Nao Chega aos meus Pes
É quase que indiscutível e indubitável não percebermos que todo o ser humano ao nascer não tenha de fato uma forte tendência ou inclinação psicossocioespiritual a se tornar “teísta” e não o contrário. Isso é inato ao ser humano como algo espontâneo, natural, evidente, claro, lógico e chega ser algo intuitivo e empírico para quem [O] busca. Haja vista, intrinsecamente, termos esta cognoscível e cognitiva predisposição em ser o que fomos biologicamente arquitetados a ser.
Não se escolhe, momentaneamente, ser ateu, mas as situações adversas podem ter uma força implacável para impulsionar a se fazer essa escolha permitida (por si mesmo).
Não se nasce ateu, mas as circunstâncias pragmáticas da “FERIDA” da vida é que podem levá-lo aos diferentes tipos de ateísmos.
Deus não existe no conceito vocabular, mas no conceito metafísico, uma vez que Ele é em essência sendo imune a coação externa! Pois Ele é quem origina a ideia de existência.
Deus não existe no conceito vocabular, mas no conceito metafísico, uma vez que Ele é em essência sendo imune a coação externa! Ele é quem origina a ideia de existência. Enfim, nunca irão provar sua “existência” no mundo físico, pois o mesmo é hermético, insondável e incompreensível para mentes finitas e limitadas.
Deus é incrível? Não e sim! Partindo do pressuposto etimológico não, e do secundário sim! Pois Deus é transcendental e fora do comum, da realidade limitada humana; portanto, ele é extraordinário. Ou seja, ‘incrível’.
Partindo do pressuposto etimológico Deus não existe, no secundário existe sim!
Tudo é uma questão de pura
perspectiva!
Não transforme palavras ou certas atitudes em sentimentos, pois você poderá adoecer e isso só desencadeará uma série de problemas
Que a honra ao ser humano não afete nossa integridade cristã e que a mesma não ofusque o equilíbrio da visão moral da verdade.
Que a honra humana não se incline a bajulação, caso contrário poderá se converter em práticas de omissão e conivência! E tais atos mostrarão um cegamento idólatra e tendencioso.
Se fôssemos predestinados poderíamos questionar o Criador de não sermos responsáveis pelos nossos atos. Tornando, assim, Deus culpado por nossas decisões. Já que o mesmo foi quem levou uns a salvação e outros a condenação. Isso seria uma tremenda acepção egoísta, imatura e insana. Longe desta mentalidade de busca de uma raça ariana, pois Jesus não veio para justos e sim para pecadores, até o mais vil pecador.
Não consigo ver justiça nem lógica em um Deus que supostamente predeterminou tudo e que predestinou cada um a um destino escolhido por Ele mesmo! Onde ficaria as responsabilidades individuais? Escolhas conscientes e não manipuladas? Ir ao inferno não por minhas escolhas e sim por que fui programado; isso é pagar uma conta que não seria minha, mas de quem me fez ir para lá, isso sim seria injusto e ilógico.
Deus é justo no calvinismo fatalista? Não!
Um Deus que predestinou uns para salvação eterna e outros para condenação eterna não seria justo, pois não teríamos escolha nem responsabilidade por irmos ao lugar que nos foi programado, assim seria um mundo de fantoches ou robôs, uma tremenda Matrix delirante. Justo seria irmos para onde desejássemos ir por meu de nossas escolhas pessoais, pois Deus respeitaria nosso livre arbítrio sem forçar ninguém.
Diplomas podem até mostrar que a pessoa teve informação, formação e preceito, mas não garantem sabedoria, educação ou respeito como alguns adiplomados expressam.
Se não houvesse o risco de se perder a salvação então não haveria sentido algum existir a apostasia!
Ela só existe porque devemos se manter firmes até o fim, com responsabilidades humana e sensibilidade espiritual para não racionalizarmos o pecado.
Os experts em argumentos só não serão exemplos para aqueles que não são capazes de enxergar suas limitações!
A questão não é saber ler as Escrituras, mas compreendê-las como elas são! Isto é, decodificar é uma coisa e interpretar é outra.
