Nao Chega aos meus Pes
Não sou de lá, vim ajudar a contínuidade de nossas verdades em união, além das bondades, nos livrando, e, sanando as intrusas confusões.
Queríamos sentir uma certa raiva e, como, ainda, não podemos, pedimos aos que podem, as docuras das sabedorias, impostas, pra que os líquidos virem o éter, pra os que também impossa.
A inteireza de milhares é a força dos trabalhos pelo dom a oferecer não apenas pela vontade de aparecer.
Não podias falar, era dos ainda, sem lho escrever às verdades pra seres, em simples manifestação o corrigir, pra seguir livre em sertes.
Não tenha mais medo de respirar já sabem das proteções de seu estado (èles) também merecem às responsabilidades dos fatos por seus atos.
Não terão materialidades pelas falsas laudas, pra satisfazer súplicas sem necessidades, pois, a destruição é pra corrigir sequelas das peles e das veias.
Não há orgulhos é, ser, em ti agradecer, todas (às) minhas incapacidades, são pela alegria do nosso viver.
A luxuria é uma extensão do que ainda não pode viver no seu merecer, é excesso de negação imposta, não pela decadência das supostas repressões.
Não somos melhores , mas, podemos ajudar, é, dádiva de amor, ao nosso estar, sendo únicos nas permanências das diferenças, sem prejudicar, impondo vontades, sem frases poder dizer, aonde quiseres ser.
Que toda inteligência disposta pelo universo, não seja jamais, retalhada pelo medo da humilhação de terceiros, todos em paz primeiro.
O silêncio não mais será a força pra sua grandeza ser destroçada, pela falta de momentos, retiros das inteirezas dos átomos, aguardando qualificação, pra emitir a cura das falsas sadanas.
As alegrias servem prá alegrar o seu sabimento e, não servir em chacotas as bandejas, pra não arrancar as ignorâncias e cabeças.
Se as capacidades se dessem na solidão não teria pedido por tantos tempos o momento das configurações e chamadas de ajuda.
