Nao Consigo te Odiar
Quem passa pano para suas falhas de caráter não é seu amigo, quem só critica suas falhas também não. Mas aquele que estende a mão para te despertar e evoluir, esse sim, você deveria valorizar.
Distribua o que o que você tem de melhor, mesmo que algumas pessoas não mereçam, você é o que você faz e pratica, não o que você fala! TFC
SEM PALAVRAS
Por vezes não tenho palavras
E é muito melhor não tê-las
No silêncio que me confunde
Implodir lascas dessas lavras
E na busca de compreendê-las
Ir transformá-las em Virtude!
Às vezes, o maior erro não está em quem tenta destruir, mas em quem permite ser conduzido pela destruição.
Na psicologia humana, a falta de posicionamento e de autonomia emocional pode fazer com que uma pessoa passe a enxergar o outro através dos sentimentos, ressentimentos e narrativas de terceiros. Quando deixamos de pensar por nós mesmos, de avaliar fatos e de reconhecer aquilo que realmente vivemos, acabamos entregando nossas decisões emocionais nas mãos de quem talvez tenha interesse em nos afastar de determinadas pessoas.
E é aí que a injustiça começa.
Uma pessoa pode receber amor, cuidado, apoio, presença e inúmeras demonstrações de consideração durante anos e, ainda assim, permitir que uma terceira pessoa transforme tudo isso em algo negativo.
Não porque os fatos mudaram, mas porque alguém conseguiu manipular a percepção, alimentar inseguranças e estimular o ego.
O mais triste é quando alguém machuca justamente quem sempre esteve disposto a ajudar, simplesmente para agradar ou validar os sentimentos de quem declarou ser seu inimigo.
Quem permite que a maldade de terceiros determine seus sentimentos acaba ferindo pessoas inocentes para satisfazer o ego de quem nunca teve boas intenções.
Ter personalidade também é saber dizer: “Eu penso por mim. Eu conheço o que vivi. Não permitirei que ninguém escolha por mim quem devo amar, respeitar, perdoar ou afastar.”
Porque ouvir os outros é sabedoria. Viver pelas versões dos outros é falta de identidade emocional.
E, no final, a ingratidão dói, mas existe uma dor ainda maior: perceber que alguém que recebeu o seu melhor escolheu acreditar no pior de você porque não teve coragem, maturidade ou independência emocional para enxergar com os próprios olhos.
"Eu não quero ter que te convencer de nada, então tome decisões baseadas no seu próprio entendimento."
Muitos não almoçam
e nem vão jantar,
por isso é pecado fazer,
terrorismo alimentar,
que não falte o pão da manhã,
em cada levantar!
Metáforas entre Metáforas
Entre falas e falácias,
as desculpas não passam de discursos
para ocultar e enganar quem ainda acredita em histórias de palhaço.
Em ocasiões especiais, suas trapaças revelam-se
como episódios de um bobo ganancioso.
Por que existir dentro de uma mera existência?
"Sou bonito ou sou engraçado?
Faço dancinhas para enganar e entorpecer com dopamina barata?
Escrevo discursos incrédulos para que perpetuem a escravidão do seis por um?"
Emerge a covardia e o insuportável sentimento de indignação:
ser pobre só dá o direito de existir,
enquanto terras e mansões parecem reservadas aos "grandes imortais".
Mal sabem que, no cemitério, não há rico nem pobre —
apenas pó sobre pó.
Mesmo numa linda sepultura,
repousa um cadáver cercado de riquezas que em nada adiantaram,
pois o tempo o consumiu.
Ninguém se lembrará de quem ele foi ou será;
restará apenas o pó sobre o pó,
um nome gravado numa placa de bronze
e uma estátua coberta de poeira.
Nada mais.
O tempo devorou cada imperador, rei, monarca ou presidente.
Restam apenas a luz do dia e a luz da lua.
Os descendentes seguem caminhos distantes daquela ilusória grandeza,
pois cada um traça o próprio destino.
Mansões se tornam ruínas,
lugares abandonados pelo estado de luxúria
onde o ego singelo e infinito doma a alma e expõe o espírito.
O vento sopra a poeira,
espalhando sonhos num estado primitivo da matéria.
O ser reluta em ter resiliência
quando não passa de aparência.
Para existir, tenta sobreviver dentro de si.
Houve um olhar que sentiu o tom da ilusão:
o que parecia profundo
é apenas a equivalência da inércia.
Para além e em frente,
buscar o frescor das almas cansadas pelos vultos
— um abade em formato metafórico.
O que reluz no campo neurológico
serviu a poucos do além;
perpetua a perspectiva de sonhos repletos de ironias,
diluídas na verdade somada do passado.
Tô tão acostumado com o fundo do poço que já estou até trazendo água pra não acreditou que eu sairia de lá beber!
Se o sol lhe pedisse em casamento, você aceitaria ou diria que não sabe, assim como a lua disse?
Mas a lua tem fases e, assim como as pessoas que não gostam das mudanças climáticas, o sol precisa voltar a brilhar...
O sol daria voltas por ti, o brilho poderia ser teu...
Não posso brilhar por você
Não posso me esconder no escuro com você.
Eu me queimaria em silêncio só para não apagar a tua luz. O peito meu pesa como ferro antigo derretido, mas basta um olhar teu para o mundo parar de girar... Se a dor é o preço de te ter por perto, aceito ser cinza só para continuar nos teus passos....
"NADA É PARA SEMPRE. O QUE É BOM HOJE, PODE NÃO SER AMANHÃ, POR ISSO: ORAI E VIGIAI" Ademar de Borba
“Diante do cinzeiro cheio, percebo que algumas coisas não desaparecem quando queimam; apenas mudam de forma e deixam para trás aquilo que um dia fomos.”
“Há sofrimentos que não fazem barulho; apenas mudam o jeito de uma pessoa olhar para aquilo que um dia lhe trouxe paz.”
De onde provém que o pássaro não tenha preocupação com o sustento? Do fato de ele não comparar um dia com o outro, e de acordo com a palavra do Evangelho deixar a cada dia a sua dificuldade.
A Física pela Física não me comporta. Minha pesquisa transita entre mundos. [...] A admiração que nutro pelos físicos tradicionais é análoga àquela que se sente diante de uma imponente estátua de mármore de dois metros. Reconheço o labor: foi extremamente trabalhoso, exigiu força e obstinação. Contudo, há pouca criatividade em seu feito. É um trabalho procedural, extenuante e de baixa exigência cognitiva. E o produto, por conseguinte, é pesadíssimo, de baixíssima mobilidade, monocromático e de parcos detalhes — sobretudo se considerarmos que a matéria-prima não é lá muito primorosa. Afinal, é apenas pedra. Bela para se contemplar no museu, inconveniente para se levar para casa.
