Nao Alimentar Esperancas
Creio
Creio na vida e sei que nela está a morte
Creio no amor mesmo não tendo sorte
Pois o sonho sempre me deu o que a vida veio negar
O sonho me deu sorrisos
A vida... razões para chorar
Descobri que depois do fim vem sempre à razão começar
Descobre que a dor é preciso
Vi a certeza num olhar indeciso
E depois de ver tudo
Comecei a amar
E amei tudo na vida
Mas em fim
Não vi o porque
Então amei só a vida
Porque vi que a vida era “Você”!
"Não importa qual seja a verdade, as pessoas vêem o que querem ver" (Blair Waldorf)
Ela não era a mais bem vestida, nem era a mais magra nem a mais alta do salão, mas parecia brilhar um pouco mais que os outros. E ela sabia disso.
O problema com contos de fadas é que eles levam uma garota ao desapontamento. Na vida real, o príncipe foge com a princesa errada.. ou o feitiço acaba e os dois amantes se dão conta de que são melhores com o que quer que sejam. Mas vou confessar, de vez em quando uma garota consegue seu final de contos de fada. Durmam bem crianças. Parece que a pequena J. conseguiu seu feliz para sempre.(Gossip Girl)
Blair: "Apenas uma masoquista poderia amar tamanho narcisista"
Dan: Procure no google "vingança", e terá blairwaldorf.com
Flagra: Chuck Bass perdendo algo que ninguém sabia que ele tinha,
pra começar. Seu coração. Gossip Girl
Flagra. uma linda fenix loira renascendo das sinzas, S. seremos seu servos, e se olhar matasse, nao queriamos ser Dan Hunfrey"
'You're nobody until you're talked about.'
"As rainhas do Upper East Side não nascem no topo. Elas escalam seu caminho de salto. E não importa em quem tenham de pisar" - Gossip Girl sobre Serana e Blair
"Todo mundo sabe que uma nação não pode ter duas rainhas"
(...) As estrelas que brilham mais fortes, são as que queimam mais rápido.
Gossip Girl: Flagra: Chuck Bass é visto esperando o micro ônibus. Uma dúzia de rosas numa mão e o seu coração na outra. Sabem o que dizem... um homem é uma motivação para voltar para casa, mas é ainda melhor quando vamos para casa com ele. Carma não é um puto? Sabemos que Blair Waldorf é.
"Não importa se você caiu do salto, desde que ele seja o mais caro e deslumbrante da festa!"
Não me importo com padrões. Os princípios da normalidade são estabelecidos por homens anormais, capitalistas, corrompidos e inconstantes.
Estranho não é se afastar de quem você gosta.
Estranho é quem um dia te disse: “Somos apenas amigos”, sentir falta das conversas e achar estranho você a(o) chamar de “amiga(o)”.
Pra mim, isso é sentimento não assumido ou não percebido.
Amizade é um amor que simplesmente não tem fim e nem limites, por uma amiga podemos ir até o fim do mundo.
E quem disse que eu não vou viver para sempre? O descobridor da fonte da juventude.
- Por quê você quer ser Christiane Amanpour?
- Eu não quero ser ela, exatamente. Só quero fazer o que ela faz.
- Que é?
- Viajar, ver o mundo de perto... escrever sobre o que está mesmo acontecendo e ser parte de algo grande.
- E para ser parte de algo grande precisa estar na TV? Por quê não comandar a polícia numa perseguição em alta velocidade? É um caminho mais fácil para alcançar este objetivo.
- Estar na TV não tem nada a ver com isso. Talvez eu seja uma jornalista e escreva livros ou artigos sobre o que vi. Só quero ter certeza de que verei algo.
Ódio por ele? Não...se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado (...)
Nunca mais amá-lo é já bastante! (...)
Ódio por ele? Não... não vale a pena...
Não me abandone no fim do verão
pois o outono chegará como uma facada
o frio mostrará que estou só na estrada
e vou ter de continuar em meio a solidão.
A inveja representa muito mais do que cobiçar aquilo que não nos pertence. Ela é um autorretrato tosco daqueles que são incapazes de se satisfazerem consigo mesmos. Num mundo onde tudo se resume a uma competição sem freio e desleal, o gostoso é se sentir leve por tudo que não se tem e que, na verdade, não faz falta nenhuma.
O que as pessoas não entendem, é que a roupa é um complemento de você mesmo, que te faz ficar melhor ou pior.
“Seu presente é o espelho do passado que não pode refletir no futuro.”
(livro: “Livrai-nos de todo mal”)
"E nada aconteceu. Eu meio que sabia onde as coisas iam dar – foi quase, mas não deram. Não deu. Não dei. Valeu a tentativa, o empenho, o interesse. Eu não estava prestando muita atenção, mas posso sentir em algum lugar aqui dentro de mim que foi bonito. A gente ainda vai se falar por aí, essa não é a conversa final."
Ao tentar mostrar ao mundo que ele não sente falta, ele faz exatamente o contrário: confirma que ainda se importa.
Nota: Trecho da crônica "Os 5 tipos de ex namorados que você vai encontrar na vida"
...MaisNunca desista dos seus sonhos,se os seus sonhos estiverem nas alturas,não se preocupe Deus te dá asas pra ti e faz você voar e ir além!
Acredite,Deus te fez assim, campeão da vida!!!
Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.
Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.
É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.
Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.
É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.
Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.
É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.
Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.
Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.
