Nao Amplie a Voz dos Imbecis
Tudo é bem simplificado
Eu já amei e fui amado
Mas como pode o amor acabar?
Como em umas férias de verão
Você goza
E depois volta
À sua razão
Apeguei-me ao mais fútil sentimento
o desejo incontrolável de ter
Hoje tenho tudo e estou só
O fato é que eu não soube escolher
Se crê, cria expectativas
ora choradas, ora atendidas
ora passadas, horas perdidas
Mas vivo a acreditar
na luz que ilumina e no fim,
que não termina
Afugenta teus medos menina
Que sina tristonha te envolve?
És linda e perante ao mundo
Tens uma luz enorme
Loucura minha me sujeitar as tuas chatices
Será o amor capaz de tanta burrice?
Faço de tudo pra te agradar
E recebo tuas ofensas sem questionar
Às vezes o amor é uma guerra
Tentando controlar as rédias
É um sentimento urgente
Desenfreado e eloquente
Amar realmente é uma tragédia
Um símbolo de uma tradição
Um momento que fica na memória
Ajoelhado eu te peço amor
Quer escrever comigo uma história?
Nem que se complete a alma com conforto ajuizado
O insaciável desejo do querer se sobrepõe
Nem que se conquiste tudo e todos
A trivial matéria empilhada se decompõe
"É mais difícil escolher alguém para trabalhar com você do que uma pessoa para casar. Você vai passar mais tempo com ela(e) do que com a sua família"
Trecho do livro: A vida do pequeno comerciante - No Brasil
De Jonathan dos Santos Rodrigues
É fase, de fato o que passo, quem nunca?
A tristeza se aloja em meus embaraços
Quanto mais eu entendo, mais ela me afunda
Quanto mais eu fujo, só me aumentam os passos
Quisera eu ter tudo o que me convém
Quisera eu ser importante e “alguém”
Quisera eu talvez mudar o mundo
Quisera eu, não ser eu por um segundo
Aqui dentro me bate uma vontade
De ser seu amigo
E querer desvendar
Seus desejos oprimidos
Nos calamos e seguimos
Cada qual no seu
Ínfimo sonho perdido
Que eu me canse sendo eu
Que eu leve a vida me arriscando
Que mesmo perdendo e chorando
Eu consiga me recuperar
Rogo a ti amor, esperanças em ter-te
A Deus peço e todos os intercessores
Que ela, donzela, bela, sonho meu
Desfoque o mundo para notar-me
