Nao Consigo te Odiar
Quem quer uma segunda chance não aprontaria na primeira.
Tudo bem que todos erram.
Mas, cuidado, há certos erros propositais. Aqueles que são cometidos sabendo que uma desculpa esfarrapada vai reparar tudo.
Não se deixe levar tão fácil pelas palavras, elas enganam. Mas repare nas atitudes ela sim demonstram quem é a pessoa de verdade.
Não deixe estragarem seus sentimentos, pois é isso que acontece se a mágoa se vincula a você. Tenha discernimento para saber o que é bom ou ruim pra sua vida.
Todo desencontro tem seu encontro...
Namoro não é posse. Namoro é muito mais que isso. Namoro é cumplicidade, é respeito, é confiança, é companheirismo, é carinho, é amizade, é lealdade, é sintonia, é sinceridade. O amor, quando é de verdade, é livre. Claro, o ciúme existe. Quando a gente gosta, a gente cuida, mas esse ciúme não é aquele que sufoca, que prende. O verdadeiro companheirismo sabe respeitar a individualidade do outro. Namoro não é dependência, é complementação.
Sem que você se torne pleno, não terá nada a dar a alguém. Portanto, é imperativo que você primeiramente cuide de si. Primeiramente, garanta sua satisfação. As pessoas são responsáveis por sua própria satisfação. Quando você atende à sua satisfação e faz aquilo que o deixa satisfeito, você é um prazer para quem está por perto e se torna um brilhante exemplo para todas as crianças e todas as pessoas em sua vida. Quando se tem prazer não é preciso sequer pensar em dar. É um fluxo natural.
"O segredo da vitória contra a sedução não é resistir, mas fugir. Dialogar com o tentador já é o primeiro degrau da queda." Hernandes Dias Lopes
É curioso como isso acontece,
Não chego do nada,
Prefiro a troca de olhar…
Logo estou dando risadas
Esperando você chegar…
Não se iluda com minhas palavras,
Tristezas, alegrias ou fantasias…
Sou assim, novo e velho,
Bobo e complexo, sério e sarcástico…
Carinhoso, bondoso,
Ignorante, monstruoso…
Podemos discutir poesia,
Podemos discutir nossas vidas…
Mas não vamos discutir coisas vazias…
Se o que vale é o momento;
Então que tenha valor…
Convivi em meses, vários momentos;
E nada ficou a não ser rancor…
Que seja para valer a pena
Essas duas ou três horas,
Duas ou três semanas,
Não importa;
Desde que no final eu consiga fazer um poema.
Não olhe nos meus olhos,
Nem no meu sorriso,
Não pense em nada sério,
Eu não quero isso…
A vida é sua, não me dê explicações;
E não espere as minhas;
Agora sou assim e possuo muitas razões…
Vou estar com você quando precisar,
Te defenderei enquanto possível,
E não esperarei nada de você,
Mas… Por Favor!
Não, não me ame…
Não, não se ilude…
Não, não se apaixone…
Contemplação
Não é só pele.
Não é só toque.
Não é só desejo.
É um lugar onde duas almas se permitem habitar o mesmo templo.
E o corpo… é apenas a porta.
Quando eu me entrego, não ofereço só curvas e suspiros.
Ofereço um mundo inteiro por trás dos olhos fechados.
Aceito que você me invada — não como quem invade, mas como quem é convidado a entrar.
Permitir que alguém me toque…
É como entregar uma chave e confiar que, do outro lado, não haja pressa.
Só presença.
Porque pra mim, fazer amor —
é como saborear a sobremesa favorita com os olhos fechados.
Com calma. Com vontade. Com gratidão.
Sentir o gosto até o fim, e mesmo assim desejar mais.
É contemplar cada segundo,
cada estremecer da pele,
cada silêncio entre os beijos,
cada arrepio que começa antes do toque.
É pertencer.
É permitir ser morada, enquanto também se habita.
É uma dança onde ninguém lidera,
mas ambos conduzem — com os olhos, com os gestos, com os instintos.
Eu não me entrego por carência.
Me entrego por transbordo.
Porque quero que você sinta o quanto posso ser casa,
mesmo enquanto sou puro incêndio.
Habitar
Não quero ser apenas tocada.
Quero ser habitada.
Não por mãos que me percorrem com pressa,
mas por quem se perde em mim como quem encontra morada.
Quero ser sentida com os olhos fechados.
Com o coração aberto.
Com a calma de quem entende que o prazer mora na pausa —
na respiração contida, no quase, no que se prolonga.
Quero que cada parte minha seja descoberta como um território sagrado.
Como se você estivesse lendo meu corpo em braile,
palavra por palavra, pele por pele,
até entender minha linguagem.
Que o arrepio seja tua resposta,
e o silêncio entre nós, a oração.
Que você me toque como quem desvenda.
Como quem tem sede,
mas não se apressa.
Como quem entende que habitar alguém
não é sobre entrar,
é sobre permanecer.
Não quero ser o instante.
Quero ser o eco.
O sabor que fica mesmo depois da última mordida.
O cheiro que gruda mesmo depois da despedida.
A lembrança que acende só de fechar os olhos.
Quero que me sinta mesmo quando não estou.
E que deseje voltar — não pelo corpo,
mas pela paz que encontrou ao deitar no meu.
Ao invés de braço, a saudade bem que poderia ter voz.
Talvez assim não apertasse tanto,
e, ao ecoar por aí, servisse para trazer de volta
quem a gente ama.
Não é birra, teimosia ou autossuficiência. É que eu apenas não te quero mais. Eu não quero mais você esparramado nos meus discos. No meu quarto. Entre os meus livros. Na minha vida.
Eu te amava, mas sinto falta da sua amizade; eu preferia ser melhor amiga a não ser nada, e me tornei o que mais temia.
Antes um conservador bem intencionado que ainda não entendeu o quão criminoso, imoral, maligno e descivilizatório é o estado; que um anarquista degenerado imoral cuja única virtude é ser contra a existencia do estado, mas que acaba sendo marionete da agenda progressista destruidora do tecido social, alimentando o leviatã estatal.
Meu coração pulsa com o sofrimento dos outros e se manifesta com tamanha dor por não terem paz.
Meus ensinamentos foram sublimes e me deram o dom do amor pelo próximo.
Tenho plenitude, mas me falta devoção em ser proeminente e entender á razão da vida.
Sigo em meu caminho e supero minhas dificuldades e sei que não tenho que provar nada á ninguém.
Procuro lutar contra pensamentos maléficos e invejosos que querem me aprisionar.
Meu coração pode ser doce e bondoso, mas aprendi a me defender.
Sou o meu próprio líder e minha capacidade é indefinível.
Senhor, ilumina-me. Faz-me crescer em sabedoria, a fim de que eu consiga reconciliar, não pelo abandono, exigido a uns e a outros, de qualquer desejo do seu fervor, mas mediante um rosto novo, que lhes venha a parecer o mesmo. É o que se passa com o navio, Senhor. Aqueles que, sem compreender, puxam pelo cordame do bombordo, lutam contra os que puxam a estibordo. Eles se odiariam, por ignorância. Mas, se são esclarecidos, colaboram, e quer uns quer outros servem o vento.
Existem dores que sentimos
e não demonstramos.
Sofremos em silêncio.
A alma chora. O coração grita.
Ninguém vê! Mas Deus sabe!
Deus entende! Deus cura!
Na infância, nosso futuro é um sonho.
Na juventude, nosso futuro não tem futuro.
Quando adulto, nosso futuro é a realidade.
Na velhice, nosso futuro é uma tragédia.
