Nao Ame Sozinho

Cerca de 612192 frases e pensamentos: Nao Ame Sozinho

Não desanime saiba que lá do alto tem, alguém que te ama e zela por tí, Jesus é único em nossas vidas!.

0410 "Ó, Deus Pai... A crise mundial chegou também aí, em você? Só espero que não pense que tenho algo com isso, ohquei?"

0411 "Não me encha com isso sobre a sua crise. Não tenho como tirá-lo (da sua crise)."

0412 "Perdeu seu emprego por causa da crise? Lamento! Mas eu não quero perder minha paciencia por causa da sua crise!"

1551 📜 "Sei que sou Ignorante pra BURRO. Então, por favor, alguém Esclarecido (e que não seja Esclarecido pra BURRO) me esclareça: Ateus só existem por causa de Deus? Deus que eles não querem que exista? É isso?"

1553 📜 "Deus, se existe, não parece demonstrar preocupação nem sofrimento por causa de Ateus e por esses ainda contestarem a existência dEle, Deus. Já os Ateus, ih... Parece que padecem. Como explicar isso?"

2798 📜 Ouvi dizer que cresce o número de Humanos que não toleram viver sozinhos. Para uns a Solidão pode ser Alívio. Para outros é o Oposto. Ouvi dizer!

2939 📜 Desconfiar, Imaginar, Supor ou Desejar não é Saber. Então, quando não sei e desejo, Eu pesquiso e/ou pergunto.

3000 📜 Cheguei a este Meu Texto 3000, na Internet, com apenas Uma Conta aqui... Não tenho Duas ou Mais Contas (para simular que sou o Bam Bam Bam. Eu, não)!

1612
"Por que há quem não aceite os que não se sensibilizam com o Manual das Justificativas? Que tipo de reação é exatamente essa? Só não me digam que isso é Autêntico Comportamento Cristão, pois não é... E nunca será!"

"Não que eu seja religioso (pois não sou) mas, aos meus 14 Anos de idade, eu já lia os 'Catecismos' com certa regularidade. Os 'Catecismos', do Carlos. Carlos Zéfiro!"
TextoMeu 1383

"Alguns seguidores e defensores ferrenhos (e intransigentes) da Bíblia não aceitam, não admitem e até condenam os que não têm a Biblia como Livro Sagrado. Como explicar gente assim?"
TextoMeu 1385

1727
"Em verdade, verdade mesmo (e como eu já disse), não estou interessado nessas suas conversas sobre Deus. Mas tenho interesse em saber como você sabe de tudo isso o que fala. É só repetição? Como fazem Papagaios? É isso?"

0046 "Por Favor: Se Eu não lhe perguntar... Não diga o que Eu devo fazer! E ainda peço Por Favor, notaram?" Poizé!"

⁠O rouxinol e a rosa
fazem parte de mim,
e não sabia qual era
o tamanho da poesia
acesa pela lanterna
do teu amor na noite
que como poetisa
fez-se obra do destino
frente a frente com
Rumi e se mirou
por acaso coincidente,
e será tua inevitavelmente.

Imagina se a água colocasse a culpa nas pedras porque não consegue passar, e sabe-se que no extremo ela as faz rolar. Eles nunca abrirão mão do que são, mas nós temos o poder da persuasão e de moldar o espaço que sonhamos sem violência e com felicidade.

Não precisamos de grandes
gatilhos de conexão,
porque temos muita disposição;
abro os segredos do coração
para nos convidar:


Vem, faça de conta
que estamos noutro lugar!


Permita-se comigo flutuar,
deixe fruir a imaginação
pelas vias da sedução
se encarregar de tudo aquilo
que não podemos recusar,
e não desejamos parar:


Vem, com vontade de perder
a hora e não querer mais
nada nesta vida encontrar!


Nós dançaremos e colheremos
nesta festa particular debaixo
da Araucária ou da Guabiroba
os frutos da paz amorosa
com a leveza de nos enveredar.

As palavras doces
e os mimos só cansam
quando não há uma
intenção verdadeira;
Quando há uma
intuição excessiva,
elas rompem a represa.

⁠Não dá pra reclamar de violência, deslizando os dedos sobre a Morte ou os Traumas Iluminados de alguém.






Porque, nessa claridade azul, há mais que uma morte à mesa.






A primeira é a visível — os corpos entregues ao espetáculo.






A segunda, a sensível — a alma dos que assistem, lentamente embotada.






A terceira, a coletiva — o apodrecimento ético de uma sociedade que transforma tragédia em passatempo.






E a quarta… a mais cruel — a que quase sempre se esconde no brilho da própria tela, comprada às vezes no mercado negro, com o preço invisível da dor de quem a perdeu.






Há quem, sem perceber, alise o sangue seco nesses vidros, julgando a partir da zona confortável de sua poltrona, o mesmo crime que alimenta.






Banquete farto, servido à luz fria do progresso —
onde cada toque é um gole de conforto e uma migalha de culpa.






É o Banquete das Mortes Iluminadas!

O fato de ninguém ser obrigado a fazer companhia para ninguém não é licença poética para abandonar na solidão quem estava na solitude.

Há uma diferença deveras silenciosa, mas profunda, entre estar só e sentir-se sozinho.

A solitude é uma escolha, um espaço de encontro consigo mesmo, onde o silêncio não pesa e a ausência de vozes não se transforma em vazio.

A solidão, por outro lado, muitas vezes surge quando aquilo que era abrigo se torna isolamento, quando a liberdade de estar consigo cede lugar à sensação de ter sido deixado para trás.

É verdade que ninguém tem o dever de permanecer onde não deseja estar.

Relações não podem ser sustentadas por obrigação, e afeto não floresce sob imposição.

Mas reconhecer essa liberdade não significa ignorar o impacto que nossas ausências produzem na vida de quem caminhava ao nosso lado.

A maturidade das relações não está apenas no direito de partir, mas também na responsabilidade de compreender o que a partida representa.

Muitas vezes, a pessoa que parecia bastar-se não era alguém que dispensava vínculos; apenas havia aprendido a conviver bem consigo mesma.

Confundimos independência com invulnerabilidade e acabamos acreditando que quem aprecia a própria companhia não sente a falta da companhia alheia.

Sentir falta, entretanto, é parte inerente da experiência humana.

Nem mesmo os mais autossuficientes são imunes ao afeto, ao pertencimento ou à dor das rupturas.

Existe uma delicadeza que deveria acompanhar os encontros e desencontros da vida: a consciência de que passamos pela história dos outros deixando marcas.

Algumas são lembranças leves; outras, cicatrizes profundas.

Não se trata de permanecer por pena, nem de carregar responsabilidades que não nos cabem.

Trata-se de agir com humanidade suficiente para não transformar nossa liberdade em descuido e nossa escolha em negligência emocional.

Porque, no fim das contas, a verdadeira consideração não está em nunca partir.

Está em não esquecer que, enquanto estivemos presentes, ocupamos um espaço real na vida de alguém.

E que a forma como saímos desse espaço pode determinar se aquela pessoa continuará habitando sua própria solitude ou será empurrada para uma solidão que nunca escolheu.