Nao Alimentar Esperancas
“Todo o sofrimento acabará em breve”, mas não sabem com exatidão o que é desgraça ou bênção, nem o quanto o breve dura.
Para que o mal seja sustentado é necessário ter raízes benignas, o mal não é autossuficiente, para todo o mal é necessário o bem.
Tão difícil é formar uma opinião sobre a felicidade, talvez não haja uma fórmula, mas uma estimativa pela beleza, saúde e riqueza como requisitos básicos e algo mais que completem as emoções.
A sabedoria coletiva não requer necessariamente o progresso. O progresso é percebido a partir de uma inteligência individual ou de um problema coletivo
Não há cura para a libertinagem, mas uma mutação temporária dos costumes no homem liberdoso, condizente com a fraqueza e pequenez humana
Não há prova definida da existência de um ser superior, tudo transcorre em um plano divino feito pelo homem, um plano religioso aliado a figuras mitológicas e santidades terrenas e a experiência disso ou daquilo é acreditar que eles existem.
O cristianismo nos propõe estado de felicidade abundante que não são condizentes com os prazeres e as experiências vividas pela humanidade
Que se reutilizem intensamente os espaços que talvez EU pense não ter sido preenchido. Ora! O ócio. Escolhe-se ter pensamentos bons, imagina-se a positividade das relações conturbadas.
O estado de vida abundante transcorre naturalmente ao modo de viver, mas o homem não se da conta das façanhas que o dia oferece.
Moral não é repressão ou liberdade, mas aquela decisão que se toma diante de um freezer de sorvete em que estou sozinho e se devo pagar ou não quando ninguém está olhando.
A norma cristã é uma vontade de poder onde o oprimido não se da conta da opressão que corrompe naturalmente os homens de mentalidades comuns.
