Nao Chega aos meus Pes
Vem cá e deixa eu bagunçar teu cabelo, ser tua motorista, e esquentar teus pés no frio. Vem cá me pegar no colo, me chamar de vida e atrapalhar meus estudos. Vem comigo pra eu rir da tua cara quando tu falar que tá bravo e falar que tu é lindo. Vem cá e se atira de cabeça, alma e coração nessa relação que tem tudo pra dar certo, e vai dar certo, que já deu certo, vem cá vem.
Seja grato por tudo que você viveu até aqui, gratidão deixa a vida mais leve, te torna uma pessoa mais nobre e feliz.
Você tem um cérebro na cabeça. Você tem pés em seus sapatos. Você pode ir em qualquer direção que escolher. Você esta por sua conta. E você sabe o que você sabe. Você é o único que vai decidir para onde ir...
Cada um dá o que tem, se tem rancor, inveja e raiva dentro de você é isso que você dará às pessoas mesmo sem perceber.
Seja o tipo de mulher que, quando seus pés tocam o chão a cada manhã, o diabo fala:
"Droga, ela acordou!”
A vida é muito curta pra empurrar o dia com a barriga...
Não acorde com arrependimentos ou mágoas...
Ame àqueles que te querem bem, que te fazem feliz
Se perdeu uma oportunidade não se lamente. Apenas siga porque outras virão
Acredite que tudo acontece por uma razão.
Se tiver uma segunda chance, agarre firme com as duas mãos.
Se isso mudar sua vida, deixe acontecer.
Ande depressa mas não perca a paisagem que o cerca
Perdoe rápido
decida
aja
Deus nunca disse que a vida seria fácil. Ele simplesmente prometeu que valeria a pena.
Por isso, quando for para amar que seja com calma
Beije devagar
E viva intensamente o melhor dos sentimentos.
Meu herói foi o amor, vencendo tudo com mãos e pés pregados na madeira. Sendo assim tornei-me livre pelo amor. Uma expressão de amor me tornei, vivendo, assim, como um reflexo do próprio em atitude, e no coração carrego uma porcentagem, por isso nada de quem sou é meu e nem preciso ser eu. Quem não consigo ser, Ele será por mim!
Saudade da infância
De terra na mão
Brincadeira de roda
Correr na rua
Pés descalços
Birra pro banho
Muita bagunça
Pouca importância
Nenhuma preocupação
Quem me dera eu fosse pó que rola na estrada e os pés dos pobres me tivessem pisando. Quem me dera eu fosse o burro do moleiro e que ele me batesse e me estimasse. Antes isso do que ser aquele que passa pela vida olhando pra traz, sentindo pena.
Meu tio uma vez me disse que o mundo so encontraria a paz quando os homens caíssem aos pés das mulheres e lhe pedissem perdão
Quero sorvete, flores do campo, massagem nos pés, lua cheia, algodão doce, música boa, paçoca, amizade sincera, fruta do pé, chuva fresca, sorrisos, sorrisos, sorrisos...
Filhos da Morte
"Tristes pés negros,
descalços e sujos,
pisam solitários
caminhos sem fim.
Chão machucado
pela dor das feridas abertas
em tanta pedra pisada.
Não há chegada
sem destino.
Ninguém espera seu regresso.
Nem horizonte...
Crianças tristes,
negras e descalças
em caminhos mortos
da vida.
Olhos cegos,
à procura de um oceano perdido,
Mar que divide fome,
sede e sonhos...
Órfãs de piedade.
Sem bagagem.
Mãos vazias.
Agasalhados nos trapos
do abandono...
Esperanças guardadas
no bolso rasgado
vão caindo pelo chão...
Um rastro de tristeza
que fica.
Nada deixam para trás!
Tristes pés descalços
de crianças negras,
sujas, famintas,
chorosas e mortas,
Vagando nos caminhos da vida..."
Agradeço a intensidade que mora em mim. Transbordo da cabeça aos pés. Sou movida por ela. A intensidade me ensinou a ser resiliente, mesmo que de forma tão sentida. Ela me fez sentir coisas que talvez se eu não sentisse tanto, não aprenderia. Por isso tenho tanto orgulho da minha essência. Ela me incentiva a aproveitar essa vontade enorme que tenho de crescer e viver de forma sempre tão profunda, que faço dela a minha casa, onde me encontro, me reconheço, me apresento e me faço enxergar. Meu nome é intensidade. Sobrenome: sentir demais. Significado: saber viver.
Deixou de ser mina, linda, pés no chão
Brinda e presta atenção que a vida é uma constante questão
Um instante é o suficiente pra sua mente tropeçar no coração
Me entende? Se sim, me dá sua mão
“Despiu-se das velhas crenças
rasgou os preconceitos,
tirou dos pés as amarras,
calçou a coragem.
Sua nova roupa é transparente
revelando ousadia
não se vestiu de ceda,
se renda, nem de alinho fino
vestiu-se de amor e
revestiu-se de alma.
Ela vive na contramão do mundo
é natural que pareça ser um erro.
Mas ela não se vestiu de “ceda”,
não me refiro à seda tecido, e sim
a ceda do verbo ceder.
Ela não se vestiu de ”ceda” para
ceder ás pressões do politicamente
correto, corrupto.
Ela não se vestiu de “renda”
e não me refiro a renda tecido,
mas sim a renda do verbo render
e a renda, receita, salário.
Ela não se vestiu de se renda
para se render ás convenções dogmáticas
e não se vende a verdades absolutas,
discriminatórias, carregadas de
esteriótipos e intolerância.
Ela não se vestiu de “alinho”,
não me refiro ao linho tecido e sim
ao alinho do verbo alinhar.
É natural que pareça ser um erro,
mas ela não se alinha ás regras
e não se iguala àqueles que julgam
as escolhas alheias como sendo erradas
por serem diferentes das suas.
Pode até parecer um erro, e ela erra muito,
mas se vestiu de amor, e não me refiro a vestes
de tecido ou ao tecido da pele, pois nela
o amor é sangue em movimento continuo,
circula, propaga-se, renova-se.
E revestida de alma vivi.
No mundo, talvez, seja comum condenar
os erros alheios, mas através de alguns erros
é possível aprender, apreender e ensinar
e ainda assim nada saber, pois
o conhecimento é vivo e mutável. “
Viviane Andrade
