Nao Chega aos meus Pes

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Tira Senhor essa chatice que invade o meu íntimo. Essa maldita que tira o brilho dos meus olhos e escurece a ternura que há neles. Ela faz meus inimigos arderem de alegria quando notam meu semblante. Tira Senhor, pois ela atrapalha o meu caminhar, pensar , buscar meus sonhos e até de me apaixonar. Tira Senhor essa espinheira que me arranha, me fere e que me faz sofrer. Tira Senhor minha tristeza e também dos meus amigos que sofrem por causa dela para que possamos crescer com alegria, amizade e amor. E se um dia ela voltar, nos dê a sabedoria de saber controlá-la e expulsar de nossa vida. Amém!!! Elias Torres

Minha vida é um quadro em branco.
Minha mente e meus atos são meus pincéis; sou eu quem escolhe o estilo de arte que quero criar. Posso mudar as cores, errar os traços, recomeçar quantas vezes for preciso, mas não aceito deixar o quadro em branco.

Abro meus braços, abro meu coração,
abro as janelas de minha alma, para tudo
que é do bem, para tudo que me faz bem.

................Flávia Abib......

Crescendo em Estatura e Graça, está aquela que veio para Laurear meus dias e, por vezes, me salvar até de mim mesmo: minha neta favorita!

Talvez eu nunca consiga ser o irmão que os meus merecem, mas fui agraciado com os melhores. Minha eterna gratidão, Pai!

Nem nos meus melhores momentos de descontração, me atreveria a brincar com os infortúnios de alguém…


Mas me atrevo a dizer que talvez não haja câncer mais agressivo que a metástase que há muito assola o Congresso Nacional.


Nem mesmo nos instantes de maior descontração ousaria brincar com os infortúnios que a vida impõe a alguém.


A dor alheia, por mais distante que pareça, nos exige muito respeito — porque amanhã, uma igualmente ou até pior, pode bater à nossa porta.


Mas, olhando para a realidade política, percebo que talvez não exista câncer mais agressivo do que aquele que corrói as instituições por dentro.


A metástase que há muito tempo assola o Congresso Nacional não é feita de células doentes, mas de práticas que se multiplicam despudoradamente: corrupção, privilégios, conchavos e o desprezo pelo povo.


Diferente de uma doença física, que a ciência e a esperança tentam curar, esse mal se fortalece no silêncio da sociedade e na acomodação de quem já se acostumou com ele.


E assim, geração após geração, vamos herdando um corpo político debilitado, enfraquecido e refém de suas próprias deformações.


Se um câncer no corpo humano ameaça a vida, o câncer da política ameaça a própria noção de futuro coletivo.


A diferença é que, nesse caso, a cura não depende apenas de médicos ou remédios, mas da coragem de uma sociedade inteira em não se conformar.

Por um amigo, se for preciso, eu brigo com os meus, com o mundo e até com meu Soberano Deus.


Se for preciso, eu enfrento os meus, o mundo inteiro — e até o agridoce silêncio que faço diante d'Ele.


Não por soberba, nem por rebeldia, mas, porque a amizade verdadeira também é um grandioso ato de fé.


Há laços que não se sustentam em conveniência, mas em compromisso.


Amizade não é aplauso automático, é presença que permanece quando a razão manda recuar.


É escolher ficar quando o mais fácil seria se esconder atrás do “não é problema meu”.


E se às vezes esse amor me coloca em tensão até com Deus, não é afronta: é oração em forma de luta.


É Jacó mancando depois de muito insistir…


É Abraão perguntando, Moisés intercedendo, Jó reclamando sem deixar de crer.


A fé madura não foge do confronto; ela o atravessa.


Defender integralmente um amigo não é substituir Deus, é confiar que Ele suporta nossas perguntas e entende nossa lealdade.


O Deus que nos ensina a amar o próximo não se escandaliza quando levamos esse amor às últimas consequências.


Porque, no fim, não brigamos com os nossos, com o mundo e até contra nosso Soberano Deus por um amigo — brigamos diante d’Ele, certos de que a justiça, quando é verdadeira, nunca anda separada do amor.


É no “amar verdadeiramente o próximo como a ti mesmo” que se resumem todas as leis e profetas.

"Sou dono dos meus danos".

“Quando quero sumir com uma pessoa, tiro ela dos meus pensamentos.”

"Vivo sempre agitado porque o vinho estimula os meus neurônios lerdos."

Poder retornar...




Meus sentimentos são ancestrais, por isso sempre deixam recados nas suas passagens.


Os dogmas e os paradoxos foram queimados na fogueira da razão.


Um dia desses a barreira do impossível foi quebrada, levitar , transcender em pensamentos me elevou a lugares e a pessoas com a velocidade de um piscar de olhos e de repente, os abraços foram sentidos, os sorrisos foram ouvidos e o toque, e o toque foi o extraordinário dessa viagem circulada com sinceridade, com paixão e com o poder do retornar.


Uma luz se abriu lentamente, da janela vi o sol fluir, na cama senti vontade de voltar a emergi, nas lágrimas a abundância do que vêm sendo sentido por eras e eras.

Eu amo os meus começos e Odeio os meus fins
Os começos são pura faísca, promessa, aquele gosto de “agora vai”. E meus fins… são o cemitério das minhas entregas inteiras. Quem sente tudo do jeito que eu sinto nunca termina nada sem deixar um pedaço de si no caminho.

Gosto dos meus finais, do jeito que os traço, e gosto quando gosto disso!
há beleza no adeus quando sigo meu passo.
Deixo pro último dia, veneta que vem,
“deu na telha”, eu rio.. Loucura faz bem.


Louca?.. Talvez. Mas quem é são de verdade,
se conter o transbordar é negar liberdade?
Encerrar minha participação especial na vida de alguém
é arte que dói, mas que dá no que falar
porque até no adeus, eu sei me reinventar.

⁠Ótima terça-feira
a todos os meus clientes!

Desejo a meus amigos e clientes um feliz Natal!

"Meus heróis levavam enxadas nos ombros e calos nas mãos."

"Se olhar atentamente em meus olhos, poderá ver meu espírito, pois já foi dito, que os olhos são as janelas da alma."

Pedi a Deus discernimento,
E foi assim que Ele me mostrou os meus erros;

Pedi que Ele testasse a minha fé,
E foi assim que pensei em desistir;

Pedi que Ele fosse a prioridade em minha vida,
E foi assim que me vi sem nada;

Mas em tudo, Deus estava, e para mim, o importante não foram as perdas, mas sim, a Sua doce presença e a Sua maneira diferente de me responder, através do sofrimento que me molda.

Cruzou uma

borboleta

amarela,

e entre meus

seios repousou;

o rumo tomou

e algo inspirou

que o amor

estará surgindo.



Não perco

o meu olhar

sobre você,

e por ti não

irei deixar

de esperar.



Fui plantar

as rosas

do destino

para quando

a vida

nos colocar

no mesmo

caminho.



Longe irei,

se precisar

com a condição

de não deixar

o amor se perder,

e eu não voltar.

⁠Bem que os beijos meus
poderiam ter
asas para buscar os teus,

(Ou poderiam mesmo
até o oceano cruzar),

Do báratro escuro
que ardente oculto
para nele você se perder,

(Sem chance de fugir
ou querer regressar),

Mais forte que o passamento
para você de mim
nunca mais esquecer,

(Ou de dentro de ti vir
a tentar me apagar),

Tão méleo quanto
o mais puro dos sentimentos
para você se viciar,

(Sem querer cheguei
para em ti morar),

À espreitar a cada
um dos meus passos
como um lobo da estepe
do Oeste da Anatolia,

(Doses de café,
desejo e melancolia);

Indomável como o mar
em intermitente luar
feito a sagração poética
da primazia da primavera.