Nao Amar Doi Amar Doi mais ainda
Vida
Vem me ensinar a viver,
Incentiva esta alma a ficar.
Dentro deste corpo cansado
Ainda bate o coração.
Amor,
Deixa-me viver,
Impossível partir sem você,
Vem ser meu céu de estrelas.
Quantas chances acha que precisa pra corrigir seu erro? Quanto tempo ainda acha que tem pra dizer o que sente? Pra fazer o que sonha? Pra viver como quiser?
Há coisas na vida, que não podemos adiar. Viva agora. Esse é o momento. Viva o hoje como se o amanhã não fosse chegar. Se tem uma opinião, expresse-a. Não deixe pra amanhã, Aja. Mas aja agora. Não adie sua felicidade.
E Se algo deu errado... volte, faça outra vez! ;D
Ainda acredito que
Você vai entrar pela minha porta
Você me procurará e eu saberei que é pra valer
então darei todo o amor do mundo
O amor é por uma vida inteira
Não por um momento
Então como posso desperdiçá-lo?
Sou apenas humana.
[All the Love in the World]
As fotos ainda estão nas paredes, o nome ainda está na agenda, o travesseiro ainda tem o seu perfume.
Você que acha tão fácil julgar as pessoas, e ainda assim, faz isso muito mal, tente começar a se definir antes de tudo.
Nesse meio tempo em que o sol ainda percorre boa parte do meu rosto, me abarroto com sua lembrança me acertando em cheio como um amor debaixo das vistas. A tarde chega. Tarde em que este sol permanece iluminando a cidade, mesmo querendo ir adormecer. Como é cuidadoso o modo como ele se despede: Devagar, em tons líricos, levando aos poucos, traços de um dia que ainda me vejo em saudade. Daqui debaixo continuo a pedir pra o sol ficar, insisto nessa sisma de que ele não deva desaparecer... É que eu queria voltar e correr por aquele mesmo caminho marcado por nossos rastros. Mas neste dia você só pôde me levar até a segunda ruazinha à esquerda das árvores extensas, que habitam na moradia dos corpos. Vejo a cidade rumorosa. Nesse ocaso mais denso, meus olhos não mais alcançam as pegadas do seu chinelo. O meu caminho parece ficar cada vez mais afastado. Chego a me encontrar em outros lados, caminhando em lugares onde o cenário não me cabe dentro. Com olhos medrosos, eu suspiro entre numerosos ecos zangadiços de risadas roucas e grotescas que me anunciam suspeita ameaça. Os letreiros já ligados substituem a luz do dia que já vai morrendo e todas as janelas fechadas parecem se recuar de mim. No propagar da melodia melancólica dos pingos da chuva, eu começo a inundar o sertão dos meus olhos, nessa vontade graúda de lhe abraçar... Meus passos estão estritamente abandonados e, tanto dentro quanto fora, a noite se acomoda. Às zero horas de um dia pálido e até então falido, olhava agora os dois lados da rua em um deserto de luz, me arriscando a atravessar multidões de carros. Procuro seu cuidado pra me proteger. Estendo meu olhar por uma extensão infinda de fumaça e me deparo com um risco de lua quase que inexistente me apontando um caminhozinho meio semelhante ao que eu, já casada e descontente, buscava encontrar o seu amparo. O seu abraço. Lamentava por já estar cansada e com receio em continuar. Então sentei sobre a calçada cuspida de ensejos... Entrelaçando meus braços para aquecer o corpo, percebi um cheiro afetuoso que parecia recender como um adorno afável. Ficava extensa, com uma vivacidade mais ressuscitada. Arranquei-me em um peso de cuidado, soltando os cabelos pra encontrar o que, desde antes do dia amanhecer, eu estive buscando. Espera! Me dizia particularmente os meu múltiplos e infatigáveis sentimentos. E mesmo sem esperança, antes mesmo que eu fosse longe, me deparei com um sorriso alvo. Não podia ser de outra pessoa, senão de você. Um sorriso gigante, largo, amplo... Você estava tão junto a mim. Tão perto. Já há alguns minutos. Não contive a emoção. Te toquei numa gula insaciável, como se me carecesse todas as coisas. Os meus olhos estatalados e intrigados questionavam quietinhos como todas aquelas coisas podiam ter acontecido. Todo o medo, todo o sufoco estavam emudecidos. E então só venciam os meus suspiros ofegantes. Com pouco ar, carecendo a pose e o equilíbrio. Sem conseguir dizer uma palavra sequer, pranteava o meu pensamento que ousava em sussurrar tudo de uma única vez. De repente me apanhei do chão e lhe abrangi inteirinho em minhas mãos. Tão pequeno e tão sereno (...) escorando meu rosto na sua boca, sentia todas as palavras vindo desde seu inalcançável íntimo, até percorrer a ponta dos lábios tão macios. No deslizar dos meus dedos eu conseguia guardar pra mim, toda sua imagem moldada por traços maduros e delicados. Tive um colo dengoso que eu parecia estar perto de algodões enternecidos. Víamo-nos em um caloroso momento de alegria, entontecidos, com vontades de correr e gritar e brincar e falsear e permear e sorrir. Deitávamos embriagados de entusiasmo, quase ou completamente insanos, loucos, alucinados e com múltiplas vontades em realce. As pessoas olhavam estranhamente e riam, zombavam e desacreditavam. De qualquer forma até o meio fio já sentia inveja e estava perfumado com toda aquela alacridade.
E a noite dormia...
E o sonho vigorava
E os dias nasciam e morriam
Eu então te encontrava e sempre me perdia...
Me deparando em conclusões exclusivas e momentaneamente eternas:
Já era tarde. E agora também é.
Agora é tarde.Tarde demais pra não te amar...
Meu melhor passeio é quando em você. Consigo enxergar a sua curiosidade, ainda de olhos fechados ...
(...) Ainda sentada à sombra da laranjeira, pensando em como será, ou como deveria ser, ou como esta sendo; como é.
Ainda atormentada de emoções distintas, eu pedia que todos se afastassem. Naquele momento senti que representava algum perigo.
Ainda é cedo, é tanta coisa.
Dúvidas e anseios.
Me indigna tanta coisa.
Pessoas tem a necessidade de magoar e ferir corações alheios.
Desculpem-me, mas não consigo fazer um ato minúsculo se quer, sabendo que alguém será ferido.
Não sabem como chora um coração, talvez por que o teu próprio nunca tenha chorado.
Nunca sentiram a dor.
Ou talvez a maior necessidade seja não ver como o próprio coração sofre.
Seja não enxergar a verdade que está ali estampada.
Poxa, adivinha eu não sou...
Vida de conforto, amor escrupuloso e doentio.
Não se sabe até que ponto tudo pode ser mais verdadeiro.
Rodeio entre temas. Bom, eu logo avisei, eram muitas dúvidas.
A única certeza é que quando você está certa demais, prefere ficar quieta e deixar que as máscaras caiam sozinhas. Cedo ou tarde a verdade aparece.
Fé em Deus que ele vai cobrar tudo.
Fé em Deus que as máscaras vão cair.
Fé que Ele é minha certeza.
Fé que NADA é em vão.
Se unir à alguém para diminui-la não é se unir, é saber que uma pessoa está errada e ajudá-la a se auto destruir.
Desconfie do que existe em excesso, desconfie da mordomia.
Nada é tão fácil assim. Nem tão simples.
Desconfie, por experiência própria.
NINGUÉM MUDA NINGUÉM.
Se a pessoa não se conforma nunca, com pouco, vai continuar não se conformando...
Observe, o que esta pessoa da valor?
Valor realmente...?
É...
Paro por aqui, as dúvidas me consomem e me fazem temer, por mim não, já passei disto, mas por corações alheios, mas isto não me pertence.
Ele sabe de tudo.
Separar-se de um objetivo, esse que faz da vida o maior sentido, e agir ainda como se a pura ação guardasse em si algum sentido, significa esvaziar-se e dar início a uma busca por preenchimentos, acúmulos sem raízes, sem sustentação de prosseguimento. Separar-se do objetivo; sim, resulta nisso.
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