Nao Alimentar Esperancas
Não importa se o destino brincou em nos separar e o quão longe esteja. Quando olho pro céu te sinto ao meu lado, quando escuto as musicas, te sinto contando-as comigo, os sabores e cheiros (mesmo os não muito agradáveis) me lembram você.
Eu pensei que depois de tudo o que eu passei, sofrendo por amor, eu aprenderia, eu pensei que não me deixaria levar outra vez! Mas aí você chegou, insistiu com todas as forças e me conquistou, conseguiu me amarrar nesse teu jeito, nesse teu sorriso e nessa tua voz maravilhosa. Mas aí eu tenho me perguntado esses dias pra cá... o que aconteceu com a pessoa que disse que faria tudo por mim, que disse que eu era o maior sonho da vida dele, cadê o cara que falou que me amava com todas as forças e que não iria me deixar? Cadê? O mal das pessoas é prometer o amor nos momentos de carência. E esse é o pior mal que o ser humano pode fazer a quem o ama de verdade. É conquistar e depois largar, é deixar que a outra pessoa se apegue e depois simplesmente não dar mais atenção. É como eu disse, é um grande erro confundir amor com carência.
“Não é fácil explicar. Eu sou assim, meio morto por dentro. Faço as coisas por empolgação e no outro dia, sei lá. Sou dessas pessoas que ficam procurando as canções no rádio até achar um clássico, algo perfeito para aquele horário do dia, aquele semáforo. A música acaba e eu troco de estação.”
Um governo que não valoriza e respeita a cultura e a arte do seu próprio país, jamais vai respeitar e valorizar o povo, que muito o idolatra.
Se ta com saudade, procura. Se ta chateado, fala - com cautela. Se ama, não esconde. Se não ama, não maltrata. Se ta triste, abraça. Pra que complicar tanto?
Hoje eu vou dormir.
E talvez eu não acorde amanhã.
Existem dias em que desejo que sim;
E dias em que desejo que não.
Não Mereço ser amante
Já nem precisa me falar
Que entre nós só vai rolar
Quando você quiser
Assim que puder
Sabe onde me encontrar
Eu nem queria me entregar
Sabia que existia alguém
Sem querer vacilei
Me apaixonei
E não da pra voltar atrás
Porque não para e pensa um pouco em nós
Enxerga que também eu posso te fazer feliz
Agora é você quem diz
Eu te falei que eu não queria mais brincar de amar
Me magoei sabendo que tem outro em meu lugar
Eu não aguento esperar
Me iludi o bastante
Não mereço ser amante
Eu te falei que eu não queria mais brincar de amar
Me magoei sabendo que tem outro em meu lugar
Eu não aguento esperar
Me iludi o bastante
Não mereço ser amante
A confiança não ficou para todos.
Confiar em pessoas erradas, dar amor a pessoas erradas e querer as pessoas erradas "É inútil", Nem todo mundo tem a sorte de ter espaço e confiança.
APENAS TOLOS CONFIAM EM TODOS...
Muitas vezes eu acho que não sou importante pra ninguém. Eu vou tão para o fundo do poço que, quando estou prestes a perder as esperanças, alguém me dá a mão e me ajuda a levantar.
O coletivismo mantém que o indivíduo não tem direitos, que sua vida e trabalho pertencem ao grupo (à sociedade, à tribo, ao estado e a nação) e que o grupo pode sacrificá-lo segundo seus próprios caprichos, para seus próprios interesses. A única forma de implementar uma doutrina desse tipo é por meio da força bruta. Por isso, o autoritarismo sempre foi o corolário político do coletivismo.
Quando você perceber que, para produzir, precisa obter autorização de quem não produz nada, será tarde demais.
Nota: Trecho modificado de outra frase de Ayn Rand.
...MaisEle disse: não chore que chorar enfraquece. Eu disse: mas às vezes é como a chuva de que se precisa quando tem estiagem demais e tudo fica muito seco.
Nota: Trecho da crônica Um instante fugaz.
...MaisAs vezes sinto falta de alguém pra conversar, mas sei que se não for um bom impar jamais terei um par.
Perdi muito do meu tempo esperando que você me amasse, mais não foi um tempo tao mal perdido assim, pois sempre aprendemos algo com os nossos erros...
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
Nota: Trecho adaptado e adulterado de poema de Veronica Shoffstall.
