Nao Alimentar Esperancas
Muitos dizem: “Não coloque uma criança nesse mundo, ele é cruel demais.”
Mas me pergunto: desde quando o mundo foi gentil?
A história não começou com paz, nem com justiça. A vida nunca foi entregue em bandeja.
Desde os tempos antigos, o mundo é rude, violento, impiedoso. E ainda assim, fomos em frente. Geramos, lutamos, ensinamos, amamos.
A recusa em ter filhos, muitas vezes, não vem de compaixão pura — vem de feridas abertas.
Vem de quem não superou o que viveu. De quem, em vez de ver a própria dor como uma forja que os tornou mais fortes, só vê os escombros de si mesmo.
Não é o mundo que impede a vida — é o medo não curado, a tristeza que não encontrou sentido.
Mas e se... e se ensinássemos nossos filhos a serem melhores do que nós?
E se a próxima geração não fosse apenas herdeira do trauma, mas portadora da transformação?
Se uma mãe me perguntasse:
“Vale a pena trazer um filho para esse mundo?”
Eu diria: “Sim. Ele merece existir. E o mundo precisa dele.”
Não porque o mundo será fácil, mas porque uma família forte, enraizada no amor, na verdade e na coragem, pode torná-lo inabalável.
O lar é trincheira e templo. Onde houver afeto e estrutura, haverá resistência.
O mundo não precisa ser perfeito para merecer uma nova vida.
Ele precisa de pessoas dispostas a enfrentá-lo.
E uma criança, ao nascer, carrega a promessa silenciosa de que, apesar de tudo, ainda há esperança.
A única coisa boa em perder tudo é a liberdade de não ter mais nada a perder.
De repente, eu não tenho mais pressa.
Não tenho pressa de sair, não tenho pressa de chegar. Curiosamente, ao chegar num ponto da vida em que o tempo que me resta vai-se tornando cada vez mais curto, cada vez mais urgente, percebi que não vale a pena perder esse mesmo tempo com preocupações desnecessárias.
Se preocupar com o que os outros vão pensar, sobre o que os outros vão dizer, sobre a opinião ou julgamento alheios que não vão significar nada realmente, não vai trazer, da mesma forma, absolutamente nenhum proveito prático para sua vida. Não vão te pagar para ouvir o que pensam de você, não vão te trazer nenhum alívio espiritual, sequer um momento de alegria verdadeira, genuína. Mesmo que o que possam dizer a você sejam palavras elogiosas. O que você é está em sua própria essência, em sua personalidade, em seu temperamento, em como você lida com cada pequeno fato que acontece em sua vida.
Talvez, nesse ponto da vida, você possa questionar se a pressa de chegar perto dos que você ama não possa ser legítima, válida. Porém, também nesse ponto da vida você possa, sim, avaliar se não vale mais a pena você se privilegiar da companhia apenas de quem realmente vale a pena em sua vida. Porque se, ao se cercar apenas das pessoas que você realmente ama, você sempre estiver em companhia de quem você merece ter ao seu lado, você não terá motivos para ter pressa. De chegar, de ir embora, de deixar quem quer que esteja ao seu lado.
Deixe de procurar a companhia de quem não agrega, não acrescenta, não traz alegria, a risada frouxa, o carinho, a afeição, a verdadeira demonstração do amor. Esforce-se em manter por perto e manter-se perto de quem valha a pena passar junto o tempo que lhe resta.
"Quando alguém fala que algo não existe ou que outro ser vivo não consegue ou não pode fazer algo é pq no fundo essa pessoa se refere a si mesma insinuando que ela no consegue se imaginar fazendo aquilo”
“Você poderá agir em qualquer situação como quiser desde que essa reação não te mude internamente oq você e oq você irá ser”
A nossa vida não é feita somente da satisfação dos nossos desejos e anseios futuros ou pela lembrança do passado. A nossa vida é feita dos momentos que vivemos nos presente, sejam eles alegres ou não! Viver o hoje é oportunizar a consciência de nossa realidade temporal do presente, sabendo que sempre e, imediatamente, as ações do presente estarão, em alguns segundos, no passado e não poderemos mais vivê-las ou refazê-las. Os desejos e anseios precisam servir ao presente e não ao futuro!
Viver esperando dias melhores, sem contribuir para eles é, no mínimo, ariscar-se ao acaso. E o acaso não considera a preparação, o esforço, a dedicação, a persistência... Deixa-se ao acaso é ignorar os objetivos e afirmar a falta de perspectiva. O acaso não irá proteger ninguém que não estiver atento à sua própria existência. Viva seus dias com perspectiva, objetivo, com persistência, paciência nas adversidades, sorrisos na felicidade e, principalmente, viva o presente. Sorte será um detalhe com o qual você não precisará contar... Se a sorte aparecer, sua importância será infinitamente menor do que sua luta... (by Givas Demore)
