Nao Alimentar Esperancas

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Não acredito em destino. Porque não gosto da idéia de não poder controlar minha vida.

Não tenho um caminho novo. O que eu tenho de novo é um jeito de caminhar.

Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.

Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.

Lembrai, lembrai do cinco de novembro
A pólvora, a traição, o ardil
Por isso não vejo como esquecer
Uma traição de pólvora tão vil

A gente não faz ideia de como mudou até que a mudança já tenha acontecido.

Eu não sou a melhor pessoa do mundo mas também não finjo ser o que não sou.

É preciso sair da ilha para ver a ilha. Não nos vemos se não saímos de nós.

José Saramago
O conto da ilha desconhecida (1997).

Eu não tenho medo do homem que praticou 10.000 chutes diferentes, mas sim do homem que praticou o mesmo chute 10.000 vezes.

Não fale como um deles. Você não é! Mesmo que quisesse ser. Para eles, você é só um louco, que nem eu! Eles precisam de você agora, mas quando não precisarem mais, vão te jogar fora que nem um leproso! Entenda... a moral deles, o código, é uma piada ruim.

Afinal, sem a Dor não reconheceríamos o Prazer! (Hazel Grace)

O que importa não é o que a gente leva, mas o que a gente deixa.

Vai, menina, fecha os olhos. Solta os cabelos. Joga a vida. Como quem não tem o que perder. Como quem não aposta. Como quem brinca, somente.

Os momentos são como fotos podem ser guardados, mas não podem ser mudados.

As cicatrizes lembram-nos onde estivemos, mas não têm de nos ditar para onde vamos.

(David Rossi)

Já estive aqui antes e voltarei outra vez, mas não terminarei esta viagem.

Uma coisa que eu aprendi na vida: Deus não te tira as coisas, Ele te livra delas.

Quer me tratar bem? Amém! Se não quiser, vá com Deus, não me procure mais! Amor incondicional é muito bonito. Mas eu só tenho por mim, pela minha família e pelos meus cachorros. De resto, sou igual bicho. Me morde e eu te como.

Não quero que você me faça chorar.
Não quero que você seja um motivo ruim na minha vida.
Você é motivo de sorrisos, razão pra eu acordar num dia de chuva e tomar banho e mudar de roupa porque eu sei que você vai passar aqui, vai trazer algo congelado pra gente ver ser aquecido no forno e comer enquanto falamos bobagens.
Não quero te odiar.
Não quero falar mal de você pros outros.
Quero falar mal de você como quem ama.
Pois é, ela nunca lembra de desligar o celular antes de dormir e sempre alguém do trabalho liga.
Sabe.
Eu quero dizer isso.
Que o máximo de irritação que você me provoca é me acordar de manhã cedo falando bobagens que parecem ser importantes no celular.
Não quero que você me largue.
Não quero te largar.
Não quero ter motivos pra ir embora, pra te deixar falando sozinha, pra bater o telefone na sua cara.
E eu não tenho medo que isso aconteça (eu nunca tenho), eu fiz isso com todas as outras. Só que dessa vez eu queria muito que fosse diferente.
Dessa vez, com você, eu queria que desse certo, que eu não te largasse no altar.
Que eu não te visse com outro.
Que eu não tivesse raiva.
Que você gostasse e cuidasse de mim como disse que cuidará.
Mesmo que a gente não fique juntos pra sempre.
Mesmo que acabe semana que vem, nunca destrua o meu carinho por você.
Nunca esfrie o calorzinho que aparece dentro de mim quando você liga ou sorri pra mim.
Mesmo que você apareça na porta de outros homens depois de me deixar. me deixe um dia, se quiser.
Mas me deixe te amando, é só o que eu peço.

Que a minha intensidade não me impeça de respirar vezenquando, pois suspiro o tempo todo pra encontrar espaço nesse peito que já nem se cabe. Que essas explosões de vida, de beleza e dor me permitam ao menos, por alguns momentos, absorvê-las com tranqüilidade: para que eu consiga dormir sem ter de chorar ou gargalhar até a exaustão, pois sinto falta de apenas lacrimejar ou sorrir sem contrações, descontraída. Que a felicidade não me doa sempre e tanto, a ponto de assustar. Que haja alguma suavidade nos meus olhos diante do cotidiano e que eu não me emocione exageradamente com esta delicadeza. Que eu possa contemplar o mar sem que ele me afogue por completo. Que eu possa olhar o céu imenso e que isso não me aniquile por lucidez extrema. E que quando eu escrever um texto, ao ser publicado, assim, despido de qualquer revisão emocional, dotado apenas da intuição que me foi dada, que encontre a fonte precisa que agasalhe a palavra “palavra”. Que eu não viva só em caixa alta, com esses gritos que arranham silêncios e desgovernam melodias. Que eu saiba dizer sem que isso me machuque demais. Que eu saiba calar sem que isso me provoque uma tagarelice interna inquieta. Que eu possa saber dessa música apenas que ela se comunica com algo em mim, nada mais. Que eu possa morrer de amor e, ainda sim, ser discreta. Que eu possa sentir tristeza sem que ela se aposse de toda a minha alegria. E que, se um dia eu for abandonada pelo amor, não deixe que esse abandono seja para sempre uma companhia.