Nao Consigo te Odiar
Quando o coração fala, não é conveniente que a razão faça objeções.
Não só o que é físico, todas as coisas se desfazem, porém, por mais que eu queira, esse sentimento no meu coração se recusa a se desfazer.
(Tsunade)
Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo.
O diabo complica esta vida para que você não tenha tempo de pensar na próxima. O remédio para isso é sempre resolver tudo da maneira mais rápida e cirúrgica, SEM MUITAS PALAVRAS. Se você pode dar um jeito num problema sem dizer nada, faça isso. Se puder usar uma só palavra, não diga duas. Guarde as palavras para a prece, o estudo e o amor.
Basta vires tu. Tu e o abraço. Não precisas sequer de algo dizer, chega só tu e o abraço. Aquele abraço que me cala, sossega e aquieta. Aquele abraço que me faz fechar os olhos, respirar fundo e sorrir.
Bastas-me tu. E o abraço. O que me conforta e descansa. Tu e aquele abraço calado que me traz todas as respostas. Aquele abraço que me retém contra o teu peito. Aquele abraço que faz de mim miúda. E invencível.
Basta vires tu. Eu já cá estou.
Trazes o abraço?
Uma pessoa é como uma cidade. Não se pode deixar que algumas áreas menos aprazíveis provoquem uma repulsa generalizada pelo todo. Pode ser que haja algumas partes das quais você não goste, umas ruas e uns bairros perigosos, mas as coisas boas fazem o todo valer a pena.
Eu amo tanto você, que não tem explicação,
Des do dia em que te conheci, sabia que era amor pra valer,
Sabia que seria difícil e teríamos muitas barreiras,
Mas o amor vence todas elas, e ao seu lado sei que estou segura,
Amo tudo em você,
O brilho dos olhos, a maneira que você fala,
Amo quando diz que sou perfeita, mesmo eu sabendo que não sou,
Amo a maneira que você me toca, os seus beijos,
Como sempre é sincero em qualquer situação,
Mas amo principalmente a maneira de como sou quando estou com você.
Quero que saiba que quando estou e quando sei que tenho você, mais nada importa.
Quero envelhecer ao seu lado,
Te amo muito, e se for amor que seja eterno.
Me dizem que sou antissocial, não saio, não me enturmo com a galera, enfim, apenas prefiro ficar só, do que ao lado de pessoas que não me querem bem ou ficar ao meu lado.
Os problemas sempre existirão. Se forem solucionáveis, temos de resolvê-los. Se não temos condições de resolvê-los, precisamos aceitar nossas limitações. Mas jamais devemos gravitar na órbita deles.
Não sujo minhas mãos para derrubar pessoas insignificantes, afinal, nada melhor do que vê-las tropeçando no seu próprio fracasso...
O amor que sinto por você não tem explicação
você chegou na minha vida e já fui mudando a minha direção
deixou minha vida mais alegre, com mais cor
Eu sei que isso é amor
Homem ao mar!
Que importa! O navio não pára. O vento é suave, e o navio tem rumo a seguir. Portanto, avante.
O homem que caiu ao mar desaparece, torna a aparecer, mergulha, sobe a superfície; grita; ninguém o ouve. O navio, estremecendo com a violência do furacão, vai todo entregue à manobra; os marinheiros e passageiros nem mesmo vêem o homem submergido; a mísera cabeça do infeliz é apenas um ponto na enormidade das vagas.
São desesperados os gritos que o desgraçado solta das profundezas. Que espectro aquela vela que se afasta! Comtempla-a, vê-a convés com os companheiros; pouco ainda antes, vivia. Que teria, pois acontecido? Escorregara, caiu; acabou-se.
Debate-se nas águas monstruosas; debaixo dos pés tudo lhe foge e se desloca. As ondas revoltadas e retalhadas pelo vento rodeiam-no, medonhas, os rolos do abismo arrebatam-no, a plebe das vagas cospe-lhe às faces, e confusas aberturas quase o devoram; cada vez que afunda entrevê precípicios tenebrosos; sente presos os pés por desconhecidas e horrendas vegetações; as ondas arremessam-se umas contra as outras, bebe a amargura, o oceano convarde empenha-se em afogá-lo, a imensidade diverte-se com a sua agonia.
O homem mesmo assim, luta.
Diligencia defende-se, intenta suster-se, emprega todos os esforços, consegue nadar. Ele, força perecível, de repente, exausto, combate a força que é inesgotável.
Onde está o navio? Muito longe. Mal se avista nas lívidas sombras do horizonte.
O mar é inexorável noite social, onde a penalidade lança os condenados. O mar é a miséria imensurável.
A alma, em tal báratro, pode tornar-se cadáver. Quem a ressucitará?"
Você me ama do jeito que sou. E não do jeito que poderia me tornar, mas vamos encarar a realidade, eu também me amo.
Não penses que a mentira me consola:
parte em silêncio, será bem melhor...
Se tudo terminou a tua esmola
meu sofrimento ainda fará maior...
Não te condeno nem te recrimino
ninguém tem culpa do que aconteceu...
Nem posso contrariar o meu destino
nem tu podias contrariar o teu!
Sofro, que importa? mas não te censuro,
o inevitável quando chega é assim,
-se esse amor não devia Ter futuro
foi bem melhor precipitar seu fim...
Não te condeno nem te recrimino
tinha que ser! Tudo passou, morreu!
Cada qual traz do berço seu destino
e esse afinal, bem doloroso, é o meu!
Estranho, é que a afeição quando se acabe
traga inútil consolo ao nosso fim
quando penso que ainda ontem, - quem o sabe?
tenha sentido algum amor por mim...
Não procures mentir. Compreendo tudo.
Tudo por si justificado está:
- não tens culpa se te amo... se me iludo,
se a vida para mim é que foi má...
Vês? Meus olhos chorando estão contentes!
Não fales nada. Vai! Ninguém te obriga
a dizeres aquilo que não sentes,
nem eu preciso disto minha amiga...
Parte. E que nunca sofrer alguém te faça
o que sofri com o teu ingênuo amor;
- pensa que tudo morre, tudo passa,
que hei de esquecer-te, seja como for...
Pensa que tudo foi uma tolice...
Só mais tarde, bem sei, - compreenderás
as palavras de dor que não te disse
e outras, de amor... que não direi jamais!
As lágrimas que mais doem, não são aquelas que saem dos olhos e descem queimando o rosto; mas sim aquelas que, de quem menos esperamos, fazem nascer no coração e escorrem rasgando a alma.
