Nao Conto Detalhes e muito menos

Cerca de 141832 frases e pensamentos: Nao Conto Detalhes e muito menos

Meus próximos perderam a confiança em mim por não saber guardar segredo.
Na verdade o que acontece é que sou bom ouvinte, só que os segredos que me contam ao invés de eu as guardar acabo esquecendo, quando, onde, como, porque e o que me contaram como segredo..
No meio ao segredo foram ditas coisas engraçado que não levei em conta a seriedade do conto do segredo, fiquei mas entretido nas piadas do que no segredo..
Mas já aconteceu mesmo..

Montada por camadas, a sociedade finge não ver,
Todos só querem ser felizes, custe o que custar,
Pra disfarçar a hipocrisia já escrita antes de nascer,
Um roteiro invisível que ninguém quer questionar.
Colocam jovens pra decidir destinos que não entendem,
Sem o peso real do futuro que vão herdar,
Enquanto os que mandam fingem que defendem,
Mas só sabem se beneficiar.
Helaine machado

Soneto para Parintins


Minha terra é bonita
Outra terra igual não há,
É o melhor lugar do mundo
Pra viver e amar.


Se eu pudesse escolher
Um lugar para morar
Tenho toda a certeza
Que eu não iria te trocar.


No interior tenho o rio e a floresta
Criações, plantações, caça e pesca,
Na cidade tenho uma casa para morar.


O que mais posso precisar?
Só me falta uma palmeira
Pra cantar o sabiá.


Autor: Silvano Pontes.
Amazonas em poesias.

Chiclete
Não me culpe por ser chiclete,
é simples assim:
quando eu escolho alguém,
eu quero estar por perto.
Grudo no tempo,
no cheiro,
na presença.
É desejo, talvez no cio da entrega.
mas não confunda isso
com falta de controle.
Eu sinto — e sinto inteiro.
Mas não venha me moldar,
ditar meu jeito,
minha roupa,
minha forma de existir.
Aqui tem vontade,
mas também tem limite.
Tem entrega,
mas exige respeito.
Porque até quando você me chama
de sua cachorrinha,
sou eu quem escolhe ficar.
— Helaine Machado

Tudo que gera segregação na espécie humana, morte e guerra por ego de capitalistas, não é palavra de Deus ou do filofoso Cristo que a representou.


Cristo era do bem comum e do amor, não do marketing e da materialidade.


Quem atira no mensageiro apenas demonstra desespero.


Se Deus é por nós, quem é contra nós?


Deus.


O código escrito do justo é observado.
Nenhuma fantasia dura mais do que a medíocre vida de seu tirano.


Deus já sublima esse planeta a 4.5 bilhões de anos.

O SILÊNCIO NÃO TRANSMITE SOMBRAS.
Referente em apoio a questão 459 de O Livro Dos Espíritos

Dizem que o umbral infiltra-se nos fios invisíveis da tecnologia, que percorre o ar como um sussurro maligno, que atravessa o Wi-Fi como se este fosse um portal aberto às trevas. Mas tal ideia não resiste ao exame da razão serena.
O mal não necessita de antenas, tampouco de roteadores. Ele se aloja onde sempre habitou: na consciência indisciplinada, no pensamento viciado, na inclinação moral que se desvia de si mesma. Transferir à matéria o poder que pertence ao espírito é apenas um modo elegante de fugir à responsabilidade íntima.
O Wi-Fi transmite dados, não intenções. Propaga sinais, não consciências. Não há frequência tecnológica capaz de substituir a sintonia moral, pois esta não se mede em hertz, mas em escolhas.
Se algo atravessa o invisível, não são entidades conduzidas por ondas digitais, mas pensamentos que se afinam por afinidade. E essa lei não depende de dispositivos humanos, mas da estrutura profunda da própria alma.
Atribuir ao umbral o uso de ferramentas materiais é reduzir o espiritual ao mecânico, o que constitui um equívoco conceitual grave. O espírito não precisa de meios físicos para influenciar, assim como a luz não precisa pedir licença à escuridão para existir.
Portanto, não é o Wi-Fi que abre portas ao invisível, mas a mente que se abre ao que cultiva. Quem disciplina o pensamento não teme redes, sinais ou conexões. Pois a verdadeira conexão, esta sim inevitável, é aquela que cada ser estabelece com aquilo que escolhe sustentar dentro de si.
E é nessa soberania silenciosa da consciência que se decide, sem ruído e sem cabos, o destino das próprias influências.

O ENIGMA DA VIDA.
A vida, quando interrogada com rigor, não se deixa aprisionar por uma única lente. Ela exige do espírito humano uma travessia entre campos diversos do saber, como se cada disciplina fosse apenas um fragmento de uma verdade maior, ainda velada. Assim, ergue-se este exame como uma conferência de múltiplas vozes, que se entrelaçam até culminarem na síntese consoladora da visão espírita.
Sob a ótica positivista, a vida é observada como fenômeno verificável, circunscrito ao domínio da experiência sensível. O ser humano, reduzido à soma de funções orgânicas, é compreendido como produto de leis naturais imutáveis. Não há mistério, apenas mecanismos. O nascimento e a morte tornam-se eventos biológicos, delimitados por causalidades físicas. Contudo, tal perspectiva, embora meticulosamente ordenada, carece de resposta para as inquietações mais profundas do ser, aquelas que não se medem, mas se sentem.
O materialismo avança ainda mais na redução. Para ele, a consciência não passa de secreção cerebral. Amar, sofrer, sonhar, tudo se dissolve em reações químicas. A vida perde sua transcendência e se torna um episódio efêmero no vasto teatro do acaso. Mas aqui surge uma fissura. Se tudo é matéria, por que o homem aspira ao infinito. Por que chora diante da morte e busca eternizar o que sabe ser transitório.
O musicista, ao contrário, percebe a vida como harmonia. Para ele, existir é vibrar em frequências invisíveis, é compor-se com o ritmo universal. Cada emoção é uma nota, cada experiência uma melodia. A dor, longe de ser um erro, torna-se dissonância necessária para a beleza do conjunto. A vida, então, não é apenas vivida, mas interpretada.
O poetista eleva essa percepção ao campo da linguagem simbólica. A vida torna-se metáfora. Um jardim que floresce e murcha. Um crepúsculo que anuncia tanto o fim quanto o recomeço. O poeta não explica a vida, ele a revela em sua dimensão sensível. Ele intui aquilo que a razão ainda não alcançou.
O romancista, por sua vez, vê a vida como narrativa. Cada indivíduo é personagem de uma trama complexa, onde escolhas, conflitos e redenções se entrelaçam. Não há existência sem enredo, nem sofrimento sem propósito dramático. A vida ganha sentido quando compreendida como história em construção.
O astrônomo ergue os olhos ao céu e contempla a vastidão. Diante das galáxias, a vida humana parece ínfima. Contudo, é justamente essa pequenez que desperta o assombro. Como pode um ser tão diminuto conter em si a capacidade de compreender o cosmos. A vida, nesse olhar, é um ponto de consciência no infinito.
O cientista, fiel ao método, investiga os processos da vida com precisão. Descobre estruturas, decifra códigos, manipula elementos. Mas, ao final de cada descoberta, encontra uma nova pergunta. A vida revela-se inesgotável, como se sempre escapasse ao domínio completo da razão.
O filósofo mergulha no problema do ser. Pergunta-se não apenas o que é a vida, mas por que ela é. Reflete sobre sua finalidade, sua origem, sua essência. A vida torna-se problema ontológico, exigindo não apenas respostas, mas compreensão profunda.
O psicólogo, atento à interioridade, investiga os movimentos da alma humana. Observa conflitos, desejos, traumas, aspirações. Percebe que a vida não é apenas externa, mas profundamente interna. O verdadeiro drama humano ocorre no silêncio do espírito.
Mesmo os transgressores das leis sociais oferecem uma perspectiva. Ao romperem normas, revelam tensões ocultas da sociedade. Sua existência, ainda que desviada, denuncia imperfeições coletivas. A vida, aqui, surge como campo de luta entre ordem e liberdade.
Todas essas visões, embora distintas, apontam para uma incompletude. Cada uma toca uma dimensão da vida, mas nenhuma a esgota. É nesse ponto que se impõe a necessidade de uma síntese mais ampla, que não negue a razão, mas a transcenda.
É então que se ergue a luz da doutrina espírita, codificada por Allan Kardec na obra O Livro dos Espíritos. Ali, a vida deixa de ser enigma insolúvel e passa a ser compreendida como expressão de uma realidade espiritual mais vasta.
Na questão 132, encontra-se uma das respostas mais esclarecedoras. Pergunta-se qual é o objetivo da encarnação dos Espíritos. A resposta é categórica. Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação. Para outros, missão. Em todos os casos, é prova.
Na questão 134, define-se o que é a alma. Um Espírito encarnado. Assim, a vida não é criação da matéria, mas manifestação do Espírito através dela. A matéria torna-se instrumento, não causa.
Na questão 115, afirma-se que os Espíritos foram criados simples e ignorantes, destinados a progredir. A vida, portanto, é caminho evolutivo, não episódio isolado.
Na questão 166, aborda-se a pluralidade das existências. A alma reencarna tantas vezes quantas forem necessárias para seu aperfeiçoamento. A vida atual é apenas um capítulo de uma longa jornada.
Na questão 919, recomenda-se o autoconhecimento como meio de progresso moral. A vida, então, adquire sentido ético. Não basta existir, é preciso transformar-se.
Essas respostas, quando analisadas em conjunto, oferecem uma visão profundamente consoladora. A vida não é acaso, nem castigo sem sentido. Ela é oportunidade. Cada dor carrega um propósito. Cada encontro, uma lição. Cada existência, um degrau na ascensão do Espírito.
A Boa Nova, ensinada pelo Cristo, ressurge aqui como essência dessa compreensão. A vida é amor em movimento. Não se limita ao instante presente, mas se projeta na eternidade do progresso espiritual. Viver bem não é acumular bens, mas cultivar virtudes. Não é dominar o outro, mas compreender-se.
E assim, ao final desta reflexão, o enigma da vida já não se apresenta como abismo, mas como convite.
A vida é escola, é caminho, é reencontro. É lágrima que purifica e esperança que renasce. É silêncio que ensina e voz que consola. É dor que lapida e amor que redime.
E quando o coração humano, cansado de buscar respostas fragmentadas, encontra essa verdade, algo se transforma em seu íntimo.
Já não teme a morte, pois compreende a continuidade. Já não se desespera diante da dor, pois reconhece sua função. Já não se perde no vazio, pois descobre que jamais esteve só.
A vida, afinal, não é um enigma para ser resolvido, mas uma realidade para ser vivida com consciência, dignidade e amor.
E naquele instante em que a alma compreende isso, mesmo em meio às lágrimas, ela sorri, porque enfim percebe que viver é participar de uma obra divina, onde cada sofrimento é semente, cada gesto é eternidade em construção, e cada ser é chamado a tornar-se luz.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

O JARDIM QUE NÃO FOI VISTO.
Há uma tragédia silenciosa que não se ergue em gritos, mas em ausências. Não é o abandono de Deus que dilacera a alma humana, mas a incapacidade de percebê-Lo quando Ele se faz simples. Eis o drama antigo e recorrente. Procurar o Altíssimo nas alturas inalcançáveis, enquanto Ele repousa na intimidade humilde do próprio quintal.
A imagem que se desenha é teologicamente profunda. O Senhor não se impõe como espetáculo, mas insinua-Se como presença. Perfuma as flores, isto é, santifica o ordinário. Assenta-Se no jardim, isto é, habita o espaço cotidiano. E ainda assim, o espírito inquieto O ignora, porque espera trovões onde só há brisa.
Não lavar os pés do Senhor não é um gesto físico omitido. É a metáfora da negligência moral. É deixar de servir, de amar, de reconhecer o sagrado no próximo, no instante, no dever singelo. Não ouvir Sua voz não é surdez dos ouvidos, mas dispersão da consciência, absorvida pelo ruído das próprias angústias.
“Por que, Senhor?” não é uma pergunta dirigida a Deus. É um eco que retorna à própria alma. A resposta, ainda que dolorosa, é clara. Não foi crueldade deliberada. Foi desatenção espiritual. Foi o esquecimento de que o divino não se revela apenas no extraordinário, mas sobretudo no constante.
A tradição evangélica sempre insistiu nesse ponto. O Reino não vem com aparência exterior. Ele já está entre nós, oculto naquilo que não valorizamos. E é precisamente aí que se dá a maior perda. Não reconhecer o que sempre esteve presente.
Mas há um consolo austero. Se o Senhor esteve no jardim, Ele não partiu. A presença divina não se ofende com a ignorância humana. Ela aguarda. Silenciosa. Fiel. Persistente.
O que se exige agora não é desespero, mas lucidez. Não é culpa paralisante, mas conversão do olhar. Ver o que antes foi ignorado. Ouvir o que sempre foi dito em silêncio. Servir onde antes houve indiferença.
Porque o verdadeiro reencontro não acontece quando Deus retorna. Ele nunca se ausentou. Acontece quando o homem finalmente aprende a enxergar.
E nesse instante, o jardim deixa de ser apenas terra e flor. Torna-se altar.

SEJAS ANTES.
Se desejas ser amado,não espere pelo outro,ame.
Se anseias carinho, não cobre sem o dar.
Se anseias a gentileza, não amargure a tua e nem a vida do outrem,isto apenas espanta cada vez mais os que pretendem pedir tempo.
Se buscas ser compreendido, não negue a ponderação e a compreensão,cada um possui a sua capacidade ideai para a existência atual.
Se a vida tem te ofertado espinhos isso não nega peremptoriamente a existência das rosas.
Tens se sentido perseguido,continue então sempre na dianteira seguindo os passos de Jesus,os malevolentes acabarão então por chegar até o mestre através de você.
Julgas que tudo esta perdido, não te detenhas em julgamentos é momento de voltar de onde parou e recomeçar mais lívido.
Se a doença chegou até ti como assaltante,mostre-a que nada ela tem para levar de ti a não ser o que es pelo bem que praticas.
Parecem-te pesadas as cargas que surgiram?Recordas que são cargas e podes muito bem não levá-las todas de uma só vez. Cada passo, uma distância a menos.
Levantam falsidades quanto a tua vida? Procure Jesus que também não escapou das mesmas,se as mesmas não fazem justiça quanto à tua consciência.
Sentes que o abandono dos que julgavas amigos e irmãos te batem a porta, entre em tua casa íntima em ti mesmo e ainda que chores,converse com Deus.
Sempre que abrirem-te chagas em mentiras sobre o que realizas,abençoa as mesmas com serenidade agradecendo e dando graças por serem mentiras.
Sempre meus filhos na terra ou na erraticidade existirão os pobres de espíritos que investem contra tudo que fala do bem,mas a ti, tão somente a ti cabe a decisão a tomar;preferindo se lançar no pântano das lamentações a sentir-se o mais infeliz dos seres ou continuar na caminhada que empreendestes em nome da evolução pessoal que direcionam tantos outros irmãos infelizes à paz que tanto buscas.
Não olvides que podemos aparentemente nos mostrar vencidos,contudo não pairem sombras em nossa convicção de que o mundo vem sendo ha milênios guiado por aqueles que se fizeram o menor dos menores e mesmo que não mais aceitos pela terra,foram e são abraçados pelas graças dos céus.
Pelo Espírito: Catarina Labouré / Irmã Zoé .

ABENÇOADA LUTA.
Há uma forma de evangelho que não se encontra apenas nas páginas escritas, nem repousa exclusivamente nos templos erigidos pela tradição humana. Trata-se de um evangelho vivo, silencioso, invisível aos olhos apressados, porém profundamente legível à consciência que se encontra em sintonia com o bem, o bom e o belo. É o evangelho da doação, aquele que se escreve com gestos e se consagra no sacrifício cotidiano.
Aquele que se entrega ao próximo sob a luz do amor de Jesus não apenas auxilia, mas transforma-se em instrumento da própria luz que oferece. E, nesse movimento sublime, ocorre um fenômeno espiritual de alta significação moral: ao doar-se, o indivíduo é também abençoado pela mesma claridade que irradia. A lei de reciprocidade espiritual não é mecânica, mas profundamente ética, conforme ensina a doutrina quando afirma que "fora da caridade não há salvação", indicando que a verdadeira ascensão se dá pelo exercício constante do amor ativo.
Consideremos uma simples narrativa.
Em uma pequena casa de paredes simples, vive Helena, uma mulher já avançada em idade, cujo tempo, aos olhos do mundo, seria de descanso. Contudo, para ela, o tempo deixou de ser propriedade pessoal. Ao despertar, antes mesmo de cuidar de si, dirige-se ao quarto do marido enfermo. Ali, a primeira oportunidade de luta se manifesta: não uma luta ruidosa, mas íntima, contra o cansaço, contra a impaciência, contra a tentação de desistir. Cada gesto de cuidado é uma página desse evangelho invisível.
Mais tarde, ao sair para a rua, Helena encontra uma vizinha abatida pela dor de uma perda recente. Ainda que seus próprios fardos sejam pesados, ela interrompe seu caminho. Eis outra oportunidade de doação. Não há discursos elaborados, apenas presença, escuta e silêncio respeitoso. Nesse instante, o amor não se proclama, mas se faz sentir.
No mercado, um jovem em dificuldade tenta organizar suas compras com recursos escassos. Helena, discretamente, completa o valor que lhe falta. Ninguém observa, ninguém aplaude. Contudo, no plano moral, essa ação reverbera como um ato de elevada dignidade espiritual. Aqui se revela mais uma face da luta: vencer o egoísmo silenciosamente.
Ao retornar ao lar, já ao entardecer, o corpo cansado revela o preço físico de sua jornada. Porém, sua alma encontra-se em serenidade. Ela compreende, ainda que intuitivamente, que o tempo não lhe pertence quando é consagrado ao amor. Nesse entendimento, repousa uma liberdade profunda: a de não viver para si, mas através do bem.
Essa narrativa simples evidencia que o campo da luta bendita não se limita a grandes feitos. Ele se encontra no lar, na rua, nas relações cotidianas, nos encontros aparentemente banais. Cada circunstância é uma convocação. Cada necessidade alheia é uma porta que se abre para o exercício do amor.
A doutrina esclarece que o verdadeiro espírita é reconhecido pela sua transformação moral e pelos esforços que faz para domar suas más inclinações. Tal ensinamento não se restringe a um ideal abstrato, mas se concretiza exatamente nesses momentos descritos. É no domínio de si mesmo que o amor se torna ação legítima.
E mais ainda, quando se afirma que a prece é um ato de adoração, compreende-se que a vida inteira pode converter-se em prece quando orientada pelo serviço ao próximo. Cada gesto de auxílio é uma oração viva, cada renúncia é um cântico silencioso, cada ato de paciência é uma elevação da alma.
Assim, aquele que vive esse evangelho invisível não busca reconhecimento, pois sua recompensa não está nas aparências transitórias, mas na íntima comunhão com a lei divina, que é justiça, amor e caridade.
Que se compreenda, portanto, que a abençoada luta não é um peso imposto, mas uma dádiva concedida àqueles que já conseguem perceber a grandeza de servir. E, mesmo quando o mundo não vê, quando o cansaço se impõe e quando o retorno não vem, ainda assim, cada ato de amor permanece inscrito na eternidade moral do espírito.
FONTES DE APOIO.
"O Livro dos Espíritos", questões 886 e 659.
"O Evangelho Segundo o Espiritismo", capítulo XV.
"Obras Póstumas", estudo sobre a caridade e a moral espírita.
Que cada instante da existência seja reconhecido como solo fértil dessa luta bendita, onde o espírito que ama não se perde, mas se engrandece na mais alta dignidade do bem vivido.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro

⁠Feliz Dia Das Mães!

Mãe não é escrava de fogão, não é empregada, e sim a mulher da nossa vida. Se a amamos, temos que cuidar dela, pois quem ama cuida.
Mãe é mulher da nossa vida onde damos o nosso amor de filho, tem que ter todo nosso carinho, amor e admiração.
A todas as mães dou o meu respeito, sem vocês não seríamos nada !
Um filho (a) de verdade sabe dar valor para uma Mãe, que se doa por inteira por seu lar.
Mãe é para a gente amar...
Mãe é para a gente ficar amando a vida inteira.
Minha mãe é minha vida, você sempre será a mulher que mais amarei. Sou o filho mais feliz, porque é de verdade o amor que minha mãe, oferece pra mim e para meus irmão todos os dias.
Amamos as nossas mães e não sabemos a imensidão, só nos damos conta do quanto, quando estamos longe. Mas estamos longe de Km e ao mesmo tempo perto, dentro do coração.
Mãe:
Se traduz; amor, dedicação, renúncia a si própria, força e sabedoria. Ser mãe não é só dar a luz, e sim participar da vida dos seus frutos gerados ou criados.
Que a chave da nossa vida seja a sua felicidade e que a chave da nossa felicidade seja sua vida.
Obrigado por existir Mãe , a mulher virtuosa que Deus escolheu pra mim chamar de mãe.
PRA VOCÊ QUE NÃO TEM MAIS A MÃE, SINTO MUITO !
A mãe nos gera , nos dá a vida, nos cria, nos ensina, onde através de todos os momentos de nossa vida, ela está lá. Presente ou através de lembranças, dos seus ensinamentos e do seu amor, perder uma mãe é estar se corroendo dia a pós dia.
Desejo a você que não tem mais sua mãe por perto, meus sinceros sentimentos pela sua perda. Posso imaginar o quão profunda sua dor e infelizmente não há nada que se possa dizer para minimizar esse sofrimento. Mas o tempo trará clareza e serenidade e atenuará a dor, deixando apenas a saudade.
Sua mãe continua vivendo através de você, onde com você deixou lindas lembranças, muito amor e ensinamentos, e nisso espero que consiga encontrar consolo. Muita força para você !
Feliz Dia das mães para todas as mamães.

Inveja...

O que seria a tal e tão sonhada inveja? Sim, sonhada, por que não?

Muitas pessoas até sonham em possuir o bem de outra, querer ser a pessoa, buscar, almejar, construir, como essa pessoa construiu.

Algo tão hilário que faz a gente, ficar se pensando, o por que da mesma o invejar?

Que necessidade?

Para qual definição?

Uma coisa na qual ficamos tristes em ver a falsidade no ar, vendo a pessoa se dando bem, tendo um bom emprego, tendo um ótimo salário, construindo sua família ou seja vencendo na vida e queremos aquilo também.

São tão cruéis ao invejar, que desejam até mesmo o mal do outro, querendo subtrair essa pessoa, pisando , tomando seu lugar, fazendo com que essa pessoa perca teu emprego, os teus bens e inclusive o teu bem maior, a tua família, ou seja, usando a pessoa como um degrau para se promover.

Muitos questionam você, como conseguiu, como se encontra no lugar em que você se encontra hoje, buscando fazer de alguma forma algo parecido, para crescer também. Mas estas mesmas não querem viver o que você viveu, lutar o que você lutou, correr o que correu, andar o que andou, as mesmas querem as coisas fáceis, sem trabalhar e esperar lá do céu algo divino e sobrenatural, mas não.... Deus te dá asas para voar e ir atrás de seus objetivos, ele já te dá um empurrão para você ter o livre arbítrio para fazer ou deixar de fazer o que queira.

Não estou dando aula de cristianismo ou denominando alguma placa de igreja, cada um tem a sua e acredita naquilo que te traz segurança.

Então não existe necessidades de querer invejar os outros, Deus deu uma vida para cada ser humano cuidar e fazer o que bem entender , comece a percorrer teus caminhos sem o mesmo invejar e sim ter essa pessoa que o mesmo a inveja e use a como um ponto de referencia e admiração para tua vida.

Não importa quem você é Rico ou Pobre, Homem ou Mulher, independente são cidadãos e cidadãs brasileiros.

Pessoas anônimas e famosas, trabalhadores da cidade e do campo, empresários, parlamentares, líderes políticos e sociais, cidadãos de todas as profissões e idades, de todas as raças e credos, somos todos os guardiões dos valores que fazem do Brasil esta grande Nação.

Onde sempre existem pessoas más intencionadas só pensando em si e se esquecendo das outras que dependem delas.

È tão triste poder presenciar o descaso com a sociedade em todos os sentidos, onde esses seres contribuem para o benefício próprio, e esquecem que tem idosos precisando de remédios, crianças doentes, pessoas desabrigadas, pessoas passando fome, pessoas em filas por um atendimento , um transplante, pessoas em filas de hospitais buscando por tempos um sequer atendimento ou seja pessoas desamparadas e esquecidas por essas mesmas que olham somente para seu umbigo, onde o dinheiro fala sempre mais alto, infelizmente.

Por essas "pessoas" nós acabamos sendo generalizados pelos mesmos ao cometerem os seus erros, e se acham no direito de nos julgar e buscam tentar nos comprar, nós pessoas honestas ou seja, um simples "achar" que somos dessa mesma natureza, que talvez estaríamos sendo coautores desses mesmos.

Mas estão enganados pois somos pessoas de bem onde lutam por um ideal e um futuro melhor, para nós e para as pessoas que assim nos rodeiam. Temos que ter uma visão para frente já pensando no nosso futuro, nossos filhos, nossa família.

Precisamos acordar e ver o que buscamos é ser independente e andar com as nossas próprias pernas e não por essas pessoas agirem e querer falar pela gente , pois temos hoje nós temos o livre arbítrio , mas alguns só precisam acordar para vida e tomar a decisão de amadurecer, tomando a frente desses políticos que fizeram algo ou não, onde Itapeva busca por uma Renovação, uma politica que sim visa o bem de seus eleitores.

Vamos buscar lutar por algo que realmente precisamos, uma Renovação, chega de sermos alimentados de falsas esperanças, pois a politica é você quem faz ! Vamos dar oportunidades para novas pessoas que realmente querem fazer seu trabalho honesto e árduo. Sempre visando o agora, o durante e o depois.

Ser diferente, fazer a diferença, é ser a chave do sucesso que tem como objetivo, colocar você em destaque e visando até mesmo o que você não conseguiu ver.

Plante aquilo que você quer colher no amanhã, seja eles bons ou maus frutos, aí depende somente de você.

Seja e faça diferença.

Não olhe o mundo como se fosse um juiz, olhe como um aprendiz.
Independentemente de qual seja a situação, esteja pronto para aprender dela, existem circunstâncias que Deus permite em tua vida, não se queixe mas aprenda delas.
Não obstante estar a vivenciar essa situação, creia que há um porvir melhor. Não vou me queixar, pois não sou um juiz mas um aprendiz.
Estou em construção, existe um porvir melhor.

Quando a distância é longa, a saudade é cada vez mais curta
E no coração, um nó que não desata.
A mente viaja, a alma se acalma.
E no silêncio, um nome se multiplica.

A cada dia, um pouco mais perto
do momento em que vou tentar te esquecer.
A ansiedade aperta, o tempo acelera os dias.
E a saudade, um fogo que arde e não sacia.

Mas na memória, um sorriso.
E a esperança de um flerte se avança.
E mesmo sufocado, um brilho se acende.
É a certeza de que o amor não se rende.
(Saul Beleza)

Eu não acredito no que vejo,
Nem no que os olhos mostram, nem no que o mundo diz.
Eu creio no que me faz feliz,
E assim te aceito, distante, mas perto no meu riso.

Te aceito assim, longe, mas presente
Naquilo que me faz sorrir, no que me faz viver.
A distância é um espaço, mas o coração não tem fronteiras
E no que me faz feliz, você é o que eu quero ter.
(Saul Beleza)

Não sei se te aceito ou se vou sofrer
Volta e vem me machucar, é o que você quer?
O coração dividido, dúvida cruel
Se abrir ou se fechar, qual é o papel?

Medo de sofrer, medo de amar
Mas o desejo de ter você é maior
Vai que é linda a dor de amar
Ou vai que é só mais uma forma de se perder.
(Saul Beleza)

Como não enaltecer o anoitecer,
Quando o céu se veste de cores?
Um espetáculo diário, sem preço,
Que nos rouba o fôlego e o coração.
O sol se despedaça no horizonte,
E a noite vem, com seu manto de estrelas.
É um show de luzes, um momento de paz,
Que nos faz sentir vivos, sem igual.
(Saul Beleza)

*Amor que não cobra*

Te quero perto do jeito adulto,
que divide a cia debaixo do cobertor,
sem promessa de filme da Disney,
só de café passado e louça lavada.

Se vier pra junto de mim
traz teu mau humor de segunda sem ter tomado um café amargo,
que eu respeito seu ronco nas madrugadas
e a gente negocia o lado do sofá.

Amor não é fogos de artifício,
é saber calar quando o outro tá cansado
é lembrar de comprar o pão
e não transformar celos em uma guerra.

Não precisa ser pra sempre
só precisa ser honesto hoje,
e amanhã a gente conversa de novo
com os dois pés no mesmo chão.

Se azedar, a gente adoça com respeito
se apertar, a gente afrouxa com conversa
se acabar, acaba sem dívida
mas enquanto durar, que seja inteiro e verdadeiro.
(Saul Beleza)

O lençol tem formato de dúvida
o teto conta piada sem graça,
e o relógio finge que não tá vendo
eu tentando domar a preguiça.

O sol bate na janela
pedindo pra entrar sem convite
eu digo "já vai"
e volto pro travesseiro, que tem teu cheiro.

Hoje o plano é simples:
respirar fundo três vezes
e deixar o dia chegar
no tempo dele, mesmo sem você aqui.
(Saul Beleza)