Nao Amplie a Voz dos Imbecis
O fato de sentirmos saudades de situações, lugares e pessoas que não conhecemos, seria um indicativo de que Shakespeare está certo e, realmente "existe mais mistérios entre o seu e a terra que supõe nossa vã filosofia?"
Mas eu acho que eu estou quase aceitando que meu destino é morrer sozinho, eu não tenho muitos colegas, provavelmente todos vão se afastar depois da faculdade e estou bem com isso, não tenho nenhum amigo pra contar oque eu falo aqui e nunca tive alguem que gostasse de mim verdadeiramente mas eu to começando a aceitar essa vida, algumas pessoas nasceram só pra alegrar um pouco a vida de outras pessoas e carisma eu tenho bastante pra oferecer
No dia em que eu morrer, não quero as pessoas que não gostam de mim no meu velório, pois enquanto estava viva só sabiam me caluniar... Então depois de morta nem precisam aparecer só pra ter certeza que morri.
MCS
Só existe uma única verdade. É aquela na qual você acredita. Não existe manual de instrução física, apenas biológica, hereditária, funcional, emocional, moral, (i)racional, religiosa, cognitiva...
Feito de tormentas, não conheço um dia que eu não tivesse que mudar minha forma de ser, para me readaptar a vida.
Quando a gente mora sozinho são muitos monstros que vêm em nossa cabeça, se não tomarmos cuidado acabamos virando um deles.
Nao quero que você vá, mesmo que distante você esteja, não quero que você vá, tem um lugar aqui dentro que é só teu.
Muitas vezes já me importei com algumas coisas, outras vezes não, quem já pescou sabe, nem todo dia é do pescador.
Estar lúcido, como se estivesse para morrer é olhar para a vida e temer não vivê-la, é olhar para o mistério de viver e escolher desvendá-lo.
A morte não é seu inimigo, é seu guia. É um lembrete de que somos passageiros, é um lembrete de que em breve você não terá mais a força para fazer o que hoje pode, faça!
"Em outra vida
vou olhar para mim
de uma forma diferente
mas não dessa forma trágica
e mixuruca. Mas por agora vou deixar-me
ser está flor murchar"
@Capivara_albina
Sonatina (soneto II)
Não pode ser sempre inquieta poesia
Está morna poética, cheio de torpeza
Os versos tão enevoados de lerdeza
Há de isentar-se desta sensação fria
Num vendaval de solidão e de agonia
O choro apodera da rima em tristeza
Quando a inspiração só quer alegria
E numa sonata vê-se sons da utopia
Hei de subir ao tope da imaginação
Vencer procelas e alaridos, emoção
Ali, triunfante, cheio de doce louvor
Em poema, aclamante, e com intento
O sol da glória há de ornar o momento
E eu, hei de toar: - em versos de amor!
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
16 janeiro, 2024, 20’38” – Araguari, MG
