Nao Amplie a Voz dos Imbecis
Uma vida bem empregada não teme o fim: depois de ter transformado tempo em experiência, experiência em conhecimento e conhecimento em existência, até a morte encontra menos espaço para arrependimentos.
O futuro não destruirá o homem por lhe tirar o trabalho, mas por lhe devolver o tempo sem lhe devolver o sentido.
“A inteligência criou máquinas para imitar o homem e terminou descobrindo que ainda não compreendia o homem.
O maior mistério do universo talvez não seja saber se estamos sozinhos, mas saber por que existimos.
Não será a morte da inteligência que ameaçará o homem, mas a possibilidade de viver sem precisar pensar.
O homem não será ultrapassado quando as máquinas forem mais inteligentes que ele, mas quando ele aceitar ser menos humano para competir com elas.
No fim da história, talvez não descubramos o sentido da existência; talvez descubramos que procurá-lo era parte do próprio sentido.
Eu olho para o futuro não para descobrir quais máquinas existirão, mas para perguntar que tipo de ser humano sobreviverá àquelas máquinas.
Não me interessa saber quais máquinas existirão no futuro. Interessa-me descobrir que espécie de ser humano sobreviverá depois que elas tiverem aprendido a fazer aquilo que hoje nos define.
O futuro de uma empresa não começa quando a mudança chega ao mercado; começa quando suas decisões presentes determinam aquilo que ela ainda será capaz de fazer quando a mudança chegar.
A integridade do Direito não exige que todos os processos terminem iguais; exige que nenhuma diferença de resultado permaneça sem uma diferença jurídica capaz de justificá-la.
Toda norma que ignora a pulsão humana não se torna mais racional; torna-se apenas mais distante do que pretende regular.
