Nao Alimentar Esperancas

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A suficiência dos meus méritos está em saber que meus méritos não são suficientes.

"Não tenho ódio nem amor, sou livre e não tenho medo de nada, porque sou boneca de pano com macela por dentro. Qualquer "desastre", a Tia Anastácia me faz outra".

Escritores não são exatamente pessoas. Se forem bons, eles são um monte de pessoas tentando se transformar em uma pessoa só.

Quando a Igreja, em Éfeso, perdeu o primeiro amor, Deus não disse para chamarem alguém para fazer um culto mais "quente". Ele ordenou que se arrependessem.

Não acredito em almas gêmeas ou frutas pela metade, mas eu acho que a gente se pertence, de alguma forma.

É incrível como algumas pessoas acham que nós não podemos pagar por médicos, hospitais e medicamentos, mas creem que nós podemos pagar por médicos, hospitais, medicamentos e toda a burocracia governamental necessária para administrar isso.

Sim, tenho vontade de me jogar pela janela, mas nunca foi possível abri-la. Não, não sei o que gostaria que você me dissesse. Dorme, quem sabe, ou está tudo bem, ou mesmo esquece, esquece.

" O dia que me defenir somente
atravez de palavras pode me esquecer
Pois então não jas exestirei mais".

(*) Não acredito que a memória seja um lugar esperando nossa visita. Me parece mais algo que construímos a cada visita. E nunca construímos da mesma forma. Sempre que lembrarmos do primeiro beijo, será um beijo diferente. Será sempre outra pessoa, a pessoa que nos tornamos, a lembrar do mesmo beijo.

Não posso dizer que terei todos os meus sonhos realizados, mas posso lhe garantir que lutarei por cada um deles.
Eu não nasci para perder, não posso me ver incapaz, pois tenho em mim a certeza de que Deus não colocaria dentro de mim um sonho que não seria capaz de realizar.
Então, vou caminhando com a força necessária para vencer, para viver e para ser feliz.
Eu tenho tudo o que preciso para realizar sonhos. Eu tenho Deus.

Não nasci pra ser simpática, nasci pra ser sincera.

Melhor a dor de um não do que o engano do sim...

O que me interessa no amor, não é apenas o que ele me dá, mas principalmente, o que ele tira de mim: a carência, a ilusão de autossuficiência, a solidão maciça, a boemia exacerbada para suprir vazios. Ele me tira essa disponibilidade eterna para qualquer um, para qualquer coisa, a qualquer hora. O amor tira de mim a armadura, pois não consigo controlar a vulnerabilidade que vem com ele. E é por isso que o amor me assombra tanto quanto delicia. Porque eu não posso fingir que quero estar sozinha quando o meu ser transborda companhia.

Pelo contrário, a melhor coisa de ir a algum lugar e não achar o que estava procurando, é achar alguma coisa que não estava procurando.

Tem gente que deveria entender duas coisas: Eu não ligo pra opinião dessa pessoa e ela não faz nenhuma diferença na minha vida.

Sempre preferi aqueles que admiram mais aos outros do que a si. Não por desamor, não por auto-estima decadente. Mas é que essa coisa de se auto-massagear nos trava. Nos tira de um ciclo de evolução. Faz com que fiquemos a estabelecer comparações constantes.
Gosto de quem tem ciência da própria desimportância. Me encanta essa gente que vai buscar nas diversas fontes do universo um sentido para a fome da alma. Que produz mais dúvidas do que conclusões. Me apego a quem seduz sem afirmar ‘sou’, muito menos ‘tenho’; mas que diz ‘vamos descobrir’. Ahhhh, descobrir o mundo a dois.
Que meus passos sejam guiados pelo mistério. Que meus erros escrevam meus manuais. Meu corpo, tão passageiro, sendo apenas instrumento para descobrir o gosto que viver tem.
No fim, aqueles que admiram aos outros mais que a si, tornam-se admiráveis por gostarem mais de pessoas do que de reflexos.
Que eu evapore e você solidifique. Mas, quando juntos, sejamos água transparente. Molhando e deixando embaçado o espelho na nossa frente.

Às vezes, as coisas não acontecem em ordem cronológica na vida das pessoas. Especialmente em nossas vidas. Já faz um bom tempo que a nossa ordem cronológica ficou bem confusa.

Não vás tão docilmente nessa noite linda
Que a velhice arda e brade ao término do dia
Clama, clama contra o apagar da luz que finda!

Embora o sábio entenda que a treva é bem-vinda
Quando a palavra já perdeu toda a magia,
Não vai tão docilmente nessa noite linda.

O justo, à última onda, ao entrever, ainda,
Seus débeis dons dançando ao verde da baía,
Clama, clama contra o apagar da luz que finda.

O louco que, a sorrir, sofreia o sol e brinda,
Sem saber que o feriu com a sua ousadia,
Não vai tão docilmente nessa noite linda.

O grave, quase cego, ao vislumbrar o fim da
Aurora astral que o seu olhar incendiaria,
Clama, clama contra o apagar da luz que finda.

Assim, meu pai, do alto que nos deslinda
Me abençoa ou maldiz. Rogo-te todavia:
Não vás tão docilmente nessa noite linda.
Clama, clama contra o apagar da luz que finda.

Dylan Thomas

Nota: Versão em português do poema "Do not go gentle into that good night". Tradução: Augusto de Campos

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Eu sou uma ovelha negra, não importa o quanto me adorne para disfarçar. Eu sempre irei afrontar aquilo que me incomoda, sobretudo se eu sei que o caminho está errado.

Senhor, pega no meu coração e tranca-o com uma corrente e super-cola para que eu não salte fora nos meus momentos de fraqueza, Tu, é a minha única esperança.