Nao Chega aos meus Pes
Não preciso em espinhos pra fazer o que me cabe, bastão também é tempo de saber, das, horas no agir e não reagir.
Há gradar de vossas mãos, planos satisfatórios de vosso plantio, quando ligo observação, não diminui vossa alegria por viver.
Abriram pra fazer o que não sabiam resolver das resoluções, nada nas relações, e, chamaram ardentes, pra ti enternecer pelo todo.
Oportunismo que nada, não há falcatrua, quem passa tudo, vê, sem as falas, e, com elas nossas belas estadas.
A compaixão é pra que todos possam saber o sabor das soluções e não invenções nos tratados sem resoluções.
Algumas máquinas corporeas existiram somente pra acompanhar,e, travaram, é inconsequente não poder restaurar, somente àquilo que não se pode ver.
Onde não puderes amar, ouça àquela canção encher o líquido das misericórdias, restaurandes de corações em céleres.
Po quantas repetições de vezes não podemos nos amar, desde a mistura de minha boa vontade, em querer tratar, somente nosso planetário lar.
Julgo é pela falta do que necessita fazer e não pelo fazimento desgovernado das faltas de imperatriz.
Tragédias existiam é que podemos ver os acontecimentos antes de acontecer, tudo está limpando, e não adianta só o poder, pra ver, é ereto humanis em taglis avolutiva.
Não há dono, existe, é o domínio guardado pela responsabilidade individual subjetiva de todos os seres, já em preparos organizandos ajustando todos em inteiros.
A fazedura é a base do não podia fazer e sua varredura limpa e segura pra não sofrer fortes rupturas.
