Nao Alimentar Esperancas
A instituição do casamento e os vínculos humanos não começaram a se enfraquecer com o surgimento das redes sociais, mas acredito que elas aceleraram profundamente esse processo. Antes mesmo do Orkut, criado em 2004, a internet já oferecia espaços de interação. As salas de bate-papo da UOL, lançadas em 1996, permitiam que pessoas de diferentes lugares conversassem em tempo real, assim como outros serviços de mensagens e comunidades virtuais que surgiram posteriormente. Entretanto, havia uma diferença importante. A comunicação pela internet ainda não ocupava todos os momentos da vida. Com a popularização das redes sociais, principalmente a partir dos anos 2000, o relacionamento virtual deixou de ser apenas uma novidade e passou a fazer parte da rotina. O Orkut aproximou pessoas, reencontrou amigos e criou novas formas de convivência, mas também abriu caminho para uma transformação silenciosa na maneira como nos relacionamos. Depois vieram Facebook, Instagram, WhatsApp, TikTok e tantas outras plataformas, tornando possível acompanhar constantemente a vida de centenas ou milhares de pessoas. Passamos a ter acesso permanente a antigos amores, novas amizades, desconhecidos, possibilidades e comparações. O problema não está simplesmente na tecnologia, mas na maneira como permitimos que ela ocupe o espaço que antes pertencia à presença, ao diálogo e à convivência. O casamento, que depende de confiança, compromisso, intimidade e construção diária, passou a enfrentar um mundo no qual a distração está sempre ao alcance das mãos. Pessoas que estão sentadas lado a lado podem estar emocionalmente distantes, enquanto conversam com alguém que está a quilômetros de distância. A facilidade de conhecer outras pessoas também criou a sensação de que sempre existe alguém melhor esperando do outro lado da tela. Com isso, alguns passaram a abandonar relações reais diante das primeiras dificuldades, buscando no ambiente virtual a ilusão de uma vida sem conflitos. Acredito, portanto, que as redes sociais não foram as únicas responsáveis pelo afastamento entre as pessoas, mas se tornaram um dos grandes instrumentos desse processo. Elas não destruíram sozinhas os vínculos humanos, porém modificaram profundamente a forma como buscamos atenção, afeto, reconhecimento e companhia. Talvez o maior paradoxo do nosso tempo seja este: nunca tivemos tantos meios para estar conectados e, ao mesmo tempo, nunca foi tão fácil estar emocionalmente distante de quem está ao nosso lado. Antes, a tecnologia servia para aproximar quem estava longe. Hoje, muitas vezes, ela acaba afastando quem está perto. E talvez seja justamente aí que esteja uma das maiores contradições da era digital.
Somente o descolamento completo do eu revela a verdadeira realidade, que não é minha realidade imaginada. Nós geramos a realidade do mundo a partir da nossa imaginação. Ela é a realidade do eu, a qual projetamos nas coisas. A verdadeira realidade, a verdadeira ordem das coisas, só pode ser experienciada mediante a completa extinção do eu.
(Byung-Chul Han)
A Mentalidade da Excelência não elimina os GAPs. Ela desenvolve a capacidade de percebê-los, compreendê-los e assumir o compromisso de transformá-los.
Uma pessoa com Mentalidade da Excelência não é aquela que deixou de possuir GAPs, mas aquela que desenvolveu consciência e compromisso suficientes para reconhecê-los e continuar evoluindo.
Quem tem Deus no coração não usa a boca para ferir, pois sabe que xingar e maltratar entristece Aquele que só nos ensinou a amar.
Deus não se agrada da maldade e da hostilidade; Ele quer que nossas palavras sejam pontes de carinho e nunca pedras de tropeço.
O amor ao próximo não combina com palavras ásperas; quando evitamos ofender, abrimos espaço para a paz de Deus reinar nos corações.
Onde há xingamentos e maldade, o amor ao próximo não consegue respirar; escolha sempre o respeito para que a paz de Deus reine.
Deus nos criou para abençoar e cuidar uns dos outros, e não para ferir com insultos que machucam a alma.
Escolher não ofender é reconhecer que o outro importa, protegendo os sentimentos de quem está ao nosso redor de qualquer maldade desnecessária.
Palavras rudes não demonstram força; pelo contrário, revelam um coração que ainda não aprendeu o valor de respeitar o próximo.
Não existe linchamento do bem. Não existe paulada com verniz acadêmico, com salvo-conduto ideológico. Quando a universidade adota a barbárie para resolver conflitos na base da força bruta, o que se destrói não é apenas a lei, é a própria razão de existir do espaço acadêmico. Se até quem estuda direitos humanos acha que violência física é o melhor argumento, a selvageria já venceu.
(Mariliz Pereira Jorge)
Não aposte a sua vida no final de sua existência, achando que a sua família, sua aposentadoria e sua empresa garantem a vida eterna, uma vez que Jesus Cristo é a nossa garantia.
Pessoas cristãs que não leem a Bíblia tem a tendência de citar uma nova versão para aqueles que tem intimidade com Deus: a Bíblia do Eu.
Sequestro relâmpago, armas em punho ou dizeres maléficos, vindos do controle do diabo, não alcançará o seu fim desejado, porque o que Deus ungiu não pode ser tomado.
Lendo a Palavra de Deus não há como aceitar e seguir as instruções dos homens falsos, mentirosos e malfeitores.
Aquele que é difamado, acusado e perseguido por causa do nome de Cristo, não precisa se defender, pois a mão do Senhor o livrará de todos os males.
