem
Eu tenho andado mais ou menos de arrasto
Nem sempre quero ir para onde o destino me leva.

Uma garota

Ela é capaz de tudo...
A algum tempo atrás ela não
Sabia do poder que continha em suas mãos
Agora ela acorda e percebe
Que é capaz de deixar o dia mais frio e sombrio
Quente e alegre
Que o sorriso dela ate então não percebido
Era uma fonte de amizade
Que ela podia cuidar de si mesma
É que se ela parece de ligar pra aparência
Coisas mágicas aconteciam
Ela é uma garota
Garotas são capazes de tudo
E agora ela sabia
Que podia conquistar o mundo
Por que ela é apenas aquela garota...
Aquela garota que sabe o que quer...
Aquela que agora vai a onde quiser...
Ela pode e ela é!

"Não tenha medo do caminho, tenha medo de não caminhar."

Você é uma possibilidade minha, menino. Possibilidade não verbalizada. Como um sentimento sem nome, feito de uma palavra estranha. Palavra que nunca vai caber em dicionário nenhum, e que ninguém nunca vai inventar.

Não importa como, onde ou porquê. O fato é que todos — de uma maneira ou de outra — vão te decepcionar.

E você sempre quis
Quis até demais
Ter alguém que não te quer

Vou ser feliz, sem me importar com o que isso irá causar aos outros… o importante é que não estou fazendo mal a ninguém, pelo contrário! Estou apenas enterrando as impurezas e toxinas da minha vida e deixando brotar uma bela e frutífera árvore.

"Ela disse: Ele não me entende.
Eu disse: Ele é um garoto, garotos nunca entenderam garotas"

E eu não sou nem metade da metade da metade do que eu quis ser de verdade.