Nao Amar Doi Amar Doi mais ainda

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"Ainda que os meus passos pareçam perdidos, insisto em manter a mesma direção. Continuo insistindo nessa longa jornada onde tanto já me encontrei, onde tanto já me perdi, onde tanto já vivi. E nessa ciranda de cometer erros e acertos, de se precipitar ou não. Continuo a tentar. A me redescobrir sempre. Continuarei a vasculhar o meu ser, me detalhando, pois, só assim saberei quem realmente sou."

Inserida por DriuKilberg

Mesmo com barba em meu rosto
Ainda sou um menino
Que sorri das coisas da vida
E tem fé no destino

Inserida por DaviLunardi

Ainda me lembro de algumas palavras, queria ter dito antes, talvez um dia eu possa gritar sussurrando, e você possa ouvir, como o vento que passa entre as pedras, que apenas existe, mas ninguém vê, sente mas nao lembra, acalma mas não suprime. E com o tempo, vai maltratando tudo aquilo que um dia era tão forte quando uma pedra.

Inserida por kayonakayama

Somos engrandecidos pela palavra quando ainda que simples portadores de sua mensagem, desejamos alcançar, o que nela está escrito. (taw ranon)

Inserida por TawRanon

Na dúvida, escolha o caminho do amor, pois ele é o único caminho que ainda vale a pena lutar.

Inserida por Anderson-de-Souza

Hoje sou grato por tudo que já me fez e o que ainda ira fazer, hoje sou grato por vc ter me dado uma direção na vida, hoje sou grato por me amar, hoje sou grato por ter ganhado um dos melhores presentes de Deus, você! Hoje sou grato por ter me mostrado um mundo novo, bonito, repleto de felicidades, objetivos e conquistas, hoje sou grato por ter conhecido a mulher mais maravilhosa que um homem poderia encontrar, hoje sou grato por simplesmente te amar! ❤

Inserida por Queto

Como uma brisa o tempo passa e eu ainda com a mesma vida pacata,o tempo corre e ultrapassa todas as minhas perspectivas.
Tempo de enxergar mais além a procura de algo concreto,difícil ficar vagando sem rumo,a vida fica um tanto sem graça e todos os objetivos parecem vazios.
Assim me encontro e nada parece ter tanta graça.Mais torço para que isso mude logo,a vida não se resume a tão pouco ,mudar é mais que preciso ,é uma questão de escolha para a qual vai me levar ao real desejo de viver verdadeiramente...

J.R.M 11/06/13

Inserida por meinhof

Os brasileiros negam o racismo, mas ainda se escandalizam quando veem um casal com cores diferentes.

Inserida por eliashenrique

Estou me permitindo ser sol.
Algumas nuvens ainda passam por mim.
Mas, ninguém é capaz de tirar o brilho
que faz morada em meu peito.
Pode até chover, e eu ,dançarei para chuva.

Inserida por IrmaJardim

O sol ainda está acanhado
Meu estômago embrulhado
Eu só volto a dar meu recado
Depois de ter melhorado...

mel - ((*_*))

Inserida por MelaniaLudwig

E tudo ficou tão silêncio, mas no fundo ainda existia uma guerra dentro de mim...

Inserida por dricagomes123

Eu vou fazer 80 anos e ainda vou sentir uma vontade absurda de voar de vez em quando.

Inserida por Liriancunha

"O amor é para ser esperado, cuidado, brindado. É, sobretudo, para ser dito/ouvido, ainda que nas “entrelinhas”.

Inserida por MarciaMedeirosblog

PREVISÃO DO FUTURO – O genro
Seu José, ainda jovem, com todo vigor, gostava de sair aos finais de semanas para tomar uma gelada com a família, e nas férias adorava ir à praia, tinha apenas a filha Mariinha, moça bonita e atraente, que começou a namorar cedo.
Um certo dia, seu José parou para pensar e refletir:
- Assim não dá, todo final de semana saio com a esposa para distrair e tomar uma gelada. Quem sempre chega, a sua filha Mariinha com o seu namorado possível futuro genro, que bebi, come e diverte, e como sempre sai de fininho e nem ao menos agradece, e quem paga a conta? Claro, que sou eu afirma, Seu José.
Seu José tomou uma decisão como gosta de sair final de ano, nas férias para passear, não vai mais sair nos finais de semanas, assim não precisa bancar a farra do quase futuro genro, e ainda economiza para o passeio de no mínimo sete dias.
Todavia voltou a refletir:
- Não podemos viajar e deixar a Mariinha, levando ela, quem vai junto, o queridinho genro. E quem vai bancar essa viagem? Acertou de novo, sou eu, exclamou Seu José.
- Vai precisar de dois quartos, que por outro lado é um problema, pois a Mariinha e o seu namorado vão dormir juntos, bancados por quem, Seu José irrita só de imaginar.
- E mais ainda, se o possível futuro genro está acostumado a não ajudar a pagar a conta aos finais de semanas. Quem vai bancar o almoço, o jantar, e os bares nessa viagem?
Seu José, cabisbaixo parou e resmungou:
- Vou mostrar para todos, também não vou passear. Mas, vou deixar de viver por isso!
- Assim é melhor morrer, murmurou seu José baixinho.
E imaginou: Quem vai tá ao lado do seu caixão, rezando para ele, claro seu genro, mais ou menos assim:
- Aleluia, Aleluia, Aleluia (Bis);
- Graças a Deus!!!

Está obra é apenas ficção, qualquer semelhança é mera coincidência.

Inserida por jbfjoao

Ainda sinto o gosto dos seus beijos,
sinto suas mãos me tocando.
Sinto, e vejo.
Vejo seus olhos brilhando,
me olhando.
Seu sorriso estampado,
bobo, apaixonado.
Vejo você,
tantos anos depois,
da mesma forma que te vi
naquela primeira vez.
Um menino,
agora adulto.
Que não cansa de me conquistar.

Inserida por anamcordeiro

MINHA BONECA DE VERDADE

Quando criança ainda, lá com meus seis anos de idade, morava com meus pais e mais sete irmãos no sítio e não possuía nenhum brinquedo de fábrica. Todos eram confeccionados em casa, em conjunto com as amiguinhas vizinhas, com meus irmãos e às vezes minha mãe tirava um tempo e nos ensinava a fazer algumas coisas interessantes.
Nós, as meninas, fazíamos bonecas de sabugo para brincar. É, sabugo mesmo, aquela parte que sobra do milho seco depois de debulhado. Escolhíamos o maior de todos os sabugos disponíveis no paiol. Cortávamos retalhos de tecidos cedidos por minha mãe, que sempre os tinha guardados numa sacola, pendurada atrás da porta de seu quarto de costura. Escolhidos os tecidos, pegávamos a parte mais grossa do sabugo, o que seria a cabeça da boneca, nele colocávamos o tecido na extremidade, como se fosse uma touca, amarrando firme com uma tirinha, para não se soltar (porque cola nós não tínhamos). Em seguida, escolhíamos outro retalho e fazíamos uma saia, pregueada ou franzida, com as mãos mesmo, nada de agulha ou linha! A coleguinha ajudava a amarrar com tiras finas da própria palha do milho. Com um lápis preto ou mesmo um pedaço de carvão, desenhávamos os olhos e com semente de urucum, a boca.
Pronto! Estavam ali nossas bonecas. Lindas! Cada uma com a sua. Diferentes umas das outras, devido a escolha dos retalhos coloridos. Felizes, brincávamos por horas a fio.
Mas um belo dia, uma priminha da cidade, veio com meus tios nos visitar, trazendo consigo uma boneca de verdade. Fiquei encantada! Nunca havia visto uma, e tão linda. Tinha os olhos azuis e cabelos cacheados.
Daquele dia em diante minha vida mudou. Não quis mais saber de brincar com boneca de sabugo. Eu queria uma boneca de verdade. A novidade mexeu com meus sonhos, até então acessíveis.
Chorava e implorava para minha mãe. "Quem sabe no Natal", dizia ela. Pedir para meu pai, nem pensar. Para ele, brinquedo era desperdício de dinheiro. Era o jeito dele ver o mundo infantil. Posso jurar, foi o ano mais longo de minha infância: Eu queria minha boneca de verdade e ela só viria no Natal.
Chegou o Natal, como tantos outros, mas para mim seria diferente, eu teria minha boneca de verdade. O "talvez" de minha mãe eu esquecera.
Fomos com toda alegria, bem cedinho, ver os presentes debaixo da linda árvore natalina. Cada um procurando o seu, embrulhados em papel comum, mas com nosso nome marcado pela letra de minha mãe. Porém, cadê a minha boneca de verdade? Ela não veio. Ganhei sim, uma pequena sombrinha, que no dia seguinte já estava quebrada.
Chorei muito e ainda levei umas boas palmadas de meu pai. Ninguém me consolou. Não compreenderam a minha tristeza. Minha mãe deve ter percebido, mas como nada podia fazer, não deixou transparecer; apenas prometeu-me que daria um jeito, "talvez" na próxima ida à cidade grande, na época das compras. Isto não me consolou. Foi, sem dúvida, o Natal mais triste de minha infância.
Depois daquele fatídico Natal, em que não ganhei meu presente desejado, minha tristeza, felizmente, durou pouco.
Janeiro era o mês do padroeiro da cidadezinha onde frequentávamos a escola, o catecismo e as missas dominicais. São Paulo, lembro-me bem, era o santo padroeiro da capela e nome do sítio de meu pai, onde morávamos.
Todo ano os moradores se reuniam e preparavam uma bela quermesse, com direito à visita do bispo, padres de outras paróquias, fazendeiros, sitiantes e colonos de toda a redondeza para uma linda missa cantada. Para a quermesse eram doados bezerros, sacos de café, leitoas, carneiros, frangos e artesanatos feitos pelas mulheres e moças prendadas da comunidade.
Uma rifa foi organizada, cujo dinheiro iria para a reforma da igrejinha. Um bezerro era o prêmio e de brinde, vejam só, uma linda boneca confeccionada por dona Mariquinha, mulher muito conhecida por suas habilidades na agulha.
Quando vi aquela boneca, fiquei deslumbrada! Eu queria uma boneca de verdade e esta era a minha chance. Procurei por minha mãe, que estava na cozinha de uma das barracas, liderando outras mulheres no preparo da comida a ser servida durante a festa. Implorei que comprasse um número, porque eu queria uma boneca de verdade. Meu pai não era dado a gastar dinheiro com estas extravagâncias, mas naquele dia ele sucumbiu ao meu apelo e cedeu. Comprou um único número. Nem preciso dizer que dei muitos pulos de alegria.
Ao anoitecer, quase no final da festa, chegou a esperada hora do sorteio..Bingo! Meu pai ganhou o bezerro e eu ganhei a minha “boneca de verdade”.
Ela era deslumbrante aos meus olhos de menina. Tinha uma aparência diferente. Fora feita à mão, uma boneca de pano com jeito de moça. Trajava um vestido branco de renda, com fitinhas coloridas de cetim, por toda borda da barra da saia. O decote mostrava o início de fartos seios. Perfeito! Minha boneca de verdade, com corpo de moça feita, seria a mãe de todas as bonequinhas de minhas coleguinhas da vizinhança.
No dia seguinte, de tardinha, minhas amigas e eu fomos brincar de boneca, numa ansiedade sem tamanho. Nos instalamos dentro de um velho bambuzal, e lá ficamos por horas, nos deliciando em nossas fantasias infantis de mamãe, comadres e tias. Sim, porque toda boneca era batizada, ganhava um nome e uma madrinha.
Antes do anoitecer, minha mãe me chamou para ajudá-la nos afazeres do jantar. A brincadeira se desfez e aos poucos a noite chegou.
Na manhã seguinte, acordei aos pulos. Eu havia esquecido minha boneca de verdade no bambuzal. Corri para buscá-la. Qual não foi meu espanto quando a vi: estava toda encharcada, estufada, desbotada, manchada, descolorida, quase decomposta.
Havia chovido a noite toda!
Autora: Melania Ludwig

Inserida por MelaniaLudwig

Terei dúvidas sobre a minha crença no dia que algum homem conseguir evoluir fisicamente algo ainda não criado. É impossível haver evolução sem a criação.

Inserida por gregorybarros

Todas as suas graças foram chamadas a postos e obedeceram, ainda que murchas.

Machado de Assis
Quincas Borba (1891).
Inserida por Filigranas

Um Bom Dia Ainda Que Bem Intencionado Vindo De Um Estranho Parecera Sempre Estranho....

Inserida por juventinojoveth

Deus, ainda existe dentro de mim
E, você fará o melhor possível para crescer espiritualmente, viver com amor; para viver com amor, para saber perdoar por causa do amor.
Viverá longe do rancor e, a verdade do amor de Deus lhe levará a sala do seu trono, sentirá que por causa do amor você será mais solidário, não negará amor àquele que lhe fizer o mal, pois seu lado espiritual perdoará aqueles que se mostram inimigos.
Pois, perdão significa renúncia e amor.
Renúncia pelo ódio.
Amor pelo próximo.
Saberá que é difícil seguir como Deus quer, mas as provações não lhe impedirão de receber das mãos de Deus sua coroa, com seus galardões, pois o difícil é viver com a dor da mágoa, do rancor, a dor se torna forte, mas não é eterna, se faz eterna quando nos tornamos seus dependentes.

Dentro de nós existe uma ferida, quando nos sentimos magoados, nasce uma semente que traz ódio, rancor e raiva. Dor doída é a dor de não saber perdoar com amor. Perdoe! Ame! Acima dos limites de um ser humano, apesar da mágoa doer, nós lembramos com amor, porque um dia a dor cicatriza, pois Jesus cura todas as nossas feridas.
E, se a ferida sangrar é porque está lavando nosso coração com amor. Quanto mais ódio sentir, menos perdão saberá dar, quanto mais lembrar com rancor, menos amor terá para oferecer. Não se vinga de quem nos magoa, ama-se todo aquele que nos ferir, e aquele que nos machucar a gente responde com amor, com o grande amor que o Espírito Santo nos oferece, e esse amor nasce da nossa capacidade de perdoar.
Isso é Deus vivendo em nós! Deus é perdão! É misericórdia! Ele nos dá a graça de sabermos perdoar com amor!
Se você foi magoado, desprezado, tenha Deus no coração, pois só ele é sustento, força e coragem, amor e perdão.
Tenha a certeza que ele existe dentro de você, dê-lhe um espaço de amor e confiança na sua justiça.
Por Deus vale a pena perdoar, a amar e fazer o bem àqueles que querem o mal para nós.
Não pense que a vida é frágil pelos obstáculos que você enfrenta hoje, não pense que o amor deixou de existir só porque você se sente solitário, triste, amargurado ou simplesmente sem ânimo. Na vida tudo tem um motivo, uma explicação, uma lógica, mas para aqueles que crêem no Senhor Jesus, crê e aceita-lo como Salvador já é o suficiente para se sentir um grande vencedor, uma pessoa completamente feliz. Se você perdeu a razão, se acha que caiu num abismo sem volta, chore,ajoelhe-se perante os pés do Senhor e diga:
“Sim, Senhor Jesus, eu te aceito como meu Salvador!”
E, Deus te escutará, ele te dará fé, perseverança e amor.
Nenhuma dor é intocável para Deus, toda dor ele cura, ele nos restaura, ele nos conforta, e enquanto você acreditar na sua misericórdia e na capacidade que ele te dá de amar, você saberá suportar todas as provações que irão surgindo na sua vida.Para quem tem Jesus como Salvador não há derrota.

Inserida por BiaSMariah