Nao Ame Sozinho
Já tá perdido, ela não quer mais saber
Mulher igual essa você nunca mais vai ter
Seu sábado agora é com a sua tv
Matando a saudade dela e suas vontade assistindo cine privê
Sabe aquela saudade de momentos que não voltam, de palavras que foram ditas, de uma história que foi escrita, mas que seus personagens se perderam no meio do caminho, e uns acabaram por desaparecer, quanto que outros construiram novas histórias encima de páginas deixadas em branco por uma história inacabada!
Sabe aquela vontade de trazer tudo que um dia foi importante, que ficou marcado pra sempre, mas que hoje não passa de lembranças! Sabe aquela vontade de jogar tudo pro ar e sair sem direção, buscando trilhar um novo caminho, ou continuar um caminho que foi deixado e está sem continuação. É! infelizmente não é possivel, é só nostalgia mesmo, há momentos na vida que acontece uma única vez, e que marcam nossas vidas pra sempre, como se fosse um eclipse sem ciclos, um único momento, intenso, raro e depois que passa cada um segue sua trilha como se um nunca tivesse cruzado o caminho do outro.
Determine o seu valor, não fale sobre você de forma negativa fazendo comparações, seja potencialmente ousada em avançar em suas limitações. Faça de forma e acordo com o que Deus requer de você.
A maturidade não se dá pela idade, e sim pela capacidade lógica de raciocínio profundo e reflexão própria.
Versos... não. Poesia... não. Um modo diferente de contar velhas estórias.
Nota: Trecho do poema Ressalva.
...MaisO primeiro princípio da justiça é este: Não façais aos outros o que não quereríeis que vos fizessem.
A coragem de assumir que estamos tristes, quando a tristeza chega, não implica permitir que ela nos escravize, a não ser que essa seja a nossa escolha. Ela é uma nuvem que passa, somos o céu que fica!
Eu fui feito, pelas leis, um criminoso. Não pelo o que eu fiz, mas pelo que eu lutei, pelo que eu pensei, por causa da minha consciência.
Existem anjos em nossas vidas que não têm asas,
mas que nos levam às alturas
quando estamos pra baixo.
Quando as pessoas aparecem em seus sonhos, não é porque querem algo de você, é porque você quer algo delas
Devocional
Hoje, uma palavra na minha devocional me atravessou. Não como conforto imediato, mas como espelho. Ela trouxe à memória cenas de injustiças — aquelas que vemos acontecer entre pessoas, aquelas que nos atingem diretamente e até aquelas que apenas assistimos à distância. Cobranças excessivas, falácias disfarçadas de verdades, julgamentos lançados com facilidade. E quase sempre reagimos com indignação. Achamos absurdo. Injusto. Condenamos quem condena.
Mas, nesse movimento, algo me foi revelado: eu esqueço de olhar para a pessoa que mais me julga.
Sou eu.
Sou eu quem mais me cobra. Quem mais aponta meus erros. Quem revisita falhas antigas como se fossem sentenças eternas. Sou eu quem, em vez de reconhecer qualidades, insiste em enumerar defeitos. Quantas vezes fui carrasca de mim mesma? Quantas vezes fui juíza severa, algoz silenciosa, aplicando penas sem direito a defesa?
Eu não me deixo descansar. Não me concedo pausa. Não me permito respirar antes mesmo que qualquer ataque externo exista. Muitas vezes, o tribunal já está armado dentro de mim, e a sentença já foi proclamada antes que alguém diga qualquer coisa.
Carrego um dilema interno diário: julgo como erro aquilo que talvez seja apenas humanidade. Trato processos como fracassos. Transformo aprendizado em culpa. E vivo me antecipando à dor, como se isso me protegesse — quando, na verdade, só me cansa.
Essa reflexão não nasce para me absolver sem consciência, mas para me lembrar que justiça também começa no modo como me trato. Que misericórdia não é permissividade, é entendimento. E que talvez o maior ato de fé seja aprender a silenciar essa voz acusadora e permitir que a graça — inclusive sobre mim — tenha espaço para existir.
Hoje, mais do que apontar injustiças no mundo, eu escolho observar como tenho sido comigo. Porque, muitas vezes, a batalha mais dura não é contra os outros — é contra a forma como aprendi a olhar para mim mesma.
13 de Janeiro 2026
Há um julgamento acontecendo o tempo todo.
Não na praça, nem nos tribunais,
mas dentro.
Apontamos o dedo para o mundo
e, quando ninguém vê,
erguemos o martelo contra nós mesmos.
Condenamos erros, falhas, atrasos, silêncios,
como se fôssemos obrigados a acertar sempre.
Mas que sociedade se constrói
quando cada um aprende a ser
o próprio algoz?
Que mudança é possível
se a primeira relação consigo,
já nasce em guerra?
Talvez transformar o mundo
comece por um gesto quase invisível:
diminuir a dureza do julgamento interno,
reconhecer a humanidade no outro
porque ela foi, antes, reconhecida em si.
Mudar a si não é se absolver de tudo.
É aprender a julgar com consciência
e viver com mais responsabilidade
e menos crueldade.
