Nao Consigo te Odiar
Preste atenção em mim...! Não faz assim, Não vamos perder mais tempo, Vamos viver de amor, doçuras e contentamento...
Eu resolvi fazer de tudo para chamar a sua atenção, Vi que o que fiz acabei por perder até o seu perdão, E você ficou com o meu coração...
Deixa a chuva passar, O coração acalmar, E a vida nos encontrar...
Eu nem sei mais como me aproximar, O meu coração não para de te desejar, Chega mais perto, Vem aqui me abraçar...
Agora tenha a certeza de que as indiretas são diretas seguindo em linha reta.
Lanço versos intimistas no Universo, Só para ser por ti enxergada, E para ver se o teu amor floresce, E o teu coração me busque indiscreto...
Escuta, escuta, escuta... Assim bate o meu coração, Ele te busca em cada raio de Lua,E faz uma linda canção...
Não adianta fugir, Não adianta resistir, Dos meus versos você não vai se livrar, E o teu coração não irá parar de me desejar...
Entre nós não há segredo, Há uma liberdade e um universo, Não tememos a tempestade, Nadamos em mar aberto.
Seguem quatro rodas pela imensidão, É a carroça cigana desenhando o chão, Mesmo que a mente tente esquecer, Sempre relembra o seu coração.
Corre o mundo, e se repleta ao reencontrar-me. Não tem mais jeito, o caminho é não devolver-me. Completude até em soletrar-me.
Escrever para um amor de verdade,
um amor correspondido,
Se o amor assim não o foi,
é porque era tudo menos amor.
As estrelas moram nos teus olhos, As ternuras saltam dos teus zelos, As verdades entre nós viram segredos - ledos.
Ideias de revolução plantadas na cabeça podem não mais sair do coração.
Eu posso revirar a tua alma, Com a calma de uma lavanda fresca, Eu posso revirar a tua vida, Para que jamais me esqueça.
Vejo as nuvens se arrumando no firmamento, Elas se organizando como flores de algodão - um só sentimento.
Amanhece em mim meu terno sol, Entardece cor de coral, Cintila poesia de cor sem igual - celestial.
O azul hortênsia do céu cumprimenta a tarde, É a maior expressão de felicidade, Estou feliz por te pertencer...
Eu não sei me conter, Eu só sei te dizer: - Eu quero você, Pecado é ocultar, Esse carinho que tenho para te dar...
Eu tenho a chama poética que não se apaga, A poesia é o meu broquel e escudo, Com ela nos protejo do mundo.
As nuvens fazem desenhos jasmineiros no firmamento, O mar de jade revela o encantamento, Vivo um mar de amor, doce sentimento.
Eu preciso de você, sempre aqui comigo, És o meu divino solo, o meu pão místico e o meu paraíso.
Não importa, Sê um, mas que seja inteiro, Se inteiro, mas que seja poesia, E traga em cada verbo, o sabor perfeito.
O azulado celeste perene, O mar brinda solene, O amor perfuma ainda mais o ambiente, Ele trouxe você - o meu maior presente.
O frio foi dissipado mansamente, A tardinha despontou docemente, Os dois nascidos do teu beijo dado calorosamente...
Não quero recolher
as cinzas desta
nossa democracia
que mal nasceu,
Eu quero ela viva
e sem depender
de nenhum
quinze de março,
Eis o meu recado
de brasileiríssima.
Não preciso de
dias ensolarados
ou enluarados
para ver com
os meus olhos
a soberba a pé
me encarando
como se fosse
gente agindo
para despejar
diariamente
o seu lixo para
tentar forçar
um desconforto,
Neste mundo
onde campos
que têm arbustos,
e outros tipos
vegetação são
chamados de
campos sujos,
nós podemos
exigir o quê?
Onde se ensina
o fel da língua
para as gerações
mais novas,
e muitos vivem
entrincheirados
na inveja, cobiça,
mentira, ofensa
e arrogância
sem cessar
conspirando
além do tempo
pela destruição
da vida alheia;
Neste mundo
que nomeia
de campos limpos
os campos que
perderam toda
a originalidade
como verdade
de fato fosse,
sempre forçando
convencer de tudo
que é equivocado,
no final do dia
só sei que cada
um que se esforça
para isolar e destruir
por onde passa
acaba me divertindo.
I
Não existe tempo
para o amor,
Ele sempre chega
no seu próprio
tempo de amor;
Para uns como
um Ichiyo,
Florada julgada
como tardia
na Lua certa
no mundo da pressa.
Cerejeira tardia...
II
O amor vem,
e por ele coloco
as minhas duas
mãos no fogo;
A Lua absoluta
jamais nos trai,
Te garanto que
o amor vem,
Só quando for
para o seu bem.
Tardia cerejeira...
III
A formosura
da querida Lua
se confundiu
com a florada
da Jugatsuzakura,
E alguém disse
que eu é que
fiquei distraída
sonhando com você.
Cerejeiras tardias...
Precisamos criar a nossa própria ilha mental para não nos acostumar a conviver num ambiente de agressão.
Nesta noite silente
pude entender
que me apaixonar
por você me fez
outra pessoa;
na vida não há nada
que aconteça
por acaso ou a toa.
Como miragem
os teus olhos
fixos em mim
até se parecem
com dois carros
emparelhados
em alta velocidade
percorrendo
a minha imagem
como uma
estrada sem fim.
Entre as árvores
a Lua surgindo
no alto montanha,
fala mais de você
do que qualquer
música da moda:
nada mudará
o inevitável destino.
Não há nenhuma
conspiração
que tire a gente
do nosso caminho,
em segredo
e por adivinhação
sabemos o quê
para nós está escrito.
Que espécie de pessoa diz que quer ajudar pessoas atacando outras? Logo é uma pessoa que não quer ajudar, e sim causar desestabilização, não gosto de gente assim. Sou da boa paz.
Há um romance
escrito à mão
que não mais
saiu da cabeça
nem mesmo
quando fecho
os meus olhos.
Arcturus linda
como um
rubi brilhante
que ora surge
como um
diamante
alaranjado,
Surgiu bem
na noite de luar
para me dar
o seu
erótico recado:
Há um romance
escrito à mão
que não há
como ocultar
no meu peito
e por todo
este nosso lugar.
Nunca recusei
qualquer coisa
para o teu charme,
Você ainda está
se divertindo
com a minha
louca fantasia
e fascinando
todas as garotas
da nossa cidade.
Há um romance
escrito à mão
que previa
que você viria,
e como uma
grata surpresa:
você reapareceu.
Você envolvente,
convenceu
novamente
e me levou
neste lindo carro
cor de moldavita
para ensinar
os segredos
dos vinhos
e da Lua,
lá na Vinícola.
Não tenho
nada o quê
esconder
de você e nem
de ninguém,
Que eu quero
ser a poetisa
pioneira a colocar
os pés na Lua,
Embora em
sonho já
tivesse ido,
Porque lá
é a residência
dos poetas
que vivem
no mundo
em resistência;
De carro
cor de Capella
e com uma
rosa amarela
na boca,
Você virá
me buscar
de surpresa
como uma
das novelas de Gabo.
I
Dear Moon Poetry,
no Nova Brasília
que não é a Capital,
é recanto e caminho,
dois destinos
estão interligados;
Em breve nós dois
seremos namorados.
II
Dear Moon Poetry,
lá no Glória mora
a calma de olhar lindo,
onde a Lua se enamora
e a vontade de ir seguindo...
III
Dear Moon Poetry,
na Festa do São Pedrinho
sei que vou encontrar
o amor mais lindo.
Não visitar e não estar em aglomerações não é tão ruim como se pensa, hoje nós temos a Internet. Ninguém está sozinho com a Internet.
Não é preciso
nem me dizer
que você
é super ligado
em mim,
Sim, você travou
as portas
do teu carro
cor de eclipse solar:
Não conseguiu
mais ocultar
a tua fantasia;
E não conseguiu
desviar o olhar
dos meus
lábios pintados
de Betelgeuse,
O rock do bar
da frente
começou a tocar,...
Não faço idéia
onde daqui
para frente
nós vamos parar;
Só sei que
não vamos parar
com o Universo
e as correntes
do oceano
a nosso favor,
embora haja perigo
a nosso seu redor,
o quê nos interessa
mais é o poder de fogo
do nosso amor
nesta noite de luar.
Não adianta só mandar o povo se recolher em casa se a maioria não tem comida para se alimentar direito, para manter pessoa forte é necessário uma boa alimentação. O povo precisa comer. Alimentem o povo, pelo amor de Deus! Sem alimentação decente não há imunidade que se sustente.
Existe uma hora na vida que por mais que a gente não goste do Comandante do barco é necessário dar paz à ele para atravessar a tempestade.
O excesso de politização nessa hora não importa o lado, é pura vadiagem. Amor a política não necessariamente é amor a vida, e sim disputa pelo poder e tripudio em cima dos mais humildes.
A esquerda e uns da direita não perceberam que o jogo contra o nosso continente está muito pesado, e neste momento a mesquinhez causada pelo embate entre elas só irá nos afundar.
