Nao Alimentar Esperancas

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⁠Amor é...

O sol querer
Ver a lua beijar
É como dizer
Ao amor que amar
Não irá doer!

Não é ofegação,
Não é palavreado,
Não é adaptação
Nem estar apaixonado,
Amor é zelo e perdão!

Amor é estar à mercê
De um sofrer mudo
Do que a razão não vê,
E acima de tudo
É um não saber porquê!

Inserida por luismateus

⁠Sou trovador velhaco

Sou trovador velhaco, de zelo apostólico
Com o senso, que bem não sei se ajuíza;
Censuro o mundo real e o simbólico
Com vara curta que o justo enfatiza.
O meu e o outro mundo diabólico,
O que eu queria e o que hostiliza,
Qual doente inferno e céu católico,
Que a minha prosa aqui satiriza
Cantando e ralhando a poesia,
Ora afago quente, ora chibata fria!

Inserida por luismateus

⁠Morte por entre dedos

É ver areia fina escoar entre dedos
E o relógio que não pára de andar!
Apontam os ponteiros cruéis torpedos
A horas que não páram de contar
As areias finas dos meus medos
Que a mão da esperança quer fechar!
Será que mão fechada o tempo segura
E a esperançosa vida nela perdura?

Inserida por luismateus

⁠O poeta é que sabe!

Ele é dono do que num poema cabe:
Belicosas metáforas ou não, ou então
Atalhos, fina ortografia ou alto calão!
O poeta é dono! O poeta é que sabe!

Enquanto um poeta tem de a sentir,
Um tolo tem de a perceber e explicar!
Poesia é como o rio, a chuva e o mar,
Há que molhar pés para depois sorrir!

Tanta tola criatura que uma razão dá
À poesia que lê, e diz que ela requer
Um preceito, que por vezes não há!

Enquanto versos o poeta compuser,
Ilustre e tola gente nunca entenderá
Que poesia, é o que o poeta quiser!

Inserida por luismateus

⁠Amor, desalento e solidão

Queria, quem já não me quer seu,
Que por sua vez não quer ninguém
E quem me quer eu rejeitei também
Por não ser de quem não é meu!

Quantas portas ao amor eu não dei!
De o querer, quantas se fecharam?
Quantas solas e aparas se gastaram?
Quantas poemas e ruas atravessei?

Mas que desalento chato e redondo,
Que se o tento cantar a um canto,
Ele não os tem, e eu lá vou pondo

Nós engasgados num calado pranto!
Não podendo ao amor cantar então,
Vou indo e dando, espaço à solidão.

Inserida por luismateus

⁠Amor é antítese

Amo-te porque não sei bem porquê!
Talvez este não sei das quantas amor
Nos veja como quem não sei como vê
Em nós, um vaso a casar c’uma flor!

Amo-te sei lá de que maneira e como,
Se as noites em que te quero amante
São dias em que não sei se nos tomo
Por coisa sólida ou por alarmante!

Amo-te assim e não sei por que raio
Te quero desta invulgar maneira,
Em que não sei se do amor ensaio

O hastear d'alguma bandeira!
Amor é antítese. O amor é assim:
Ora diz que não! Ora diz que sim!

Inserida por luismateus

O poeta não é frio, nem é quente
Não é bicho, nem é gente
Não é louco, nem normal
Não é singular, nem plural
... O poeta é o que ‘deverasmente’ sente.

Inserida por ManolloFerreira

Eu...!


Não sou tudo aquilo que algumas pessoas esperam encontrar em mim, mas sou tudo isso que acredito ser quem sou !

Inserida por ManolloFerreira

⁠Sentimentos Intercalados


O que eu sinto por você, não podem meus lábios para o mundo revelar,
Nem mesmo por meio de epístolas posso me expressar,
Nem tão pouco por gestos tenho como meus desejos confessar.
Aos olhos em segredo a te contemplar,
Mesmo em silêncio não posso se quer pra ti me declarar.
Sem perguntar-me o porquê, de tudo do que deverás estar,
Faço-me prisioneiro do pensar, já que de nada adiantará,
Se eu e você não pudermos do mesmo sentimento juntos vivenciar.•.

Inserida por ManolloFerreira

⁠Muito aprendo com quem não tem nada para me ensinar,
Mas,
Que muito tem do que eu preciso aprender

Inserida por ManolloFerreira

⁠Transcendendo


Podem até me roubarem os ‘ontens’ ainda não vividos, mas, nunca irão tirar de mim os amanhãs já sonhados.

Inserida por ManolloFerreira

⁠⁠Suas falas não retratam quem de fato você é, com a irrefutável justeza quanto suas atitudes lhe definem, conclui-se então, que, nada te fará ser diferente de tudo quem você sempre foi, mesmo que por vezes, no decorrer da vida, você venha demonstrar mudanças, um dia, algo te ativará, fazendo o seu verdadeiro Eu vir a se revelar... Assim como a lua, que mesmo mudando de dimensão em face às quatro fases que lhe delineiam, seguirá redonda aos olhos do pensamento de quem espera pelo seu despertar no alvorecer da noite.

Inserida por ManolloFerreira

⁠Suas falas não retratam quem de fato você é com a irrefutável justeza quanto suas atitudes lhe definem. Alinhado a esse pensamento, penso que, nada na vida te faz ser diferente de tudo quem você sempre foi, mesmo que por vezes, no decorrer da vida você venha demonstrar mudanças, um dia, como num acionamento de um gatilho, algo te ativará, fazendo o seu verdadeiro Eu vir a se revelar.

Inserida por ManolloFerreira

⁠Juazeiro da Bahia !... A Cidade Que Não Vi... Vi E Vivi...!


Não vi Juazeiro enquanto ‘distrito atrelado à cidade de Sento Sé’, Sua ‘emancipação’, nem tão pouco o achado da imagem de ‘Nossa Senhora das Grotas’, sua padroeira, acontecer...
Não vi a ‘construção da ponte’, nem quando a mesma suspendia para as embarcações por baixo dela passar... Não vi os ‘vapores’ a ornar o rio, por abastecer o comércio a perfilar no ‘cais’, ou o ‘Saldanha Marinho’ um dia nas águas do Velho Chico navegar...
Não vi o deslumbre arquitetônico do antigo ‘Mercado Municipal’ e da antiga ‘Estação Ferroviária’ um dia em Juazeiro figurar, nem mesmo a ‘banca’ surgir para a cidade em duas partes dividir...
Não vi as ‘linhas férreas’ serem instaladas, nem ao menos vi o ‘trem’ no seu vai e vem, chegando ou partindo, trazendo e levando saudades...
Não vi ‘Edésio Santos e João Gilberto’ juntos a cantarolar seus cantos, nem tão pouco vi os ‘carnavais e seus bailes de máscaras’ a fantasiar os festejos de uma época...
Mas vi e vivi ‘o carnaval das batucadas’, dos carros alegóricos e das caretas, trios e blocos, gente etiquetada com “abadá”, deixar de ser popular...
Vi e vivi os clubes ‘Apolo Juazeirense, 28 de Setembro, Artífices e Caçadores’, também o carnaval em festa festejar, e no amanhecer da quarta-feira de cinzas o
‘Bloco Carí do Batata’, envolto pelo sorriso largo do animado ‘Batata’ uma multidão alegremente arrastar...
Vi e vivi os lendários bares da ‘Primavera, Q Sabor, O Garoto e Labarca’ nos finais de semana Juazeiro brindar, e como presente presença, a carismática figura de ‘João Doido’, na sua peregrinação, uma calça a alguém pedir, sem com seu clássico pedido ninguém por isso se incomodar...
Vi e vivi a ‘banca’ já estabelecida dividir a cidade com suas rampas e pontilhões a lhe costurar, assim também como vi o belíssimo e aconchegante ‘Cine São Francisco’ às matinês de domingo animar...
Vi e vivi ‘Jason’ deixar seu nome vivo na história por muitas vidas do Velho Chico bravamente resgatar, assim também como vi o Saldanha Marinho já ‘Vaporzinho’, depois de aposentado passar a ser bar, pizzaria, ser mutilado e ser despejado do seu antigo lugar...
Vi e vivi os festivos eventos do ‘Chá das Cinco’ e seu criador ‘Naldinho’ na sua singularidade Juazeiro revolucionar, e “Mauriçola” com sua música ‘Erva Doce’ um tempo e uma geração simbolizar...
Vi e vivi a ‘feira antiga’ do bairro Santo Antônio, e no seu emaranhado de bancas e gente, um velho de enorme barba agrisalhada, chamado “Ciço”, casca de pau’ aos brados comercializar...
Vi e vivi a ‘Festa do Melão’ passar a ser ‘FENAGRI’ e a agricultura irrigada respaldada nas novas tecnologias Juazeiro transformar...
Vi e vivi uma Juazeiro que pra muita gente se fez eternizar...! Não vi... Mas, Vi e vivi... Uma cidade de ontem e de hoje, de muitas memórias, personagens, fatos e histórias a se contar...

Inserida por ManolloFerreira

⁠O homem encontra sua derrota quando ele tenta colher o que ele não semeou

Inserida por marcio_gomes_3

⁠Um jeito de superar o medo é se acostumar ao sentimento, para que seu corpo entenda que não há perigo.

Inserida por marcio_gomes_3

⁠Sou um anarca – não porque eu desprezo a autoridade, mas porque preciso dela. Da mesma forma, não sou um incrédulo, mas um homem que exige algo em que valha a pena acreditar.

Ernst Jünger
Eumeswil (1977).
Inserida por SirMortimer

Herdamos padrões emocionais e sistêmicos dos nossos antepassados, mas não somos vítimas disso. Escolhemos nossa família com base nos desafios que precisamos transcender. Ao revivermos essas histórias, temos a chance de compreendê-las e superá-las.
O caminho para a libertação está na consciência: ao invés de repetir padrões inconscientes, podemos transformá-los e criar um futuro mais livre e autêntico.

Inserida por NoemiBadiali

⁠não venho dos melhores lugares e minha vida não foi um morango, luto minhas guerras e supero minhas limitações.

Inserida por theus-1

⁠acho triste pessoas que usam de sua fraqueza quando não falam mais com você, isso é uma tremenda de uma hipocrisia.

Inserida por theus-1