Nao Amar Doi Amar Doi mais ainda
Amor é a fé em amar
Meu respeito é amor
Minha reza é amor
Meu pedido é amor
Meu senhor é amor
Minha cura é amor
Minha crença é amor
Minha esperança é amor
Minha vida é amor
Amem
Amar traz a Paz e faz Bem.
Paz e Bem.
Se eu pudesse adivinhar que amar seria me entregar a este amor bandido, que fez do meu coraçao a prisão certeira da minha vida inteira, eu jamais teria experimentado um beijo seu, me eterno amado.
Quero te falar da minha dor em te amar.
Quero encontrar em seu olhar o remédio
Para curar o meu coração e continuar
A te amar ou simplesmente a te odiar.
Se posso amar eu posso odiar,
Se posso sofrer eu posso morrer,
Se posso sonhar eu posso matar,
Se posso gritar eu posso me calar
E simplesmente esquecer da minha dor em te amar.
E quem sabe um dia, a vida me dê como presente,
Um novo amor para sonhar.
LICENÇA PARA AMAR
Escrevo por excessos e exceções,
talvez porque escreva para ti,
e se exacerbam as minhas emoções,
crio neologismos, hiperbolizo,
abuso da licença poética aqui e ali,
e continuo a versar fácil e versátil,
te exulto, exalto em cada nuance,
és da minha inspiração a amante,
já não sou mais sequer poeta,
posto que me confundo a poesia.
Rabisco minhas linhas rebuscadas
com palavras já a tanto usadas,
racionalizo apenas o supérfluo
o essencial, esse eu sempre sublimo,
meu sentimento é primoroso
assim exagero,extrapolo, alucino,
destilo esse bem gostar melífluo,
tinjo meu verbo com exuberâncias
que aprendi nos jogos de minha infância,
posto que me confundo a poesia.
E se algum dia alguém me perguntar do por que,
responderei simplesmente: Por amor, nada mais.
Às vezes eu queria amar alguém tanto quanto amo a letra de Stop Crying Your Heart Out do Oasis. Assim como amaria flutuar em nuvens de quadros impressionistas.
Às vezes me flagro cantarolando com um violão invisível entre os braços. Eu desconheço os acordes. Mas ele os conhecia.
Ah, ele! Todos os clichês do amor cabiam nas suas sete notas. Ele repetia os refrões enquanto fitava o dia nascendo através da janela. Seus dedos brincavam em meio ao caos. Nunca começava antes do primeiro cigarro. Criou as suas próprias regras.
Seu violão era a sua máquina de escrever. Compositores são poetas que a vida esqueceu de presentear com a arte do silêncio. Os seus sentimentos têm tons e harmonias; pausas e bis.
Eu me acostumo! Mesmo sabendo que não duraríamos mais do que um álbum inteiro do Pink Floyd. Serei mais uma história, mais um balançar de cordas. Terei cinco estrofes e dois refrões. Meu nome vai ser ocultado. A canção irá servir como uma recordação boa para alguns; insuportável para outros.
Enquanto isso - do outro lado da cidade -, estarei me reestruturando aos pouquinhos.
Eu só preciso do barulho que vem do meu peito para estampar o papel. Eu só preciso lembrar-me do cheiro de cigarro mentolado para naufragar no mar branco das folhas. Porque poetas são compositores sem ritmo. Meus dedos são ágeis, assim como o músico nas cordas. Minha alma grita, pois precisa. Meu coração ritmado cria todo o tipo mirabolante de melodias.
Eu o conheci no meio das minhas incertezas. Nossos bloqueios criativos se atraíram. Esse era o nosso nível de igualdade. Um não era superior ao outro, havíamos cicatrizes iguais.
Não é o que dizem? Por onde passamos deixamos um pouquinho da gente. Pessoas que assinam as nossas peles; carimbam as nossas vidas. Eu sei que na vida dele muitas outras se tornarão canções pelo que não deu certo. E voltaremos ao recomeço, uma vez que o ser humano tem a necessidade de pertencer. Seja a uma música, a um poema ou lembrança.
E ele é todo sentimento. Eu sou toda pedra. Ele sempre viveu todos os momentos; fumou todos os cigarros; cantou todos os refrões. Mas aprendeu a duvidar das palavras e dos poetas. Nós queríamos ficar juntos, ao mesmo tempo em que todos os versos diziam ao contrário.
Mas eu nunca o amei!
Mesmo ficando com a mania de curtir os álbuns dos anos 70, de criar regras, de anotar as coisas em um bilhete na geladeira para não esquecer o que fazer. Mesmo esperando silenciosamente o fim do primeiro cigarro, em seguida o pigarro seco e, por fim, os graves e agudos do violão. Eu não o amei nem quando fiz o meu melhor poema dedicado aos amores que perdemos no meio do caminho. Ou os caminhos que perdemos em meio aos amores ilusórios.
Ele nunca soube me dizer o que era impressionismo, eu nunca quis aprender a tocar violão. Ele não gostou dos meus poemas; eles eram indecisos - porque lua em libra é o meu segundo nome. Eles eram tristes, pois eu sabia que nunca seria o seu Wonderwall, do mesmo modo em que ele nunca seria aquele que poderia me salvar.
Nossos mundos colidem, nossos karmas se cumprimentam como velhos amigos de uma vida cansada. Por isso preferi amar Stop Crying Your Heart Out do Oasis. É mais fácil. Aceitável.
Assim como a música, tivemos o nosso tempo cronometrado. Assim como um poema, seremos eternizados em pequenas estrofes do passado que resignamos.
“Aguente!” – diz a música – “Não se assuste! Você nunca mudará o que aconteceu e passou...”
E isso me conforta até a próxima manhã, sem ninguém cantarolando refrões na janela...
Ensina-me Senhor
Ensina-me a Te Amar
Ensina-me a sorrir
Ensina-me ao menos chorar
Ensina-me Senhor.
Ensina-me andar
Ensina-me correr
Ensina-me ao menos rastejar.
Ensina-me Senhor
Ensina-me buscar
Ensina-me pedir
Ensina-me rezar
Ensina-me ao menos me humilhar
Ensina-me Senhor
Ensina-me perdoar
...
(...) Pois que, amar-te causa-me
longas ternuras,
e, intensa na paixão,
suavizo-me em ti...
*
(Cida Luz)
BSB/DF
Amar-te
*
Eu perderia alguma parte da
minha alma sem ti.
Perderia a doçura de um coração
ardente na fé de quem ama...
Eu seria nula nas emoções mais
Fortes da vida...
Amar-te... Amar-te!
Será sempre assim razão maior
De todo o meu existir...
*
(Cida Luz)
BSB/DF
Bom mesmo é sorrir com a alma. Agradecer, com o espírito de joelhos. Amar, com a razão suficiente para se perder, e nunca mais se achar. Ser, e ao mesmo tempo abdicar do próprio eu. Carregar nos braços, tão somente aquilo que o amor torna leve. Perdoar , sem rancor. Viver, mas acima de tudo, nunca esquecer de Existir.
Queria AMAR ...
Mas meu intenso coração
só soube ser
embrulho
entulho
embaraço
tempestade na contramão.
Surtou desvirtude
e desvario com a tal da ilusão .
Fui só vulcão
Do muito que cheguei
foi embriagar-me nos teus olhos
e nas asas da solidão me enfiar
Nadar contra o mar
com o amor in súplicas na mão.
Definitivamente ...
Sou péssima para amar !
Ame quem tem que amar por que a vida é passageira como a chuva que passa quando o vento sopra em direção ao mar.
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