Nao Conto Detalhes e muito menos
𝙿𝙾𝙴𝙼𝙰: Amores Desiguais.
Estou farto, mas não cheio.
Há, por aí, alguns sujeitos:
outros maus, outros cruéis.
Estes sempre conseguem —
não importa quanto devem,
eles sempre conseguem —
exatamente o que querem.
Minha idade vai passando
e, com ela, minha paciência.
Digo: "fiquei inconformado",
pois o destino ou o carma
andam ficando desleixados.
Deveriam ser estes indivíduos,
junto aos seus crimes impunes,
considerados indignos, impuros.
Que seus julgamentos fossem
para sempre e, mais, imortais
diante dos bons corações leais;
nunca capazes de terem o perdão
daqueles que tiveram seu amor
e que foram deixados em vão.
Abaixo aos amores desiguais!
Que estes jamais sejam legais
perante os bons corações leais.
Escrito e idealizado por César Hioli.
17/04/2026.
Embora a noite caia
Nada temerei
Por que estais comigo,
Não é necessário palavras,
Pois seu olhar me diz,
O que o coração precisa saber.
Mesmo que se vá
E me deixe perdida na noite
Sei que palavras são jogadas
Dizendo " eu te amo"
Mais do que palavras
É o que preciso sentir
Tudo que precisa entender
É só fechar os olhos e
Me abraçar para compreender
Que não é preciso partir, pois
Mais do que palavras
É tudo que desejo exprimir
Manchado
Ele sempre foi um farsante,
porque, quando não teve o que queria, perdeu o encanto.
Ele só queria um corpo, não sentimentos
ou essência — me embrulhou.
E, sendo meu tipo, me embriagou.
Sendo leitor, me cegou, mas não vi sua verdadeira forma.
Um lobo sem escrúpulos,
numa pele de cordeiro,
que manchou toda a minha ingenuidade.
Fingi não ver,
corri para o lobo,
mas parei a dois passos —
e ele desistiu, fugiu.
E quem ficou com fome de afeto fui eu…
mas hoje eu sei:
não era amor que ele oferecia,
então não era amor que eu perdi
Tem algo no teu sorriso que não pede licença —
ele simplesmente chega e fica,
como luz atravessando a tarde
sem perguntar se pode entrar.
Teus olhos carregam uma calma rara,
daquelas que fazem o mundo desacelerar,
e quem te encontra, mesmo sem perceber,
já não é mais o mesmo depois de te olhar.
Teu jeito é leve, mas não é pouco,
é daqueles que marca sem fazer barulho, que acolhe sem precisar prometer, que fica…
mesmo quando tudo parece ir.
E eu fico aqui,
meio perdido, meio certo,
tentando traduzir o que
não cabe em palavra,
porque tem gente que é bonita
de ver, mas você…
você é bonita de sentir.
Se existe sorte nesse mundo confuso,
ela deve ter teu nome escondido em algum lugar,
porque encontrar alguém assim, tão de verdade,
é como achar paz sem nem procurar.
E se um dia duvidarem do que você é, eu juro
— o erro nunca foi em você,
é que nem todo mundo tem sensibilidade suficiente
pra reconhecer o raro quando vê.
Carta VI — O Último Suspiro:
Últimas reflexões e legado
Já não me restam forças para continuar a escrever. Apenas um pequeno fôlego sobrou para que eu me lembre do quanto é bom viver. Já se passaram mais de quinze anos, e até aqui não recebi nenhuma visita: nenhum parente, nenhum vizinho, nenhum amigo. Como se todos se sentissem aliviados por se livrarem de mim, como se eu fosse um fardo. Não faz mal. Hoje deixarei a carne, mas não o mundo. O meu espírito continuará vivo — não num novo corpo, nem num novo hospedeiro —, mas na memória daqueles a quem estas cartas chegarem.
Nestes, o meu testemunho continuará a viver.
"Mesmo que lhes firam o corpo, não poderão matar o espírito. Mesmo que os prendam, não poderão silenciá-los da verdade".
Despeço-me deste corpo, desta vida. E, como injustamente me condenaram por não concordar com as vossas normas e por me punirem pelos meus pensamentos, farei com que os vossos próprios umbrais vos engulam de aflição pelo vosso cinismo e pela vossa hipocrisia. Que a vossa abundância e vaidade sejam reduzidas ao pó da terra.
Suspiro de alívio, embora carregue o fardo. Eis que chegou a hora de partir. Suspiro de paz, embora ainda exista ódio em mim. Que a terra se encha de justiça e que cada homem seja consciente de si mesmo. Pois nenhum homem pode condenar outro sendo ambos falhos. Nada nos dá o direito de punir o crime alheio quando não há quem puna os nossos.
Pergunto aos lordes:
— Quem dentre vós é digno de expiar o erro de outrem enquanto não reconhece os seus próprios? Se somos todos livres o que vos dá o direito de colocarem correntes nos nossos pescoços?
Todos nascemos livres, sem correntes, e ninguém espera que, após nascer, lhe coloquem cordas no pescoço.
"Cada ser humano possui uma vida e, por possuí-la, tem o direito de vivê-la."
Quem sois vós que nos quereis tirá-la?Porventura sois vós que a concedestes?
Eis o ponto da corrupção humana: todos querem ser soberanos, todos querem governar, mandar e dominar. Mas será que algum de vós já pensou em ser servo?
Se todos governassem, quem estaria subordinado? Por isso mesmo, não abuseis de quem vos dá um pouco de consideração como chefes. Pois só existe governo porque existem aqueles que vos obedecem. E, se ninguém vos obedecesse, duvido que as leis vos conseguissem proteger.
"Vós criais as normas, mas somos nós que as tornamos realidade."
Esta é a minha última carta. Gostaria tanto de escrever-vos mais, mas o sangue no meu corpo esgotou-se, e também o meu espírito. Já não restou papel; apenas um pedaço esquecido pelos antigos prisioneiros desta masmorra. Rogo-vos que guardem estas cartas com a vossa própria vida e que não as deixem apodrecer assim como eu. Não as deem de comer aos ratos, pois elas foram escritas com a carne deles. Não as entreguem aos soberbos, pois tenderão a queimá-las quando perceberem que elas ameaçam o seu poder.
"Não há arma mais delicada do que as palavras quando são capazes de transformar a consciência de um povo."
E eles não querem isso.
Não as vendam por moedas, pois nasceram da desgraça e foram escritas na miséria. Eis o meu último testemunho, o meu último pensamento para vós, e o meu último desejo:
"Uma morte livre vale mais que mil anos de vida escrava."
"Uma sociedade que censura uma opinião diferente daquela que defende é venenosa."
Não sejais hipócritas convosco mesmos.
Não sejais indiferentes à verdade.
Não sejais mornos: decidi-vos se sois frios ou quentes.
Não vos curveis para viver uma vida miserável diante daquele que vos oprime, censura e persegue.
Novamente, se alguém vos perguntar de quem é esta carta, respondei-lhes:
é de um Condenado.
Espero que aqueles que a encontrarem me conheçam um dia, do outro lado do mundo.
Adeus!
Pensar é livre, ferir com o pensamento é escolha; e a maioria escolhe ferir: não por verdade, mas por fraqueza.
O pensamento não ilumina; ele expõe. E o que expõe no homem é podre.
Refletem sobre a vida, mas não a compreendem; discutem a sociedade, mas são a sua doença.
Interpretam fenómenos, mas continuam cegos.
A mente humana não busca verdade; busca domínio. Cada ideia é uma lâmina.
Cada opinião… uma tentativa de impor-se sobre o outro; não pensam para construir, pensam para destruir.
E chamam isso de liberdade.
No fim, não há diálogo; há confronto.
Não há razão; há ego. Pensar nunca foi o problema. O problema… sempre foi o homem.
Meu coração
Meu peito já foi casa cheia de ecos,
vozes antigas que o tempo não levou, mas desde que você tocou meu silêncio, até o vazio aprendeu
o que é amor.
Você chegou como quem não promete, mas fica…
sem pedir explicação,
e nesse espaço onde antes era ausência, plantou presença
dentro do meu coração.
Te amar não foi cura imediata,
foi processo lento, quase imperceptível, como luz entrando
por frestas pequenas,
até tornar o escuro algo impossível.
Se um dia eu fui feito de nada por dentro, hoje transbordo o que você construiu, porque onde antes só havia vazio, agora existe um “nós”… que nunca existiu.
A vida não é um rascunho que podemos passar a limpo mais tarde; o brilho está justamente em abraçar o caos, aprender com os erros e entender que cada tropeço é, na verdade, o ensaio para o seu próximo grande salto
Lembre-se: O tempo não espera pela sua perfeição, ele celebra a sua coragem de continuar tentando.
Perfeito amor…
Não é sobre começos,
é sobre o que ficou depois deles.
Sobre nós, que não passamos —
criamos raiz no tempo e fizemos morada no sentir.
Te amar
virou rotina daquelas bonitas,
que não pesam, que não cansam.
É o tipo de certeza que não precisa ser dita, porque vive nos detalhes que a gente nem percebe mais.
Nos dias difíceis,
teu nome ainda é abrigo,
teu abraço ainda resolve o mundo.
E mesmo quando o silêncio chega,
ele vem cheio de nós dois,
nunca vazio.
Se isso não for
o tal do perfeito amor,
então eu não sei o que seria.
Porque o que temos não grita… permanece, e tudo que permanece, no fundo, é eterno.
Existe uma dor que não grita… ela fica em silêncio, morando no peito todos os dias.
É a dor de saber que quem você mais ama está em um lugar onde o medo é rotina e a incerteza é constante.
Ter um filho na guerra não é só sentir saudade…
é aprender a conviver com o invisível, com o que ninguém vê, mas que machuca o tempo inteiro.
Mas, junto com essa dor, existe algo que me sustenta: o orgulho.
Orgulho pela coragem dele.
Pela força que eu sei que carrega.
Pelo homem que se tornou, mesmo em meio ao caos.
Eu sinto medo… todos os dias.
Mas também sinto um amor que nenhuma guerra é capaz de destruir.
E é esse amor que me mantém de pé.
Dra. Erica Alvim Lyra
Você é a pessoa certa!
Sabe quando a saudade aperta
e o peito vira prova, não dúvida?
É prova social do coração: todo mundo procura,
mas só nós dois encontramos.
Você é a pessoa certa.
Não dessas que passam.
Dessas que ficam.
E eu torço, escolho e protejo para que permaneça fiel,
porque escassez mora no fato de que alguém como você
não se acha duas vezes na vida.
Eu antecipo um futuro grandioso.
Consigo ver a cena: nós dois rindo de bobeira,
vencendo juntos, colhendo o que hoje é semente.
Isso é visualização. É compromisso com o amanhã.
Não é sorte. É decisão.
Então reciprocidade: eu te entrego meu cuidado,
minha lealdade, meu tempo inteiro.
E autoridade eu dou ao que sinto,
porque esse amor sabe onde quer chegar.
Saiba que é isso que desejo à nossa história, meu amor:
pertencimento sem medo, consistência sem jogo,
urgência de viver tudo agora,
porque o grandioso já começou
no instante em que eu te escolhi.
Nada possível é impossível, mas não viva de possibilidades e sim de realidades, aceita cada verdade, sabendo impor cada valor, retribuindo qualquer paz e aniquilando o incapaz.
Nessa dimensão onde tudo é cobiçado, aprenda quem são os verdadeiros aliados e quais são os mascarados, falsificados de laia pra valer, só pra cima te usar e te encolher.
Alucinados por poder ter o que nunca conseguiram, atralasados de evolução.
Em uma década você não imaginaria da metade da segunda que viria em mais duas décadas pra agonia chegando talvez a ultrapassar uma metade de décadas de sua mínima maestria sem ter mais tantas alegrias com talvez mais três décadas para experimentar o final que somou em longas
décadas que te acabou em acabado.
O QUE NÃO MORRE
Eis o que não morre
Pois tem suas garras cravadas na garganta do tempo
Ela está entre a humanidade desde o início dos tempos...
Fera que ronda a terra
Louca besta devoradora
O mundo teme suas garras afiadas
Rasgando ventres vazios,
Infernal sempre é sua presença
Arrastando quem há tanto tempo não come,
No prato vazio revela seu nome
O maldito nome é: Fome... Maldita fome
Fome.
CICLO DO PÓ
Do pó ao poder
Do poder ao pó
Não há para onde correr
Pois o ciclo termina no nó.
O rei e o mendigo
São tão iguais,
Calçada, castelo e abrigo
Futuro pó e nada mais.
Pó que vida se forma
Sonho que o sonho sonhou,
Vida que ao pó retorna
Pois termina onde começou.
Do pó à vida
Da vida ao pó,
Não há outra saída
Pois o ciclo termina no nó. (pó)
Se fosse tão fácil, não seria amor.
Se fosse distante, faria saudade
e se não houvesse, seria indiferença.
Meu peito não doeria e nem sequer iria lembrar;
da sua voz, do seu cheiro
do teu rancor e egoísmo de corpo inteiro.
Então eu grito,
por não te conhecer, por tudo aquilo que está a doer
pelas vozes que estão a dizer
"me deixe, não suporto mais você".
Não sei amar sem me esgotar,
não sei te olhar sem me comparar,
não sei te dizer sem querer morrer,
E isso só mostra o quanto nós não devemos ser.
Mas eu amo,
amo o jeito que me olha
o jeito que me abraça
o jeito que sempre disfarça,
por favor, não esqueça de mim quando amanhecer. Eu grito.
"O silêncio de Deus não é ausência, é preparo. Muitas vezes achamos que Ele se esqueceu de nós, mas é justamente no silêncio que o Dono do Tempo está ajustando os ponteiros da nossa vitória. Não questione a pausa, confie no propósito."
Lúcia reflexões &Vida
"O medo tenta construir muros, mas a fé desenha caminhos. Não deixe que o barulho das suas incertezas grite mais alto que a voz de Deus no seu coração. Enfrentar o que te assusta não é falta de temor, é presença de coragem. O que está por vir é maior do que o que ficou para trás.
Lúcia Reflexões & Vida"
"Não olhe para trás com dor, mas com gratidão por ter vencido. Cada desafio que você enfrentou ontem te deu a força necessária para brilhar hoje. Você é muito mais forte do que as batalhas que tentaram te calar. Continue caminhando, o melhor ainda está por vir."
Lúcia reflexões &Vida
"Não tenha medo de começar de novo. Às vezes, o que parece um fim é apenas a vida te redirecionando para algo muito maior. As flores não escolhem o jardim onde nascem, mas escolhem florescer apesar dos espinhos. O seu novo capítulo será a sua melhor história.
Lúcia Reflexões & Vida"
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