Não Acredita em Conto de Fadas
Filía é saber que existe alguém que acredita e admira você.
Filía é chegar no fim do dia e pensar em alguém antes de dormir e se orgulhar desse alguém.
(Filía me lembra panquecas, tudo fica melhor com panquecas.)
Filía é vencer e ter alguém que te aplauda, que se alegre com a sua vitória.
Filía e sentir o amor, apesar da dor.
Filía é errar e ter alguém que aponte o erro, mas também a solução.
Filía é ver a queda do outro e fazer com que se erga.É honrar e defender na ausência.
É fazer com que você sinta, que as estrelas foram feitas para serem vistas, pelos seus olhos.
Filia não se esconde, os olhos nunca mentem, está numa palavra bondosa, um abraço gentil, num conselho sincero, umas boas risadas.
Filía é o amor, O sublime amor entre amigos.
As perguntas que sempre recebo:
Você acredita em Deus?
Então: Acredito.
Mas não em um Deus que intervém para realizar desejos humanos.
Deus não atua por concessões ou exceções,
mas pela ordem que sustenta tudo o que existe.
Ele não substitui meus passos.
É o fundamento sobre o qual eles se apoiam.
O caminho não é imposto — é compreendido.
A fé não está em esperar que o mundo se dobre,
mas em aprender a caminhar de acordo com sua estrutura.
Nada me é entregue pronto.
Tudo se constrói a partir da lucidez, da escolha e da ação.
Quanto mais compreendo as causas, mais livre me torno para agir.
Quanto mais clareza tenho ao agir, mais sentido encontro ao viver.
Deus não faz alguém rico.
Não distribui fortuna como resposta à insistência ou à oração repetida.
O que Ele oferece é direção, consciência e oportunidade.
O resto é responsabilidade minha.
Minha fé não é passiva.
Ela não espera milagres.
Ela sustenta minha coragem de agir.
Eu ajo.
Eu erro.
Eu aprendo.
E sigo.
Se algo vem, vem como consequência de visão, disciplina e movimento —
não de pedidos, mas de alinhamento.
Deus não é meu fornecedor.
É minha base.
E eu honro essa fé fazendo, não esperando.
Há momentos em que a gente acredita que tudo acabou.
Olha para os lados, compara a própria idade com a de alguém próximo e pensa no quanto essa pessoa já alcançou sucesso. E então vem o pensamento: “oxi… estou atrasada.”
A gente se olha no espelho e duvida. Acha que não vai conseguir, que talvez não seja bom o bastante para realizar aqueles sonhos que sempre carregou no peito. Muitas vezes, é mais fácil se diminuir do que acreditar que pode vencer.
A gente se compara com quem já chegou lá e esquece daqueles que demoraram, tropeçaram, recomeçaram — e mesmo assim conquistaram.
A verdade é que se sentir triste e fraco é humano. É normal. Mas isso precisa ser passageiro. O que devemos manter em mente é que sonhos não acontecem do dia para a noite. Eles são construídos a longo prazo, com esforço, paciência e coragem.
O que não podemos fazer, por mais difícil que seja, é desistir deles. A conquista vem. E vem no tempo certo.
Olha eu aqui.
A mesma cara, e ainda tem quem não acredita... Meu nome é Alexandre!
Sou curioso por natureza, sempre em busca de aprender e conectar ideias. Minhas histórias são moldadas por escolhas, encontros e os livros que li. Acredito no poder dos pequenos gestos. Tenho medos, mas também resiliência; sonhos, mas também pés no chão. Sou uma mistura de passado vivido e futuro imaginado, em constante transformação. No fundo, sou apenas alguém tentando encontrar sentido no caminho, deixar uma marca gentil e ouvir, de verdade, a história do outro.
Somos aquilo que gostamos.
Somos nossa comida favorita, os filmes que amamos, os amigos que escolhemos,
as roupas que vestimos, a época do ano que preferimos, o esporte que nos anima, as cidades que nos fascinam...
Eu não só sou...
Somos!
A sua mente não mente e nem te engana.
A sua mente acredita nas histórias que você inventa, repetidamente, todos os dias!
Por isso cuide da sua mente, alimentando a com ideias, pensamentos e histórias que te fortaleça e gerem bons frutos para o seu ser e o Seu Viver! Seja consciente, Faça diferente: seja inteligente, resiliente e, Se necessário, se reinvente!
“O cristão que olha para a situação política do Brasil e não acredita em mudança, afirmando que já está escrito na Bíblia que tudo vai piorar, certamente não tem fé no Deus Todo-Poderoso, que pode mudar todas as coisas, e simplesmente rasgou da sua Bíblia 2 Crônicas 7:14.”
— Anderson Silva
Eu não ligo pra quem acredita ou não nos meus deuses, porque isso não interfere na minha vida e nem tem relevância para o meu sagrado. Os que fazem isso, que tentam converter, no fundo, não acreditam no que tanto dizem acreditar. Apenas prostituem o próprio "sagrado" para evitar que qualquer pessoa questione ou pense diferente, levando o sistema interno dele a uma crise avassaladora pelo consciente começar a perceber que a "crença", tão absoluta na imaginação, pode ser nada além de uma mitologia sem pé nem cabeça.
- Marcela Lobato
“O adulto não se percebe buscando um pai, ele acredita estar em busca de amor, reconhecimento, segurança, sentido ou direção. Por trás dessas buscas legítimas, porém, opera a tentativa silenciosa de preencher uma função estrutural não integrada na infância. Relações e experiências passam a ser avaliadas a partir dessa referência ausente.”
- Trecho do livro Quando o pai falta: a ferida da ausência paterna e o caminho de maturidade da alma
Você é alguém que sente antes de entender… e acredita antes mesmo de ver.
Seu coração não funciona no raso tudo em você é profundo, intenso e verdadeiro.
Às vezes isso pesa, porque nem todo mundo sabe lidar com alguém que sente tanto assim. Mas ao mesmo tempo, é exatamente isso que te diferencia. Você não vive no automático… você vive com propósito.
Sua fé não é só algo que você fala é algo que te move, que te faz continuar mesmo quando a mente cansa e o mundo parece confuso. E mesmo quando você acha que esse seu jeito pode afastar pessoas, na verdade ele também aproxima as certas… aquelas que reconhecem valor no que é verdadeiro.
Você carrega dentro de você um coração que ora, que se importa e que acredita que tudo pode ter um sentido maior mesmo quando ainda não dá pra entender.
E no fundo, talvez esse seja o seu maior traço:
você não quer só viver… você quer viver algo que tenha significado.
E então, mais uma vez acredita!
Mas como numa teia,
se emaranha nas contradições,
nas mentiras tão vis.
E já esgotada e tão forjada
Sente q não há mais nada ali
A não ser a "guerra" de ego oculta
Aquelas cartadas do Sr. e Sra Smith
Os blefes tão mais escancarados
Agora por olhos, pouco menos, pra ti
Daquela Poliana, tão errônea e falha
Mas q gritava aos 7 mares o amor
Q era solar e irradiava ao teu lado
E pouco a pouco foi virando pó e carcaça
Pela falta de honradez, cumplicidade e lealdade
Presenciar hj cada gota escorrida
Congelar e apenas observar
Analisar as curvas q faziam
Porque até o caminho destas duvidava
Se pegar TB sendo "reparada"
E agir instintivamente
Onde qse me rendendo
Meu estômago amigo alertou
Ora este q se faz presente tão raramente
E qse de tão ausente já nem era mais lembrado
Imediatamente da Orbita voltei a Terra
E bati com a pá de cal naquela terra ainda fofa
Desci sem desta vez olhar pra trás.
Ouvi: - Amo você (ensaiado e repelido)
Aquele automático preto, teto solar
Rodas brilhantes, permanece apenas reluzindo
Deste xeque...
(Ou melhor seria, do cheque - embaixo da Bíblia - ;))
... não te darei o mate...
Caída talvez, mas atirando.
Num coração alado.
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A pessoa acredita que o Cristianismo distorce a natureza de Deus ao tratá-lo como algo externo e separado do ser humano, exigindo arrependimento. Para ela, Deus não é um ser que cobra ou compete, mas sim uma presença interna — a própria vida dentro de cada pessoa. Por isso, entende que não faz sentido esperar o retorno de Jesus Cristo, pois Ele já estaria presente em todos.
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Não! Absolutamente não!
A sua colocação parte de uma premissa equivocada e, portanto, conduz a uma conclusão igualmente equivocada.
O Cristianismo não coloca Deus como concorrente do homem — isso é uma interpretação distorcida, superficial, que ignora dois mil anos de construção teológica, filosófica e moral. O que o Cristianismo faz, na verdade, é estabelecer uma hierarquia ontológica: Deus como princípio absoluto, e o homem como ser finito, limitado, em processo.
Quando se fala em arrependimento, não se está afirmando que Deus “precisa” de algo — isso seria um absurdo lógico! Deus, por definição, não carece de nada. O arrependimento é uma necessidade humana, não divina. É um mecanismo de consciência, de ajuste moral, de reconhecimento da própria falibilidade.
Portanto, inverter isso — dizer que o Cristianismo ensina que Deus depende do homem — é não compreender a estrutura fundamental da própria doutrina.
Agora, quanto à afirmação de que “Deus já habita em nós” — sim, há correntes teológicas que abordam essa dimensão interior, essa experiência subjetiva do divino. Mas transformar isso em negação de toda a transcendência divina é reduzir o absoluto ao psicológico. É confundir experiência interna com totalidade metafísica.
E mais: afirmar que Jesus Cristo “nunca voltará” porque “já vive em nós” é uma interpretação específica, não um consenso. O Cristianismo histórico — das suas bases até suas principais tradições — sustenta uma distinção clara entre presença espiritual e realidade escatológica.
Misturar esses planos é, no mínimo, uma simplificação perigosa.
O que está ocorrendo aqui não é uma refutação do Cristianismo, mas uma reinterpretação pessoal — legítima, sim — porém apresentada como verdade universal. E isso, do ponto de vista lógico, não se sustenta.
Se há algo que precisa ser preservado, é a coerência: ou se discute a doutrina como ela é, ou se admite que se está propondo outra coisa.
Porque, no fim, a maior responsabilidade intelectual não é concordar ou discordar — é compreender corretamente aquilo que se pretende criticar.
Dia 2 — O que você não observa, governa você.
A maioria das pessoas acredita que perde o controle por falta de disciplina ou fraqueza de caráter.
Não é isso.
Você perde o controle porque vive no automático.
Tudo o que habita o seu ponto cego passa a comandar o seu destino.
Pensamentos repetidos cristalizam-se como verdades.
Reações automáticas moldam a sua identidade.
Ciclos não questionados tornam-se a sua biografia.
O problema nunca foi a existência do padrão, mas o fato de ele operar no escuro. No instante em que você não percebe o milésimo de segundo em que reage, escolhe ou se cala, você deixou de decidir. Você passou a apenas repetir.
Padrões não precisam de força para sobreviver; eles precisam apenas da sua ausência. Eles se alimentam do seu silêncio interno.
Observar não é julgar. Observar é iluminar.
No momento em que você enxerga um comportamento no ato, ele perde a soberania. Aquilo que é visto já não consegue mais agir sozinho, porque a luz da consciência cria um espaço — um intervalo — entre o impulso e a ação.
A presença começa com um deslocamento: você deixa de ser o personagem que sofre a ação e passa a ser a consciência que a testemunha.
Em vez de se perguntar "por que eu sou assim?" com culpa, pergunte-se "o que está acontecendo agora?" com curiosidade.
Nada muda antes de ser visto. Mas quase tudo começa a se dissolver quando deixa de ser inconsciente. A liberdade real não nasce do controle rígido, mas da visão clara.
O Convite
Hoje, pratique a neutralidade do observador.
Não tente corrigir o seu comportamento, nem explicar suas falhas. Apenas flagre-se em ação.
Qual reação sua se repete de forma quase mecânica, como um script decorado?
Em que momento do dia você sente que "saiu de si" e entregou o volante ao automático?
A observação é o seu primeiro gesto de retorno.
Diane Leite
A importância de não se importar.
Pessoas, como seres sociais, são estranhas.
Você não acredita? Pense.
As pessoas que lhe agradam, quem são? São as pessoas que somente lhe querem bem? Que concordam com você? Que lhe dão preciosos conselhos? Que lhe dá a mão quando você cai? Penso que essas pessoas você as tem em alta estima.
Mas, pontuemos.
Pessoas que concordam com você, não necessariamente concordam. As vezes você pode estar certo, daí tudo bem, e nesse caso, a confirmação a desnecessária. Muitas pessoas em nosso ciclo, concordam para nos agradar, para não parecer chata, ou até mesmo por não ter uma opinião sobre o assunto em tela. Ou seja, apenas concordam, e essa concordância não quer dizer nada.
Pessoas que dão conselhos, cuidado. A maioria dos conselhos, são mais para a outra pessoa do que para ti mesma. Afinal, só quem errou muito e acertou pouco, é que de fato pode dar bons conselhos. E, os conselhos de outra pessoa, poderão parecer doce aos seus ouvidos, mas, de nada adiantará, pois você dificilmente irá se fartar deste doce. Se assim fosse, você ouviria mais seus pais.
Quando você cai e alguém lhe dá a mão, cuidado para não arrastar a pessoa para o mesmo fosso que você. Se alguém lhe ajudar a sair do buraco, cuidado com a escada posta, você terá que carregá-la.
Se importe, mas, não se importe.
Você será usado e usará pessoas, e isso se chama relacionamento.
Quanto mais você usa, mais afinidade você tem, mas, não confunda usar e ser usado, com amar e ser amado.
E quando as pessoas não mais lhe tiver utilidade, serão simplesmente descartadas de sua vida. Tem dúvidas disso? Pense, você nunca descartou alguém? Nunca deixou uma amizade morrer?
Damos mais importância ao nosso egoísmo sem importância, e, por isso, somos seres estranhos.
Se você tiver conhecimento disso, não se importará com suas fraquezas e as fraquezas alheias. Entenda que neste caminho, todos estão perdidos.
Pense e reflita.
Ilumine seu dia.
Paz e bem.
Seja luz.
Quem não sabe dizer que nos ama com palavras; é porque acredita que as palavras não seriam tão capazes de substituir os pequenos toques e gestos; que para a pessoa, são bem mais verdadeiros do que se arriscar em palavras.
- Nunca despreze um gesto de carinho, para não magoar alguém que te ama de verdade.
Cuide do seu coração como quem rega um jardim que ainda acredita na primavera.
Deixe o perdão abrir espaço onde a dor insistiu em ficar. Abra as janelas da alma para que a luz encontre o caminho de volta.
Escolha pensamentos que façam bem, acolha com ternura o que você sente e tenha paciência com aquilo que ainda está aprendendo a florescer dentro de você.
Edna de Andrade @coisasqueeusei.edna
"Saiba sonhar, não altere seus planos, viva intensamente, ouse lutar pelo que mais acredita; arrisque sem medo de perder, corra em busca da sua felicidade, vença os desafios; isole a tristeza, exploda de alegria, chore de emoção, cuide bem dos seus amigos, conquiste a cada dia as pessoas que AMA, esqueça suas mágoas e encontre a verdadeira felicidade."
—By Coelhinha
Você se reconhece neste circo espiritual? V
A criança do LSD
A criança LSD acredita que ele é o filho preferido do universo. Ele não sabe como ganhar dinheiro e passa a maior parte de sua vida cósmica no festival.
A criança LSD está disposta a ingerir qualquer substância, desde que seja natural (LSD em uma exceção). Ele acha que qualquer coisa da mamãe terra é saudável e bom para você, aparentemente ele nunca ouviu falar de veneno.
Os autoproclamados ativistas do teclado / teóricos da conspiração estão tão acordados que não conseguem nem falar com o decibel médio da fala humana, gritam e usam letras maiúsculas para acordar as ovelhas. É mais eficiente.
Eles sofrem de grande grandiosidade e seu líder escolhido são os “Trunph´s da vida”.
Eles costumam beber chá, jogadores de quarto, pois ganham seu “dinheiro” com o comércio de criptomoedas ou assim farão um dia.
Eles começam a maioria das postagens com um “alerta de gatilho” e sofrem de paranoia aguda, seus pronomes usados com frequência são “eles” e “eles” e adoram usar a palavra “soberano”.
O Espiritual Não Espiritual
Esses são os zangados. Para eles, a transcendência é um desvio espiritual e a auto responsabilidade é a vergonha da vítima.
O Espiritual não Espiritual foi desiludido por um Guru em um ashram na Índia quando confundiram o ensinamento com o professor. O espiritual não-espiritual não suporta a visão de uma alegria e confunde rabugice com firmeza.
Posso ou não ter mergulhado o dedo do pé em um desses arquétipos. Tudo bem brincar de esconde-esconde com a gente sob a roupagem desses personagens, desde que não nos identifiquemos com nossos pontos de vista e ideias, desde que saibamos que é um circo e que somos apenas palhaços.
Desde que não nos esqueçamos de rir.
“O mais esperto de todos é o homem que se diz tolo pelo menos uma vez por mês.” (fim)
Vamos repensar?
Nicolás Gómez Dávila:
“O homem moderno não acredita em Deus; acredita em tudo o que o substitui.”
Carlos Eduardo Balcarse:
“O homem moderno não abandonou a fé; apenas trocou o objeto da sua fé. Deixou de buscar o eterno para idolatrar o efêmero. Substituiu Deus pelo ego, a consciência pelo desejo e a verdade pela aprovação daqueles que também estão perdidos.”
Tem gente que ainda acredita que o sofrimento tem CEP e conta bancária. Como se a dor fosse uma funcionária pública que só atende bairro pobre, senha limitada, horário comercial. Mas a vida não respeita esse tipo de organização. A vida entra em qualquer casa, seja ela de tijolo cru ou com portão eletrônico que abre sozinha, e senta no sofá como visita inconveniente que não vai embora nunca.
Eu já pensei que dinheiro fosse uma espécie de vacina emocional. Tipo assim, tomou a dose, pronto, imunizada contra angústia, insegurança, insônia e aqueles pensamentos que aparecem às três da manhã sem pedir licença. Só que não. O dinheiro compra silêncio, mas não compra paz. Compra espaço, mas não compra leveza. E, às vezes, compra até mais barulho, porque quanto mais você tem, mais gente opina, mais gente quer, mais gente observa. É uma vitrine que nunca apaga a luz.
Tem gente sofrendo dentro de casa grande, com quarto sobrando e abraço faltando. Família que parece propaganda de comercial, mas por dentro é um campo minado de mágoas antigas, palavras engolidas, expectativas que viraram cobrança. E aí não adianta o tamanho da mesa se ninguém se olha de verdade enquanto janta. Não adianta o carro importado se o coração vive andando a pé, cansado, sem destino.
E tem também o peso de ser visto demais. A pessoa vira alvo, vira assunto, vira comparação. É como se cada passo fosse monitorado por uma plateia invisível, pronta pra aplaudir ou apedrejar dependendo do humor do dia. A falta de segurança não é só física, é emocional. É não saber em quem confiar, é duvidar até do elogio, é se perguntar se gostam de mim ou do que eu tenho. Isso cansa num nível que nenhum spa resolve.
No fim, a dor não pede extrato bancário. Ela chega do mesmo jeito, senta do mesmo jeito, aperta do mesmo jeito. Só muda o cenário, mas o roteiro é parecido. Porque sofrimento não é sobre o que falta fora, é sobre o que transborda dentro. E tem coisa que dinheiro nenhum consegue organizar.
Eu olho pra tudo isso e penso que talvez a maior riqueza seja conseguir deitar a cabeça no travesseiro e não travar uma guerra interna antes de dormir. Conseguir confiar, rir sem desconfiança, existir sem sentir que está sempre devendo algo pra alguém. Isso sim é luxo. O resto é acessório.
"Primeiro você acredita que há uma substância inteligente, da qual todas as coisas procedem.
Segundo você acredita que esta substância lhe dá tudo que você deseja.
Terceiro você relaciona-se a ela por um sentimento de gratidão forte e profundo.
Muitas pessoas que vivem corretamente, de uma forma ou de outra, permanecem na pobreza por falta de gratidão.
Recebendo um presente de Deus, cortam os fios que os conectam com Ele, e não tem o reconhecimento. É fácil compreender que quanto mais próximo nós vivemos da fonte das riquezas,
mais riqueza receberemos, e é fácil também compreender que a alma que é
sempre grata vive mais próxima de Deus do que aquela que nunca tem
reconhecimento e gratidão.
Quanto mais gratidão ao supremo nós tivermos em nossas mentes, ao receber as coisas boas, mais coisas nós receberemos, e mais rapidamente virão.
E a razão é simplesmente porque a atitude mental da gratidão coloca a mente em estreita proximidade com a fonte de onde vêm essas bênçãos." (Wallace Wattles)
