Nao Alimentar Esperancas
Meu paraíso
Eu não sabia como iria acontecer
Um tempo depois me apaixonei
Foi inesperado e natural esse sentimento
Nasceu em mim como percorre o vento
Veio e apossou-se do Meu Ser
Meus pensamento e sorrisos
Minhas falas e atitudes
Este sentimento é meu paraíso
Inteiramente entrego-me a ti
Assim como tu faz por mim
A gente não se escolhe a quem ama, nem como a ama, apenas ama. O verbo amar hoje em dia é visto como um simples bom dia, mas erra quem pensa que é assim. Amar não é dizer bom dia, amar é como se fosse feito tudo por aquela pessoa. Você a ama, a defende e a quer com você.
Mulheres. Não é porque um homem, não te faz elogios baratos que ele não está afim de você. Ele pode estar louco por ti, mas ele não faz a única coisa que o igualaria a um bando de idiotas superficiais, que sempre estão te bajulando...
E como teimoso sou, meu ser deixando de existir, eu me esvaindo, desfalecendo, no entanto, não deixo de amar.
Chorou até as lágrimas secarem, levantou e não se permitiu lembranças nem recaídas, percebeu e aceitou sua partida. Chegou então a saudade.
Não acredito em amor, acredito num sentimento puro, uma junção de cumplicidade, fidelidade, afago, amizade, cuidado e identificação. Mas amor? Não, isso não existe.
Deixar de acreditar que existam outros sonhos e outros amores e outros olhares se não o seu. E viver.
Eu sou homem, mas isso não significa que eu não queira ter uma mulher ao meu lado para chamar de minha, isso não significa que eu não queira ter uma mulher que me faça feliz, que me faça sentir saudades no exato momento em que eu falar: ‘Se cuida, te amo.’ Eu quero uma mulher que eu possa segurar a mão, protegê-la em meus braços. Que eu possa abraçar, beijar e amar. Eu quero ser dela e ela minha. Eu quero, eu desejo e espero. Não quero ter várias, quero amar apenas uma. Quero um amor que desarrume a minha vida, que me deixe atordoado, mas sorridente. Que me deixe ao vento, como um pássaro. Quero um amor de tomar café-da-manhã, um amor bobo e imaturo. Eu quero. E quero um amor de verdade.
Se for pra roubar alguma coisa, que não seja o coração. Seja sorrisos verdadeiros, sentimentos intensos e abraços aconchegantes.
O que seria da loucura
Se não fossem os cochilos desatentos da razão?
Sejamos todos, de vez em quando,
Embriagados e loucos.
Subamos aos céus como balões a gás
Antes que a realidade inventada
Acabe por soterrar no território do talvez
As urgências naturais do coração.
Ao mesmo tempo, só por cautela,
Vamos manter seguro entre os dedos
O inevitável cordão
Que nos trará de volta a lucidez
E nos devolverá ao chão – esse terreno
De sombria sensatez.
