Não Consigo
Cenário passarela
Duas cidades
não consigo esquecer,
Uma tem o Paraíba,
outra o rio Tietê,
Uma é pedra de rubi,
Outra é do amanhã,
Uma tem o Morumbi,
Outra o Maracanã,
Posso agora apresentar
No abrir de uma cortina
Como as mais importantes
Da América Latina,
Uma é imenso cenário de novela,
Outra é famosa passarela,
Há um laço de união,
Se amor ou é paixão,
Ou eterna ligação,
só sei que elas não se escondem,
em baixo por via,
em cima por ponte,
conheço uma por seu brio,
outra digo por seu garbo,
uma chamo de Rio
outra chamo de São Paulo
O ser bom.
"Não entendo gente que diz:
-Eu não gosto!
- Sem provar...
-Eu não consigo!
- Sem tentar...
-Como também não entendo gente que fala:
'Eu sou bom, só não pise em meus calos..'
- Então, não é bom!
Quem é bom entende que o pisão, pode não ter sido de propósito; e se foi... entende logo, que trata-se de um doente mental e sente pena!
- Tão simples prá quem se diz bom!"
✫Haredita Angel-25.01.2016
"Tento imaginar o ser que criou tão grande espetáculo, por mais que eu me esforce, não consigo"
Haredita Angel
01.03.14
A cada pingo de chuva que cai sobre o meu telhado trás as lembranças do passado e não consigo esquecer,
pois a garota que disse ter me amado
foi embora e me deixou sem entender.
Peço-te toda sinceridade
Peço-te todo seu perdão
Só não me deixe sem o que me dá
Não consigo ir sozinho, sem suas mãos
Aprendi com as manhãs
Que tudo se renova a cada dia
Aprendi com o entardecer
Que a fúria também se vai com o sol
Mas ainda não compreendi
O porque de tanta complexidade
Se eu ainda ando pelas mesmas ruas
Percorrendo a mesma cidade
Calma, tudo há de se resolver
As derrotas estão sempre aí
Pra te ensinar, acima de tudo
A não deixar de vencer
Vem comigo, e deixa tudo de lado
Vou te ensinar o que há de melhor
Nessa vida corriqueira
E te mostrar que, sozinhos
A vida é muito mais passageira
Tentei mudar, mas a utopia me seguiu e não consigo.
É vão todo meu esforço, quanto mais tento, mas desmorono.
Estou morrendo me acabei e não consigo nada, sou ciumenta de mais e um pouco mimada,
E o pior é que não quero ser mais nada.
Sonhei com uma utopia que é só isso e não passa de nada.
Oh!Sonho irrealizável, antes que me mate eu te mato.
Utopia
Tentei mudar, mas a utopia me seguiu e não consigo.
É vão todo meu esforço, quanto mais tento, mas desmorono.
Estou morrendo me acabei e não consigo nada, sou ciumenta de mais e um pouco mimada,
E o pior é que não quero ser mais nada.
Sonhei com uma utopia que é só isso e não passa de nada.
Oh!Sonho irrealizável, antes que me mate eu te mato.
As vezes sou levada a acreditar que não consigo, que não sou capaz... é uma insegurança inexplicável.
Se eu sou sua imagem, o reflexo do Senhor aqui na terra, sou mais poderosa do que imagino? Talvez sim, mas e a questão do homem corrompido? Talvez por isso tamanha insegurança ou falta de fé...não sei explicar.
São tantas incertezas Papai e tanto medo de não refletir tua glória devidamente.
Me ajude a ser aquilo que projetaste desde o início, me ensine a ser a mulher, esposa, filha ,amiga e mãe que tenho que ser, que quero ser, que nasci pra ser.
Não quero viver a mediocridade do homem corrompido, e sim alcançar o ápice da regeneração em Cristo.
Molda-me, e que eu me deixe ser moldada, só assim todas incertezas darão lugar a certeza de que estou/estarei sendo a melhor versão de mim mesma, cheia de Ti que é o melhor em mim!
Amém!
Não consigo
ser diferente...,
A poesia que enxerga
em mim,
É mais tua
do que minha,
Essa poesia mora
mais em ti
Do que mora em mim;
Não consigo
ser diferente...,
Escrevo para causar
contentamento,
Escrever para mim
é como um rubi,
Escrevo com o que há
de mais vermelho,
- em mim -
Escrevo para mexer
com o sentimento.
Nunca duvide
do que a minha poesia
é capaz,
Quando menos imaginas,
tu irás atrás,
Do Bem que só
ela te faz;
Tu bem sabes do
que ela é capaz,
Além de ser canto, ela é
o teu colo de paz.
Não consigo
ser diferente...,
Sou o verso presente
nos teus lábios,
A doçura caída do céu
em teus átrios,
Para mudar o teu presente
– um presente,
Nunca estou ausente,
és ciente,
Porque eu
sou diferente;
Não consigo
ser diferente...,
Cheguei para mudar
os teus dias,
Para trazer sorrisos
e mil alegrias,
E fazê-lo feliz
e cheio de valentia,
Guardando cada escrito
meu como magia,
Para sempre se orgulhando
que eu existo: sou poesia.
Não consigo disfarçar
mais o meu sorriso,
Resolvi dar tom e forma
ao meu plano,
De te amar sem engano
e sem disfarce;
Porque é lindo o lábaro,
que emana de ti.
Respiro esse teu aroma
bárbaro e joaquino,
Maravilhosa e vana é a glória
de fazer-te(admirado).
Por presunção secreta
de que estás (apaixonado);
Entregue-se para mim,
que serás bem cuidado.
Não consigo parar,
de pensar em você,
Todo o dia é poeticamente
arquitetado,
Quero ser infinitamente tua - inteira;
E fazê-lo amoroso da forma mais perfeita, assumindo publicamente que estás enfeitiçado pelos poemas que são certezas.
Há duas metades e inteirezas
que formam uma ilha,
sabemos ser um mar de rosas
e mil carícias,
Há um desejo de exibir
ao mundo que nos amamos.
Desejamos matar os corações alheios de
- inveja e despeito -
Todo o dia sempre é perfeito:
para fortalecemos que nascemos
um para o outro;
E ainda bem mais do que isso:
não tem mais jeito,
(nós formamos o par perfeito).
A instabilidade política aqui no Brasil vem sendo crescente, e não consigo acreditar que vai melhorar porque as virtudes e capacidades de uns que estão aí são bem escassas, e infelizmente, eles são uma considerável maioria.
I
Noite enluarada
bem encostada
na colunar
Amanogawa,
Não consigo
parar de sonhar:
você virá me buscar.
Cerejeira colunar...
II
Noite de luar
e nós dois
recobertos
pelo enorme
guarda-chuva estelar
da Shirotae,
Cena que
da memória
nunca mais sai.
Cerejeira cobertura...
III
Do sul vejo
o luminoso
Cruzeiro,
Brindada
lembra até
um Salgueiro,
É Shidarezakura
que distraía
e dançava
como bailarina
para a Lua.
Cerejeira salgueiro...
O brasileiro nunca foi bem tratado pelos poderosos, não consigo entender o porquê tratam políticos e altos funcionários públicos como heróis!
Das injustiças
que precisam
serem ditas,
não consigo
represar por
muito tempo:
a garganta
é como uma
ampulheta
por quem não
tem nem como
se expressar
e da mesma
maneira falo
de amor mesmo
a quem não
queira me escutar.
O Sol e as nuvens
se arrumam
no entardecer
de coral róseo
em cortejo
à querida Lua
no onírico deserto
das areias,
ventos e oásis,
por onde viajam
imigrantes,
tropas e nômades,
as saudades,
e passaram
as antigas civilizações.
Não sei se você
de fato existe,
não sei se
estás previsto
em meu caminho,
só sei que sigo
a te esperar,
como um pássaro
solitário a voar
e cantando o amor
na crença de um
coração assim
seja como for:
jamais ficará sozinho.
Gostaria de ter um
mistério para ofertar,
mas eu não consigo
nem inventar dada
a gravidade daquilo
que estamos vivendo.
A ligação que tenho
com tantos fatos que
geram os meus versos
é que sou do povo
e sinto como se fosse
minha a dor de tantos
além fronteiras que
têm sido oprimidos.
Estou aqui para provar
que toda a poética
é que salva de um
Estado de Ditadura,
e nos salvará de
toda essa loucura,
é só preciso acreditar.
É véspera de Ano Novo,
e não consigo sentir
o perfume da liberdade,
Versejo como quem
grita aos quatro ventos
sem ser escutada;
E mesmo assim
com esperança
e fé na possibilidade.
É impossível fingir
que não escutei
reivindicações
pela liberdade
dos presos políticos
que mais uma vez
foi procrastinada;
Dói ver gente
que por ela não
estão fazendo nada.
Há sindicalistas,
nove comuneros,
gente campesina,
militares e gente
de todo o jeito,
e vozes resistindo
o quê os corações
não se calam
neste continente
que foi invadido
por radicalismo;
E me espanta que
há quem se assuste
porque conto tontos
e outros fatos
pedindo pela libertação
de todos e do General.
